{"id":246035,"date":"2026-07-12T20:45:00","date_gmt":"2026-07-12T23:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=246035"},"modified":"2026-07-11T14:54:58","modified_gmt":"2026-07-11T17:54:58","slug":"a-quase-5-mil-metros-de-profundidade-cientistas-encontraram-na-lama-do-atlantico-um-arquivo-invisivel-da-vida-preservado-por-mais-de-32-mil-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/07\/12\/a-quase-5-mil-metros-de-profundidade-cientistas-encontraram-na-lama-do-atlantico-um-arquivo-invisivel-da-vida-preservado-por-mais-de-32-mil-anos\/","title":{"rendered":"A quase 5 mil metros de profundidade, cientistas encontraram na lama do Atl\u00e2ntico um arquivo invis\u00edvel da vida preservado por mais de 32 mil anos"},"content":{"rendered":"\n<p>A quase 5.000 metros abaixo da superf\u00edcie do Atl\u00e2ntico Sul, onde a luz do Sol n\u00e3o chega, cientistas encontraram algo invis\u00edvel a olho nu: fragmentos de DNA preservados na lama por at\u00e9 32,5 mil anos. O estudo, publicado em 2013 na revista cient\u00edfica <em>Biology Letters<\/em> e que voltou a ganhar aten\u00e7\u00e3o, mostrou que o fundo do oceano funciona como um enorme arquivo da vida antiga.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que os cientistas encontraram no fundo do oceano?<\/h2>\n\n\n\n<p>Os pesquisadores analisaram quatro colunas de sedimentos retiradas de \u00e1reas abissais do Atl\u00e2ntico Sul. Essas amostras funcionam como uma esp\u00e9cie de bolo em camadas: a lama mais pr\u00f3xima da superf\u00edcie \u00e9 mais recente, enquanto as partes mais profundas guardam materiais acumulados ao longo de milhares de anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentro dessas camadas, a equipe encontrou fragmentos de DNA de organismos eucari\u00f3ticos, principalmente <strong>foramin\u00edferos e radiol\u00e1rios<\/strong>. Esses seres possuem apenas uma c\u00e9lula e fazem parte da vida microsc\u00f3pica dos oceanos. Alguns produzem pequenas estruturas minerais que viram <strong><a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/07\/06\/fosseis-de-500-milhoes-de-anos-revelam-como-a-vida-animal-mudou-para-a-forma-de-hoje\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">f\u00f3sseis<\/a><\/strong>, mas muitos desaparecem sem deixar marcas vis\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T17-19-18-1024x576.jpg\" alt=\"A quase 5 mil metros de profundidade, cientistas encontraram na lama do Atl\u00e2ntico um arquivo invis\u00edvel da vida preservado por mais de 32 mil anos\" class=\"wp-image-247238\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T17-19-18-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T17-19-18-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T17-19-18-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T17-19-18-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T17-19-18-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T17-19-18.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Lama profunda preserva heran\u00e7a biol\u00f3gica microsc\u00f3pica invis\u00edvel ao registro f\u00f3ssil tradicional &#8211; Cr\u00e9ditos: Microbial Stowaways<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que o DNA revelou algo que os f\u00f3sseis n\u00e3o mostravam?<\/h2>\n\n\n\n<p>O estudo, liderado por pesquisadores ligados \u00e0 Universidade de Genebra e publicado na <em>Biology Letters<\/em>, comparou o material gen\u00e9tico com os microf\u00f3sseis presentes nos mesmos sedimentos. O resultado mostrou que grande parte do DNA pertencia a grupos que n\u00e3o apareciam com clareza no registro f\u00f3ssil tradicional.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>o DNA alcan\u00e7ou organismos que n\u00e3o formam estruturas resistentes;<\/li>\n\n\n\n<li>algumas sequ\u00eancias n\u00e3o correspondiam bem aos registros dispon\u00edveis;<\/li>\n\n\n\n<li>as camadas guardavam sinais de diferentes per\u00edodos do oceano;<\/li>\n\n\n\n<li>o m\u00e9todo revelou uma biodiversidade maior do que a vista nos f\u00f3sseis.