{"id":247286,"date":"2026-07-12T07:45:00","date_gmt":"2026-07-12T10:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=247286"},"modified":"2026-07-12T02:12:04","modified_gmt":"2026-07-12T05:12:04","slug":"funcionario-chamado-de-princesa-no-trabalho-ganha-r-3-mil-apos-levar-caso-a-justica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/07\/12\/funcionario-chamado-de-princesa-no-trabalho-ganha-r-3-mil-apos-levar-caso-a-justica\/","title":{"rendered":"Funcion\u00e1rio chamado de \u201cprincesa\u201d no trabalho ganha R$ 3 mil ap\u00f3s levar caso \u00e0 Justi\u00e7a"},"content":{"rendered":"\n<p>Um <strong>funcion\u00e1rio<\/strong> de uma empresa de telemarketing ganhou <strong>R$ 3 mil<\/strong> ap\u00f3s ser tratado pela supervisora com palavras femininas e apelidos ofensivos. Mensagens, \u00e1udios e testemunhas mostraram que a conduta era frequente, indesejada e causava constrangimento no trabalho.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que aconteceu com o funcion\u00e1rio no trabalho?<\/h2>\n\n\n\n<p>O caso foi julgado pela <strong>1\u00aa Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 20\u00aa Regi\u00e3o<\/strong>, em Sergipe. O homem afirmou que a supervisora usava pronomes femininos e o chamava por termos como \u201cprincesa\u201d, \u201cmulher\u201d e \u201crecalcada\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o processo, ele nunca autorizou esse tratamento. A situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi apresentada como uma brincadeira aceita entre colegas, mas como uma forma repetida de falar com o trabalhador contra a vontade dele.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que os apelidos foram considerados ofensivos?<\/h2>\n\n\n\n<p>O problema n\u00e3o estava apenas na palavra \u201cprincesa\u201d. A Justi\u00e7a analisou o contexto, a frequ\u00eancia, a posi\u00e7\u00e3o de chefia da supervisora e o fato de o funcion\u00e1rio ter demonstrado inc\u00f4modo com o tratamento.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong><a href=\"https:\/\/www.tst.jus.br\/noticias-teste\/-\/asset_publisher\/89Dk\/content\/id\/21734708\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Tribunal Superior do Trabalho<\/a><\/strong> explica que apelidos constrangedores ou humilhantes podem atingir a dignidade do empregado. O <strong><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Ass%C3%A9dio\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ass\u00e9dio<\/a><\/strong> envolve condutas que incomodam, ofendem ou criam um ambiente degradante.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Os termos eram usados pela supervisora direta.<\/li>\n\n\n\n<li>O funcion\u00e1rio n\u00e3o permitiu o uso dos apelidos.<\/li>\n\n\n\n<li>O tratamento acontecia de forma frequente.<\/li>\n\n\n\n<li>As palavras eram usadas em tom considerado desrespeitoso.<\/li>\n\n\n\n<li>O trabalhador foi exposto a constrangimento no ambiente profissional.<\/li>\n\n\n\n<li>A conduta atingiu sua honra e sua dignidade.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/whatsapp_1777121811738-1-1024x576.jpg\" alt=\"Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ rafapress\" class=\"wp-image-199144\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/whatsapp_1777121811738-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/whatsapp_1777121811738-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/whatsapp_1777121811738-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/whatsapp_1777121811738-1-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/whatsapp_1777121811738-1-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/whatsapp_1777121811738-1.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Funcion\u00e1rio chamado de \u201cprincesa\u201d no trabalho ganha R$ 3 mil ap\u00f3s levar caso \u00e0 Justi\u00e7a &#8211; Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ rafapress<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais provas ajudaram o trabalhador a ganhar o processo?<\/h2>\n\n\n\n<p>O funcion\u00e1rio apresentou capturas de conversas pelo <strong>WhatsApp<\/strong>. Tamb\u00e9m foram analisados \u00e1udios e depoimentos de testemunhas que confirmaram a forma como a supervisora se dirigia a ele.