{"id":249654,"date":"2026-07-19T19:45:00","date_gmt":"2026-07-19T22:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=249654"},"modified":"2026-07-18T23:35:23","modified_gmt":"2026-07-19T02:35:23","slug":"erguida-a-1-200-metros-de-altitude-e-espalhada-por-uma-encosta-de-150-metros-esta-cidade-mineira-nasceu-da-busca-por-diamantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/07\/19\/erguida-a-1-200-metros-de-altitude-e-espalhada-por-uma-encosta-de-150-metros-esta-cidade-mineira-nasceu-da-busca-por-diamantes\/","title":{"rendered":"Erguida a 1.200 metros de altitude e espalhada por uma encosta de 150 metros, esta cidade mineira nasceu da busca por diamantes"},"content":{"rendered":"\n<p>Cidade colonial brasileira costuma ser sin\u00f4nimo de pedra e cal. Em <strong>Diamantina<\/strong>, no alto da <strong>Serra do Espinha\u00e7o<\/strong>, os garimpeiros do s\u00e9culo 18 fizeram diferente: ergueram um centro hist\u00f3rico em madeira, encaixado numa encosta \u00edngreme, e criaram um conjunto que a <strong>UNESCO<\/strong> reconheceria como \u00fanico no mundo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que o centro hist\u00f3rico de Diamantina \u00e9 diferente das outras cidades coloniais?<\/h2>\n\n\n\n<p>Porque o barroco daqui foi constru\u00eddo em madeira. De acordo com a <a href=\"https:\/\/whc.unesco.org\/en\/list\/890\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>UNESCO<\/strong><\/a>, essa \u00e9 a caracter\u00edstica que separa a arquitetura diamantinense da de outras cidades brasileiras, ao lado de uma geometria pr\u00f3pria e de detalhes que reproduzem, em escala modesta, os modelos portugueses.<\/p>\n\n\n\n<p>A diferen\u00e7a aparece at\u00e9 no perfil das igrejas. A mesma fonte registra que os templos usam as cores e texturas dos pr\u00e9dios civis, e que a maioria tem apenas <strong>uma torre<\/strong>, algo raro no barroco mineiro. Os sobrados dos s\u00e9culos 18 e 19, de um ou dois andares, s\u00e3o pintados em cores vivas sobre fundo branco, num contraste calculado com o cinza das lajes que pavimentam as ruas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783454409-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-162411\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783454409-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783454409-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783454409-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783454409-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783454409-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783454409.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Diamantina brilha como a joia lapidada da Serra dos Cristais e o ber\u00e7o imortal de JK \/\/ Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ edmond77<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a busca por diamantes moldou o tra\u00e7ado da cidade?<\/h2>\n\n\n\n<p>Ela obrigou a cidade a se adaptar ao terreno, e n\u00e3o o contr\u00e1rio. Conforme a <a href=\"https:\/\/whc.unesco.org\/en\/list\/890\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>UNESCO<\/strong><\/a>, o centro hist\u00f3rico sobe <strong>150 metros<\/strong> pela lateral de um vale \u00edngreme, com ruas sinuosas e irregulares que acompanham a topografia natural em vez de enfrent\u00e1-la.<\/p>\n\n\n\n<p>O antigo <strong>Arraial do Tijuco<\/strong> nasceu dessa l\u00f3gica de necessidade. A \u00e1rea inscrita como patrim\u00f4nio mundial em <strong>1999<\/strong> tem apenas <strong>28,5 hectares<\/strong>, um ret\u00e2ngulo pequeno onde exploradores, garimpeiros de diamantes e representantes da Coroa portuguesa forjaram uma cultura original, adaptando suas origens europeias \u00e0 realidade das Am\u00e9ricas. O <a href=\"http:\/\/portal.iphan.gov.br\/pagina\/detalhes\/371\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (IPHAN)<\/strong><\/a> j\u00e1 havia tombado o conjunto em <strong>1938<\/strong>, seis d\u00e9cadas antes do reconhecimento internacional.