{"id":245923,"date":"2026-07-12T12:55:00","date_gmt":"2026-07-12T15:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=245923"},"modified":"2026-07-11T14:54:55","modified_gmt":"2026-07-11T17:54:55","slug":"uma-marca-quase-invisivel-em-uma-mandibula-de-100-mil-anos-pode-revelar-um-dos-episodios-de-violencia-mais-antigos-da-humanidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/07\/12\/uma-marca-quase-invisivel-em-uma-mandibula-de-100-mil-anos-pode-revelar-um-dos-episodios-de-violencia-mais-antigos-da-humanidade\/","title":{"rendered":"Uma marca quase invis\u00edvel em uma mand\u00edbula de 100 mil anos pode revelar um dos epis\u00f3dios de viol\u00eancia mais antigos da humanidade"},"content":{"rendered":"\n<p>Uma pequena marca encontrada em uma mand\u00edbula antiga pode revelar um epis\u00f3dio de viol\u00eancia ocorrido h\u00e1 cerca de 100 mil anos. O ferimento pertence ao indiv\u00edduo conhecido como <strong>Qafzeh 25<\/strong>, um dos primeiros Homo sapiens encontrados fora da \u00c1frica. A an\u00e1lise mostra que ele sofreu um corte no lado esquerdo do rosto e sobreviveu por algum tempo ap\u00f3s o epis\u00f3dio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que os pesquisadores descobriram no cr\u00e2nio?<\/h2>\n\n\n\n<p>O cr\u00e2nio e a mand\u00edbula de Qafzeh 25 foram encontrados na caverna de Qafzeh, localizada no atual territ\u00f3rio de Israel. Uma nova an\u00e1lise identificou uma marca de corte que atingiu a parte esquerda da mand\u00edbula, um dente e uma \u00e1rea pr\u00f3xima do rosto. O formato indica que o ferimento pode ter sido causado por um objeto de pedra afiado.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41598-026-58670-0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">estudo foi publicado na revista cient\u00edfica <em>Scientific Reports<\/em><\/a><\/strong> e reuniu pesquisadores de diferentes pa\u00edses. Segundo os autores, a descoberta pode representar um dos casos mais antigos j\u00e1 registrados de ferimento causado por um objeto cortante. Mesmo assim, ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel afirmar com certeza como o epis\u00f3dio aconteceu.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T16-40-49-1024x576.jpg\" alt=\"Uma marca quase invis\u00edvel em uma mand\u00edbula de 100 mil anos pode revelar um dos epis\u00f3dios de viol\u00eancia mais antigos da humanidade\" class=\"wp-image-247169\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T16-40-49-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T16-40-49-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T16-40-49-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T16-40-49-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T16-40-49-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T16-40-49.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">An\u00e1lise minuciosa identificou corte profundo feito por pedra muito afiada &#8211; Cr\u00e9ditos: Ana Pantoja et al.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a an\u00e1lise revelou uma marca t\u00e3o antiga?<\/h2>\n\n\n\n<p>Os cientistas usaram exames capazes de mostrar detalhes muito pequenos dos ossos e dos dentes. As imagens revelaram caracter\u00edsticas que n\u00e3o haviam sido percebidas em estudos anteriores. A marca atravessava parte da mand\u00edbula e apresentava sinais de recupera\u00e7\u00e3o, indicando que o homem continuou vivo depois de ser ferido.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>A marca foi encontrada no lado esquerdo do rosto;<\/li>\n\n\n\n<li>O corte atingiu parte da mand\u00edbula e um dente;<\/li>\n\n\n\n<li>O osso apresentou sinais de cicatriza\u00e7\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li>O objeto respons\u00e1vel pelo ferimento n\u00e3o foi identificado;<\/li>\n\n\n\n<li>Uma ferramenta de pedra pode ter causado a les\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Ferramentas de pedra j\u00e1 encontradas na regi\u00e3o incluem pe\u00e7as de s\u00edlex com pontas afiadas. Por\u00e9m, os pesquisadores n\u00e3o conseguiram ligar nenhuma delas diretamente ao ferimento. A possibilidade de um acidente n\u00e3o foi descartada, embora a posi\u00e7\u00e3o e o formato do corte tenham levantado a hip\u00f3tese de um confronto entre pessoas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O ferimento pode ser sinal de viol\u00eancia?