<\/p>\n\n\n\n<p>A empresa contestou as mensagens e negou a exist\u00eancia de ass\u00e9dio, persegui\u00e7\u00e3o ou amea\u00e7a. Mesmo assim, a primeira inst\u00e2ncia concluiu que o conjunto das provas mostrava uma situa\u00e7\u00e3o vexat\u00f3ria e ofensiva.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Capturas das conversas mantidas pelo WhatsApp.<\/li>\n\n\n\n<li>\u00c1udios com a forma de tratamento usada pela chefe.<\/li>\n\n\n\n<li>Depoimentos de pessoas que presenciaram a conduta.<\/li>\n\n\n\n<li>Relato do funcion\u00e1rio sobre a repeti\u00e7\u00e3o dos apelidos.<\/li>\n\n\n\n<li>Aus\u00eancia de consentimento para esse tipo de intimidade.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Mensagens isoladas nem sempre resolvem um processo. Neste caso, elas foram avaliadas junto com os \u00e1udios, os depoimentos e o contexto vivido no trabalho.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a indeniza\u00e7\u00e3o caiu de R$ 6 mil para R$ 3 mil?<\/h2>\n\n\n\n<p>A primeira decis\u00e3o fixou a indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais em <strong>R$ 6 mil<\/strong>. A empresa recorreu, e a 1\u00aa Turma do TRT-20 manteve a condena\u00e7\u00e3o, mas reduziu o pagamento para <strong>R$ 3 mil<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A relatora considerou que houve desrespeito, mas entendeu que o valor inicial estava acima do necess\u00e1rio para aquele caso. A <strong><a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/decreto-lei\/del5452compilado.htm#art223g\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">CLT<\/a><\/strong> manda analisar pontos como a gravidade da ofensa, a dura\u00e7\u00e3o, os efeitos do dano e a situa\u00e7\u00e3o das partes.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"402\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-607-1024x402.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-247288\" style=\"width:744px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-607-1024x402.png 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-607-300x118.png 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-607-768x301.png 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-607-750x294.png 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-607-1140x447.png 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-607.png 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/07\/10\/funcionaria-falta-para-cuidar-do-filho-e-demitida-e-ganha-indenizacao-da-empresa-na-justica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Funcion\u00e1ria falta para cuidar do filho, \u00e9 demitida e ganha indeniza\u00e7\u00e3o da empresa na Justi\u00e7a<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Todo apelido usado no trabalho gera indeniza\u00e7\u00e3o?<\/h2>\n\n\n\n<p>N\u00e3o. Um apelido aceito pela pessoa e usado sem inten\u00e7\u00e3o ofensiva n\u00e3o cria automaticamente o direito ao pagamento. A Justi\u00e7a observa o contexto, o tom, a repeti\u00e7\u00e3o, a rea\u00e7\u00e3o do trabalhador e os efeitos da conduta.<\/p>\n\n\n\n<p>O caso muda quando o empregado demonstra inc\u00f4modo e o tratamento continua. Uma brincadeira repetida por uma chefia pode virar humilha\u00e7\u00e3o quando exp\u00f5e o funcion\u00e1rio ou usa sua posi\u00e7\u00e3o profissional para diminuir a pessoa.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que o funcion\u00e1rio pode fazer diante de apelidos ofensivos?<\/h2>\n\n\n\n<p>O funcion\u00e1rio deve deixar claro que n\u00e3o aceita o tratamento e guardar provas. Mensagens, e-mails, \u00e1udios permitidos pela lei, nomes de testemunhas e registros feitos nos canais internos ajudam a mostrar o que aconteceu.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel procurar o setor de recursos humanos, o sindicato, o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho ou um advogado. Cada processo depende das provas, da frequ\u00eancia da conduta e da gravidade do constrangimento sofrido.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um funcion\u00e1rio de uma empresa de telemarketing ganhou R$ 3 mil ap\u00f3s ser tratado pela supervisora com palavras femininas e apelidos ofensivos. Mensagens, \u00e1udios e testemunhas mostraram que a conduta era frequente, indesejada e causava constrangimento no trabalho. O que aconteceu com o funcion\u00e1rio no trabalho? 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