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783352505-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-162406\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783352505-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783352505-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783352505-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783352505-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783352505-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783352505.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Diamantina brilha como palco cultural onde m\u00fasicos e p\u00fablico se conectam nas ruas \/\/ Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ edmond77<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a Serra dos Cristais tem a ver com o t\u00edtulo da UNESCO?<\/h2>\n\n\n\n<p>Sem ela, o t\u00edtulo talvez n\u00e3o existisse. Segundo o <a href=\"https:\/\/www.iepha.mg.gov.br\/index.php\/programas-e-acoes\/patrimonio-cultural-protegido\/bens-tombados\/details\/1\/100\/bens-tombados-serra-dos-cristais\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Instituto Estadual do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico de Minas Gerais (IEPHA-MG)<\/strong><\/a>, quando a cidade pleiteou o reconhecimento em 1999, a <strong>Serra dos Cristais<\/strong> foi considerada parte indissoci\u00e1vel do conjunto urbano, e seu tombamento entrou na conta. A prote\u00e7\u00e3o provis\u00f3ria saiu em <strong>2000<\/strong> e a definitiva em <strong>2010<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A serra tem uma assinatura visual que se l\u00ea a olho nu. O IEPHA descreve encostas avermelhadas pelo ferro na parte de baixo e branco-acinzentadas pelo quartzito na parte de cima, entre <strong>1.100<\/strong> e <strong>1.400 metros<\/strong> de altitude, num terreno onde <strong>Mata Atl\u00e2ntica<\/strong> e <strong>Cerrado<\/strong> se encontram. Conforme o IPHAN, o centro hist\u00f3rico se assenta na encosta do lado oposto, e \u00e9 esse enquadramento que faz a cidade n\u00e3o parecer nenhuma outra cidade colonial.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783340455-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-162407\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783340455-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783340455-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783340455-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783340455-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783340455-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/diamantina_1769783340455.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Diamantina encanta com suas ladeiras de pedra e a hist\u00f3ria m\u00edstica de Chica da Silva \/\/ Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ edmond77<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que ver em Diamantina al\u00e9m do casario?<\/h2>\n\n\n\n<p>As atra\u00e7\u00f5es cabem em poucos quarteir\u00f5es, mas se espalham pelas ladeiras e pela serra ao redor. A lista abaixo mistura o consagrado com o que costuma passar batido.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list has-medium-font-size\">\n<li><strong>Vesperata<\/strong>: concerto em que os m\u00fasicos tocam das sacadas da <strong>Rua da Quitanda<\/strong> enquanto a plateia assiste da rua, uma esp\u00e9cie de serenata invertida.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Casa da Gl\u00f3ria<\/strong>: dois sobrados ligados por um passadi\u00e7o suspenso sobre a rua, que pode ser percorrido por dentro.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Igreja de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio<\/strong>: um dos templos mais antigos da cidade, no centro de uma pra\u00e7a com adro revestido de pedra.