{"id":242471,"date":"2026-07-06T12:55:00","date_gmt":"2026-07-06T15:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=242471"},"modified":"2026-07-04T23:55:22","modified_gmt":"2026-07-05T02:55:22","slug":"parente-dos-crocodilos-de-240-milhoes-de-anos-achado-no-brasil-muda-mapa-da-pre-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/07\/06\/parente-dos-crocodilos-de-240-milhoes-de-anos-achado-no-brasil-muda-mapa-da-pre-historia\/","title":{"rendered":"Parente dos crocodilos de 240 milh\u00f5es de anos achado no Brasil muda mapa da pr\u00e9-hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"\n<p>O <strong>Silescelida acristata<\/strong>, f\u00f3ssil encontrado no <strong>Rio Grande do Sul<\/strong>, viveu h\u00e1 cerca de <strong>240 milh\u00f5es de anos<\/strong>. O r\u00e9ptil n\u00e3o era dinossauro, mas ajuda a entender a origem de linhagens ligadas a crocodilos, dinossauros e aves.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que foi encontrado no Brasil?<\/h2>\n\n\n\n<p>Paleont\u00f3logos descreveram uma nova esp\u00e9cie de r\u00e9ptil f\u00f3ssil encontrada em <strong>Dona Francisca<\/strong>, na regi\u00e3o central do <strong>Rio Grande do Sul<\/strong>. O animal foi batizado de <strong><a href=\"https:\/\/www.ufsm.br\/2026\/06\/10\/nova-especie-de-reptil-de-240-milhoes-de-anos-e-descoberta-no-rio-grande-do-sul\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Silescelida acristata<\/a><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O f\u00f3ssil vem de rochas do <strong>Tri\u00e1ssico M\u00e9dio<\/strong>, per\u00edodo em que os ecossistemas terrestres ainda se reorganizavam ap\u00f3s a maior extin\u00e7\u00e3o em massa da hist\u00f3ria da Terra.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que ele foi chamado de parente dos crocodilos?<\/h2>\n\n\n\n<p>O animal pertence ao grande grupo dos <strong>arcossauriformes<\/strong>, r\u00e9pteis antigos ligados \u00e0 hist\u00f3ria evolutiva que depois envolveria crocodilos, dinossauros e aves. Por isso, ele pode ser tratado como um parente distante, n\u00e3o como crocodilo moderno.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo publicado na <strong><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41598-026-53740-9\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Scientific Reports<\/a><\/strong> descreve o f\u00f3ssil como um <strong>eucrocopodano<\/strong>, com poss\u00edvel rela\u00e7\u00e3o com os <strong>Euparkeriidae<\/strong>, grupo raro e ainda pouco conhecido.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/osso3-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-242892\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/osso3-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/osso3-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/osso3-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/osso3-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/osso3-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/osso3.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">F\u00f3ssil encontrado no Brasil revela parente dos crocodilos que viveu antes dos dinossauros<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais detalhes tornam esse f\u00f3ssil t\u00e3o importante?<\/h2>\n\n\n\n<p>O material encontrado \u00e9 incompleto, mas preserva ossos suficientes para mostrar caracter\u00edsticas importantes da locomo\u00e7\u00e3o e da posi\u00e7\u00e3o evolutiva do animal.<\/p>\n\n\n\n<p>Os principais pontos s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Idade muito antiga:<\/strong> o animal viveu h\u00e1 cerca de <strong>240 milh\u00f5es de anos<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Origem brasileira:<\/strong> o f\u00f3ssil foi encontrado no interior do <strong>Rio Grande do Sul<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Grupo raro:<\/strong> pode estar ligado aos <strong>Euparkeriidae<\/strong>, conhecidos por poucos f\u00f3sseis no mundo.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Primeiro registro regional:<\/strong> \u00e9 o primeiro eucrocopodano inicial descrito para o Tri\u00e1ssico do sul do Brasil.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Corpo \u00e1gil:<\/strong> tinha porte pequeno, membros semi-eretos e locomo\u00e7\u00e3o mais eficiente.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pista evolutiva:<\/strong> ajuda a entender etapas anteriores ao dom\u00ednio dos dinossauros.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/07\/03\/um-fossil-de-40-anos-encontrado-na-antartida-acaba-de-se-revelar-o-primeiro-osso-de-dinossauro-ja-descoberto-no-continente\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Um f\u00f3ssil de 40 anos encontrado na Ant\u00e1rtida acaba de se revelar o primeiro osso de dinossauro j\u00e1 descoberto no continente<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como era o Silescelida acristata?