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Isso n\u00e3o significa que cada sequ\u00eancia represente uma esp\u00e9cie nova. Em muitos casos, o material pode pertencer a linhagens pouco estudadas ou ausentes dos bancos gen\u00e9ticos. Mesmo assim, a descoberta amplia a vis\u00e3o sobre o passado, porque mostra seres que poderiam permanecer invis\u00edveis caso os cientistas dependessem apenas de conchas e carapa\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como o DNA conseguiu sobreviver por milhares de anos?<\/h2>\n\n\n\n<p>O fundo do oceano re\u00fane condi\u00e7\u00f5es que podem diminuir a velocidade de degrada\u00e7\u00e3o do material gen\u00e9tico. A \u00e1gua \u00e9 muito fria, n\u00e3o h\u00e1 luz solar e as camadas de sedimento permanecem relativamente est\u00e1veis. A lama tamb\u00e9m pode ajudar a proteger pequenos fragmentos contra parte da a\u00e7\u00e3o do ambiente.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse material \u00e9 chamado de <strong>DNA ambiental<\/strong>, ou eDNA. Segundo a NOAA, ag\u00eancia dos Estados Unidos voltada aos oceanos e \u00e0 atmosfera, ele \u00e9 formado por vest\u00edgios liberados pelos organismos, como c\u00e9lulas, tecidos, muco e res\u00edduos. Quando fica preso em sedimentos antigos, pode ajudar a reconstruir ecossistemas que j\u00e1 desapareceram.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T17-19-20-1024x576.jpg\" alt=\"A quase 5 mil metros de profundidade, cientistas encontraram na lama do Atl\u00e2ntico um arquivo invis\u00edvel da vida preservado por mais de 32 mil anos\" class=\"wp-image-247237\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T17-19-20-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T17-19-20-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T17-19-20-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T17-19-20-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T17-19-20-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T17-19-20.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Baixas temperaturas e aus\u00eancia de luz retardam a degrada\u00e7\u00e3o molecular &#8211; Cr\u00e9ditos: Art Howard<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que essa descoberta pode revelar sobre o passado?<\/h2>\n\n\n\n<p>Uma revis\u00e3o publicada em 2023 na revista <a href=\"https:\/\/www.frontiersin.org\/journals\/marine-science\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Frontiers in Marine Science<\/em> <\/a>destacou que o DNA antigo dos sedimentos pode ampliar o estudo da hist\u00f3ria dos oceanos. A t\u00e9cnica permite acompanhar mudan\u00e7as na biodiversidade e comparar quais grupos viveram em diferentes per\u00edodos, inclusive aqueles que quase nunca deixam f\u00f3sseis.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pesquisadores tamb\u00e9m podem relacionar essas mudan\u00e7as a altera\u00e7\u00f5es na temperatura, nas correntes e na composi\u00e7\u00e3o do ambiente marinho. O m\u00e9todo ainda possui limita\u00e7\u00f5es, porque o DNA antigo costuma estar quebrado e pode sofrer contamina\u00e7\u00e3o. Por isso, os resultados precisam ser comparados com f\u00f3sseis, dados qu\u00edmicos e outras evid\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que estudar a lama do oceano se tornou t\u00e3o importante?<\/h2>\n\n\n\n<p>A descoberta mostra que regi\u00f5es aparentemente vazias podem guardar informa\u00e7\u00f5es valiosas sobre milhares de anos de vida marinha. Hoje, t\u00e9cnicas de DNA complementam c\u00e2meras, rob\u00f4s, perfura\u00e7\u00f5es e an\u00e1lises microsc\u00f3picas. Elas ajudam a detectar organismos que dificilmente seriam vistos ou capturados pelos m\u00e9todos tradicionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes de modificar grandes \u00e1reas do fundo do mar, \u00e9 essencial entender o que existe nelas e quais hist\u00f3rias permanecem escondidas. A lama escura do Atl\u00e2ntico Sul revelou que ainda conhecemos apenas uma parte da biodiversidade oce\u00e2nica. Proteger e estudar esses ambientes agora pode evitar que esp\u00e9cies e informa\u00e7\u00f5es desapare\u00e7am antes mesmo de serem descobertas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A quase 5.000 metros abaixo da superf\u00edcie do Atl\u00e2ntico Sul, onde a luz do Sol n\u00e3o chega, cientistas encontraram algo invis\u00edvel a olho nu: fragmentos de DNA preservados na lama por at\u00e9 32,5 mil anos. 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