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Obras de Oscar Niemeyer<\/strong>: segundo o <a href=\"http:\/\/portal.iphan.gov.br\/pagina\/detalhes\/371\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>IPHAN<\/strong><\/a>, tr\u00eas projetos do arquiteto convivem com o casario colonial, marcando o s\u00e9culo 20 numa cidade do 18.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Casa da Chica da Silva<\/strong>: resid\u00eancia ligada a uma das figuras mais conhecidas da hist\u00f3ria do arraial.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Serra dos Cristais<\/strong>: a moldura rochosa que fecha o horizonte e integra o conjunto protegido.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Quem tem curiosidade sobre a antiga cidade dos diamantes, vai curtir este v\u00eddeo do canal <strong>Esse Mundo \u00c9 Nosso<\/strong>, com mais de <strong>18 mil visualiza\u00e7\u00f5es<\/strong>, que apresenta a hist\u00f3ria e os passeios de <strong>Diamantina<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"O que fazer em DIAMANTINA, MG: Roteiro, passeios e pre\u00e7os [4K]\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/u-MF_dU_rwc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como funciona a Vesperata na Rua da Quitanda?<\/h2>\n\n\n\n<p>Os m\u00fasicos sobem, o p\u00fablico fica embaixo. De acordo com o <a href=\"https:\/\/visitediamantina.com.br\/atrativos-detalhes?atrativo=vesperatas\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Visite Diamantina<\/strong><\/a>, portal oficial de turismo da prefeitura, instrumentistas da <strong>Banda do 3\u00ba Batalh\u00e3o da Pol\u00edcia Militar de Minas Gerais<\/strong> e da <strong>Banda Mirim Prefeito Ant\u00f4nio de Carvalho Cruz<\/strong> se distribuem pelas janelas e sacadas dos casar\u00f5es centen\u00e1rios, com dois maestros no meio da rua conduzindo a apresenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O arranjo s\u00f3 funciona por causa da arquitetura. As fachadas cont\u00ednuas e a rua estreita devolvem o som para baixo, transformando o casario em caixa ac\u00fastica. A mesma fonte registra que a Vesperata \u00e9 reconhecida como Patrim\u00f4nio Cultural de Minas Gerais e que o calend\u00e1rio oficial da temporada \u00e9 divulgado a cada ano pela prefeitura.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/07\/07\/eleita-a-melhor-cidade-do-brasil-para-envelhecer-fica-no-interior-de-minas-gerais-e-tem-a-melhor-agua-do-pais\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Eleita a melhor cidade do Brasil para envelhecer, fica no interior de Minas Gerais e tem a melhor \u00e1gua do pa\u00eds<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como \u00e9 o clima na serra ao longo do ano?<\/h2>\n\n\n\n<p>A altitude garante noites frias mesmo no ver\u00e3o. O inverno \u00e9 radicalmente seco, o que explica por que a temporada de eventos ao ar livre se concentra nesse per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<style>\n.em-serra-historica,\n.em-serra-historica * {\n    box-sizing: border-box;\n}\n\n.em-serra-historica {\n    --cor-primaria: #1a2a57;\n    --cor-secundaria: #1a2a57;\n    --cor-txt-secundaria: #ffffff;\n    --cor-header-claro: #f1f3f8;\n    --cor-badge: #e9edf5;\n    --cor-pill: #e9edf5;\n\n    display: grid;\n    grid-template-columns: repeat(4, minmax(0, 1fr));\n    gap: 16px;\n    width: 100%;\n    max-width: 980px;\n    margin: 24px auto;\n    font-family: \"Segoe UI\", Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif;\n}\n\n.em-serra-historica-card {\n    display: flex;\n    flex-direction: column;\n    min-width: 0;\n    overflow: hidden;\n    background: #ffffff;\n    border: 1px solid #e2e5ec;\n    border-radius: 14px;\n    box-shadow: 0 4px 14px rgba(0, 0, 0, 0.06);\n}\n\n.em-serra-historica-destaque {\n    border: 2px solid var(--cor-primaria);\n    box-shadow: 