<\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo a <strong>UFSM<\/strong>, o <strong>Silescelida acristata<\/strong> era relativamente pequeno, compar\u00e1vel a um jacar\u00e9 pequeno. Ele tinha corpo esguio, andava sobre quatro patas e provavelmente se alimentava de animais menores.<\/p>\n\n\n\n<p>A posi\u00e7\u00e3o dos membros chama aten\u00e7\u00e3o. Eles ficavam mais abaixo do corpo, e n\u00e3o totalmente abertos para os lados, como em muitos r\u00e9pteis antigos. Isso permitia uma locomo\u00e7\u00e3o mais eficiente e \u00e1gil.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa caracter\u00edstica \u00e9 importante porque mostra uma transi\u00e7\u00e3o no modo de andar de antigos r\u00e9pteis. Pequenas mudan\u00e7as nos membros ajudaram a preparar o caminho para grupos que depois dominariam os ambientes terrestres.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a descoberta refor\u00e7a a import\u00e2ncia do Rio Grande do Sul?<\/h2>\n\n\n\n<p>O f\u00f3ssil foi encontrado em uma \u00e1rea ligada ao <strong><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Geoparque_Quarta_Col%C3%B4nia\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Geoparque Quarta Col\u00f4nia<\/a><\/strong>, regi\u00e3o j\u00e1 conhecida por f\u00f3sseis do per\u00edodo Tri\u00e1ssico. Essa parte do Brasil guarda pistas sobre animais que viveram antes e durante a ascens\u00e3o dos dinossauros.<\/p>\n\n\n\n<p>A compara\u00e7\u00e3o ajuda a entender o peso da descoberta:<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"639\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-250-1024x639.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-242899\" style=\"width:774px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-250-1024x639.png 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-250-300x187.png 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-250-768x479.png 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-250-750x468.png 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-250-1140x712.png 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-250.png 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O f\u00f3ssil ficou perdido por anos?<\/h2>\n\n\n\n<p>Sim. A hist\u00f3ria do f\u00f3ssil tem um detalhe curioso. Parte do material que guardava informa\u00e7\u00f5es importantes sobre sua origem ficou perdida por mais de duas d\u00e9cadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a <strong>UFSM<\/strong>, o fragmento foi localizado novamente em <strong>2022<\/strong>, durante visita t\u00e9cnica \u00e0 cole\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da <strong>PUCRS<\/strong>. Isso permitiu confirmar a proced\u00eancia do esp\u00e9cime e fazer a descri\u00e7\u00e3o formal da nova esp\u00e9cie.<\/p>\n\n\n\n<p>O nome <strong>Silescelida<\/strong> mistura refer\u00eancias a \u201csil\u00eancio\u201d e \u201cperna\u201d. A escolha lembra justamente o per\u00edodo em que parte do f\u00f3ssil ficou silenciosa nas cole\u00e7\u00f5es, sem revelar toda a sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que esse achado muda a forma de olhar a pr\u00e9-hist\u00f3ria brasileira?<\/h2>\n\n\n\n<p>O achado mostra que a Am\u00e9rica do Sul pode ter tido papel maior na diversifica\u00e7\u00e3o inicial dos arcossauriformes do que se imaginava. A presen\u00e7a do <strong>Silescelida acristata<\/strong> sugere que esses r\u00e9pteis estavam mais espalhados durante o Tri\u00e1ssico.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a ci\u00eancia, cada f\u00f3ssil novo funciona como uma pe\u00e7a de quebra-cabe\u00e7a. Nesse caso, a pe\u00e7a brasileira ajuda a ligar grupos antigos, regi\u00f5es do antigo supercontinente <strong>Pangeia<\/strong> e mudan\u00e7as corporais que vieram antes da era dos dinossauros.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 a principal li\u00e7\u00e3o dessa descoberta?<\/h2>\n\n\n\n<p>A principal li\u00e7\u00e3o \u00e9 que o Brasil ainda guarda cap\u00edtulos importantes da hist\u00f3ria da vida. Um f\u00f3ssil pequeno, incompleto e quase esquecido pode mudar a compreens\u00e3o sobre grupos que viveram antes do dom\u00ednio dos dinossauros.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>Silescelida acristata<\/strong> n\u00e3o precisa ser um animal gigante para ser relevante. Seu valor est\u00e1 em mostrar como antigos parentes de crocodilos e dinossauros se espalharam, caminharam e evolu\u00edram em um mundo muito diferente do atual.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Silescelida acristata, f\u00f3ssil encontrado no Rio Grande do Sul, viveu h\u00e1 cerca de 240 milh\u00f5es de anos. O r\u00e9ptil n\u00e3o era dinossauro, mas ajuda a entender a origem de linhagens ligadas a crocodilos, dinossauros e aves. O que foi encontrado no Brasil? 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