<\/h2>\n\n\n\n<p>O local da marca chamou a aten\u00e7\u00e3o dos especialistas. Pesquisas atuais sobre ferimentos no rosto mostram que golpes durante confrontos aparecem muitas vezes no lado esquerdo, algo que pode estar relacionado ao maior n\u00famero de pessoas destras. Para os autores, essa compara\u00e7\u00e3o refor\u00e7a a possibilidade de viol\u00eancia, mas n\u00e3o funciona como uma prova definitiva.<\/p>\n\n\n\n<p>Casos desse tipo s\u00e3o muito raros entre restos humanos t\u00e3o antigos. Outros esqueletos da mesma caverna j\u00e1 apresentavam sinais de ferimentos causados por impactos. A nova descoberta acrescenta uma pista importante sobre os conflitos enfrentados pelos primeiros grupos de Homo sapiens que viveram fora do continente africano.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T16-40-52-1024x576.jpg\" alt=\"Uma marca quase invis\u00edvel em uma mand\u00edbula de 100 mil anos pode revelar um dos epis\u00f3dios de viol\u00eancia mais antigos da humanidade\" class=\"wp-image-247168\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T16-40-52-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T16-40-52-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T16-40-52-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T16-40-52-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T16-40-52-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem_2026-07-11T16-40-52.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Localiza\u00e7\u00e3o do trauma sugere agress\u00e3o f\u00edsica desferida por oponente destro &#8211; Cr\u00e9ditos: Ana Pantoja et al.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quem era o indiv\u00edduo conhecido como Qafzeh 25?<\/h2>\n\n\n\n<p>Qafzeh 25 era um homem adulto que viveu entre aproximadamente 92 mil e 145 mil anos atr\u00e1s. Seus restos foram encontrados em uma <strong><a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/06\/24\/arqueologos-descobrem-a-caverna-pre-historica-mais-alta-dos-pireneus\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">caverna <\/a><\/strong>que preservou sepultamentos de pelo menos 27 pessoas. O local \u00e9 considerado importante porque re\u00fane alguns dos registros mais antigos da presen\u00e7a de Homo sapiens fora da \u00c1frica.<\/p>\n\n\n\n<p>A forma como o corpo foi preservado indica que ele teria sido enterrado de maneira intencional. Para os pesquisadores, essa pr\u00e1tica mostra que aqueles grupos j\u00e1 possu\u00edam comportamentos sociais mais elaborados. O fato de o ferimento ter cicatrizado tamb\u00e9m levanta quest\u00f5es sobre a sobreviv\u00eancia e o poss\u00edvel cuidado oferecido a pessoas machucadas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que essa descoberta muda a vis\u00e3o sobre nossos antepassados?<\/h2>\n\n\n\n<p>A marca encontrada em Qafzeh 25 ajuda a mostrar que a vida dos primeiros humanos envolvia desafios, rela\u00e7\u00f5es sociais e comportamentos mais complexos do que muitas vezes imaginamos. Segundo Ana Pantoja P\u00e9rez, primeira autora do estudo, os resultados contribuem para o debate sobre viol\u00eancia, cuidado com pessoas feridas e pr\u00e1ticas de sepultamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Cada nova an\u00e1lise de restos antigos pode revelar detalhes que ficaram escondidos por milhares de anos. A descoberta n\u00e3o encerra o mist\u00e9rio sobre o que aconteceu com Qafzeh 25, mas abre uma nova janela para compreender a hist\u00f3ria humana. Investigar essas pistas \u00e9 essencial para entender como nossos antepassados viviam, conviviam e enfrentavam dificuldades.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma pequena marca encontrada em uma mand\u00edbula antiga pode revelar um epis\u00f3dio de viol\u00eancia ocorrido h\u00e1 cerca de 100 mil anos. O ferimento pertence ao indiv\u00edduo conhecido como Qafzeh 25, um dos primeiros Homo sapiens encontrados fora da \u00c1frica. 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