0 6px 18px rgba(26, 42, 87, 0.22);\n}\n\n.em-serra-historica-header {\n    display: flex;\n    align-items: center;\n    gap: 9px;\n    min-height: 62px;\n    padding: 14px 16px;\n    background: var(--cor-header-claro);\n    border-bottom: 1px solid #e0e4ed;\n}\n\n.em-serra-historica-destaque .em-serra-historica-header {\n    background: var(--cor-primaria);\n    color: #ffffff;\n}\n\n.em-serra-historica-emoji {\n    font-size: 24px;\n}\n\n.em-serra-historica-titulo {\n    font-size: 18px;\n    font-weight: 700;\n}\n\n.em-serra-historica-body {\n    display: flex;\n    flex: 1;\n    flex-direction: column;\n    align-items: flex-start;\n    padding: 16px;\n}\n\n.em-serra-historica-mes {\n    margin-bottom: 8px;\n    color: #5d6370;\n    font-size: 14px;\n    font-weight: 600;\n}\n\n.em-serra-historica-temp {\n    margin-bottom: 12px;\n    color: #202532;\n    font-size: 22px;\n    font-weight: 800;\n}\n\n.em-serra-historica-chuva {\n    margin-bottom: 14px;\n    padding: 6px 10px;\n    background: var(--cor-badge);\n    border-radius: 999px;\n    color: #26365f;\n    font-size: 13px;\n    font-weight: 700;\n}\n\n.em-serra-historica-desc {\n    flex: 1;\n    margin-bottom: 16px;\n    color: #3f4654;\n    font-size: 15px;\n    line-height: 1.55;\n}\n\n.em-serra-historica-desc strong {\n    color: #202532;\n}\n\n.em-serra-historica-pill {\n    align-self: flex-start;\n    margin-top: auto;\n    padding: 7px 11px;\n    background: var(--cor-pill);\n    border-radius: 999px;\n    color: #26365f;\n    font-size: 12px;\n    font-weight: 800;\n    text-align: center;\n}\n\n.em-serra-historica-destaque .em-serra-historica-pill {\n    background: var(--cor-primaria);\n    color: #ffffff;\n}\n\n@media (max-width: 820px) {\n    .em-serra-historica {\n        grid-template-columns: repeat(2, minmax(0, 1fr));\n    }\n}\n\n@media (max-width: 520px) {\n    .em-serra-historica {\n        grid-template-columns: 1fr;\n    }\n}\n<\/style>\n\n<div class=\"google-auto-ads-ignore em-serra-historica\">\n\n    <div class=\"em-serra-historica-card\">\n        <div class=\"em-serra-historica-header\">\n            <span class=\"em-serra-historica-emoji\">\ud83c\udf27\ufe0f<\/span>\n            <span class=\"em-serra-historica-titulo\">Ver\u00e3o<\/span>\n        <\/div>\n        <div class=\"em-serra-historica-body\">\n            <span class=\"em-serra-historica-mes\">Dezembro a fevereiro<\/span>\n            <span class=\"em-serra-historica-temp\">17\u00b0C a 27\u00b0C<\/span>\n            <div class=\"em-serra-historica-chuva\">Chuva alta<\/div>\n            <div class=\"em-serra-historica-desc\">\n                As pancadas s\u00e3o comuns \u00e0 tarde. Prefira <strong>museus e igrejas<\/strong> nos per\u00edodos de chuva.\n            <\/div>\n            <div class=\"em-serra-historica-pill\">\ud83c\udf27\ufe0f PASSEIOS COBERTOS<\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"em-serra-historica-card\">\n        <div class=\"em-serra-historica-header\">\n            <span class=\"em-serra-historica-emoji\">\ud83c\udf42<\/span>\n            <span class=\"em-serra-historica-titulo\">Outono<\/span>\n        <\/div>\n        <div class=\"em-serra-historica-body\">\n            <span class=\"em-serra-historica-mes\">Mar\u00e7o a maio<\/span>\n            <span class=\"em-serra-historica-temp\">15\u00b0C a 26\u00b0C<\/span>\n            <div class=\"em-serra-historica-chuva\">Chuva m\u00e9dia<\/div>\n            <div class=\"em-serra-historica-desc\">\n                O clima fica mais fresco e est\u00e1vel. Aproveite para <strong>caminhar pelo centro hist\u00f3rico<\/strong>.\n            <\/div>\n            <div class=\"em-serra-historica-pill\">\ud83c\udfdb\ufe0f CENTRO HIST\u00d3RICO<\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"em-serra-historica-card em-serra-historica-destaque\">\n        <div class=\"em-serra-historica-header\">\n            <span class=\"em-serra-historica-emoji\">\ud83c\udfba<\/span>\n            <span class=\"em-serra-historica-titulo\">Inverno<\/span>\n        <\/div>\n        <div class=\"em-serra-historica-body\">\n            <span class=\"em-serra-historica-mes\">Junho a agosto<\/span>\n            <span class=\"em-serra-historica-temp\">11\u00b0C a 26\u00b0C<\/span>\n            <div class=\"em-serra-historica-chuva\">Chuva muito baixa<\/div>\n            <div class=\"em-serra-historica-desc\">\n                \u00c9 a \u00e9poca dos eventos ao ar livre. Aproveite <strong>a Vesperata e os mirantes da serra<\/strong>.\n            <\/div>\n            <div class=\"em-serra-historica-pill\">\u2b50 VESPERATA E ALTA TEMPORADA<\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"em-serra-historica-card\">\n        <div class=\"em-serra-historica-header\">\n            <span class=\"em-serra-historica-emoji\">\ud83c\udf38<\/span>\n            <span class=\"em-serra-historica-titulo\">Primavera<\/span>\n        <\/div>\n        <div class=\"em-serra-historica-body\">\n            <span class=\"em-serra-historica-mes\">Setembro a novembro<\/span>\n            <span class=\"em-serra-historica-temp\">16\u00b0C a 28\u00b0C<\/span>\n            <div class=\"em-serra-historica-chuva\">Chuva m\u00e9dia<\/div>\n            <div class=\"em-serra-historica-desc\">\n                As temperaturas sobem aos poucos. Prefira <strong>as ladeiras e o casario ao amanhecer<\/strong>.\n            <\/div>\n            <div class=\"em-serra-historica-pill\">\ud83c\udf05 PASSEIOS AO AMANHECER<\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n\n<\/div>\n\n\n\n<p><em>Temperaturas aproximadas com base no <a href=\"https:\/\/www.climatempo.com.br\/climatologia\/135\/diamantina-mg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Climatempo<\/strong><\/a>. Condi\u00e7\u00f5es podem variar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Suba a serra e ou\u00e7a o que 300 anos de pedra t\u00eam a dizer<\/h2>\n\n\n\n<p>Diamantina re\u00fane o que quase nenhuma cidade brasileira consegue: um casario colonial de madeira, uma serra tombada como parte insepar\u00e1vel da paisagem e um concerto que s\u00f3 existe porque as fachadas est\u00e3o onde est\u00e3o. Tudo isso em 28,5 hectares protegidos por tr\u00eas inst\u00e2ncias diferentes, da prefeitura \u00e0 UNESCO.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea precisa subir as ladeiras do antigo Arraial do Tijuco e entender por que um punhado de garimpeiros teimou em construir refinamento no lugar mais improv\u00e1vel do Espinha\u00e7o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cidade colonial brasileira costuma ser sin\u00f4nimo de pedra e cal. Em Diamantina, no alto da Serra do Espinha\u00e7o, os garimpeiros do s\u00e9culo 18 fizeram diferente: ergueram um centro hist\u00f3rico em madeira, encaixado numa encosta \u00edngreme, e criaram um conjunto que a UNESCO reconheceria como \u00fanico no mundo. Por que o centro hist\u00f3rico de Diamantina \u00e9 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":252404,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_yoast_wpseo_focuskw":"cidade","_yoast_wpseo_title":"","_yoast_wpseo_metadesc":"A antiga riqueza do ouro desapareceu, mas o isolamento ajudou a salvar uma cidade que se tornou refer\u00eancia mundial em patrim\u00f4nio hist\u00f3rico.","jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[183,1024,207],"class_list":["post-249654","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cidades","tag-cidades","tag-diamantina","tag-minas-gerais"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.8 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Erguida a 1.200 metros de altitude e espalhada por uma encosta de 150 metros, esta cidade mineira nasceu da busca por diamantes - 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