{"id":241827,"date":"2026-07-06T07:45:00","date_gmt":"2026-07-06T10:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=241827"},"modified":"2026-07-04T23:46:47","modified_gmt":"2026-07-05T02:46:47","slug":"trabalhador-ganha-r-3-mil-apos-sofrer-com-apelidos-ofensivos-no-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/07\/06\/trabalhador-ganha-r-3-mil-apos-sofrer-com-apelidos-ofensivos-no-trabalho\/","title":{"rendered":"Trabalhador ganha R$ 3 mil ap\u00f3s sofrer com apelidos ofensivos no trabalho"},"content":{"rendered":"\n<p>Os <strong>apelidos ofensivos<\/strong> no trabalho renderam indeniza\u00e7\u00e3o de <strong>R$ 3 mil<\/strong> a um trabalhador em Minas Gerais. A Justi\u00e7a entendeu que a empresa foi omissa ao n\u00e3o impedir constrangimentos ligados \u00e0 apar\u00eancia f\u00edsica do empregado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que aconteceu com o trabalhador em Minas Gerais?<\/h2>\n\n\n\n<p>O caso foi julgado pela <strong><a href=\"https:\/\/portal.trt3.jus.br\/internet\/conheca-o-trt\/comunicacao\/noticias-juridicas\/empregado-vitima-de-bullying-na-empresa-por-ser-ruivo-sera-indenizado-em-barbacena\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Oitava Turma do TRT-MG<\/a><\/strong>. O trabalhador atuava em uma marmoraria de <strong>Barbacena<\/strong> e afirmou que sofria brincadeiras ofensivas por ser ruivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o relato do processo, ele era chamado por colegas de <strong>\u201cVermelho\u201d<\/strong>, <strong>\u201cx\u00e1 de mula\u201d<\/strong> e <strong>\u201cchupa cabra\u201d<\/strong>. Fotos de inscri\u00e7\u00f5es em pedra de m\u00e1rmore e depoimentos de testemunhas foram usados como prova.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que os apelidos ofensivos viraram indeniza\u00e7\u00e3o?<\/h2>\n\n\n\n<p>A primeira decis\u00e3o havia negado a indeniza\u00e7\u00e3o, mas o tribunal mudou o resultado. Para os julgadores, ficou comprovado que o empregado era tratado de forma desrespeitosa e que a empresa n\u00e3o agiu para impedir a repeti\u00e7\u00e3o das ofensas.<\/p>\n\n\n\n<p>O valor de <strong>R$ 3 mil<\/strong> foi fixado considerando a gravidade da situa\u00e7\u00e3o, o sofrimento do trabalhador, a culpa da empresa e a capacidade financeira das partes. A decis\u00e3o tamb\u00e9m apontou que a falta de reclama\u00e7\u00e3o formal aos chefes n\u00e3o apaga o constrangimento.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/otario2-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-242942\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/otario2-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/otario2-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/otario2-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/otario2-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/otario2-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/otario2.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Empresa ter\u00e1 que pagar trabalhador por constrangimento com apelidos ofensivos<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando uma brincadeira no trabalho passa do limite?<\/h2>\n\n\n\n<p>Nem todo apelido vira processo, mas a situa\u00e7\u00e3o muda quando a fala humilha, exp\u00f5e, insiste em uma caracter\u00edstica f\u00edsica ou deixa a pessoa constrangida diante dos colegas. No caso, os apelidos eram repetidos e ligados \u00e0 apar\u00eancia do trabalhador.<\/p>\n\n\n\n<p>Os sinais de alerta s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Repeti\u00e7\u00e3o:<\/strong> a brincadeira acontece v\u00e1rias vezes, mesmo causando desconforto.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Humilha\u00e7\u00e3o p\u00fablica:<\/strong> o trabalhador vira motivo de riso diante de colegas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Apar\u00eancia como alvo:<\/strong> cor da pele, cabelo, corpo ou outro tra\u00e7o pessoal vira ofensa.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Apelido indesejado:<\/strong> a pessoa mostra inc\u00f4modo, mas o grupo continua usando.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Omiss\u00e3o da empresa:<\/strong> chefia, s\u00f3cios ou respons\u00e1veis sabem do problema e n\u00e3o fazem nada.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a empresa deve fazer ao perceber esse tipo de situa\u00e7\u00e3o?<\/h2>\n\n\n\n<p>A empresa n\u00e3o pode tratar apelido ofensivo como algo sem import\u00e2ncia. O empregador tem poder de dire\u00e7\u00e3o e disciplina, mas tamb\u00e9m precisa cuidar para que o local de trabalho n\u00e3o vire espa\u00e7o de humilha\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/mds\/pt-br\/acesso-a-informacao\/governanca\/integridade\/campanhas\/etica-assedio-moral-e-assedio-sexual-no-ambiente-de-trabalho\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">orienta\u00e7\u00e3o institucional sobre ass\u00e9dio moral<\/a><\/strong> cita situa\u00e7\u00f5es humilhantes e constrangedoras no trabalho como condutas que podem atingir a dignidade e a sa\u00fade da pessoa.<\/p>\n\n\n\n<p>Medidas simples ajudam a evitar que o problema cres\u00e7a:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Orientar equipes sobre respeito no trabalho.<\/li>\n\n\n\n<li>Receber reclama\u00e7\u00f5es sem expor ainda mais o trabalhador.<\/li>\n\n\n\n<li>Registrar advert\u00eancias quando houver ofensa repetida.<\/li>\n\n\n\n<li>Separar brincadeira leve de humilha\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/li>\n\n\n\n<li>Investigar relatos com testemunhas, mensagens e documentos.<\/li>\n\n\n\n<li>Corrigir a conduta antes que a situa\u00e7\u00e3o vire a\u00e7\u00e3o judicial.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A empresa que ignora o problema pode acabar respondendo por dano moral, mesmo quando as ofensas partem de colegas e n\u00e3o diretamente da chefia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/07\/03\/pai-mandava-r-2-430-por-mes-no-pix-para-ajudar-filha-com-aluguel-e-acabou-chamando-a-atencao-da-receita-federal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Pai mandava R$ 2.430 por m\u00eas no Pix para ajudar filha com aluguel e acabou chamando a aten\u00e7\u00e3o da Receita Federal<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais provas ajudam o trabalhador em casos parecidos?<\/h2>\n\n\n\n<p>O caso de Minas mostra que prova faz diferen\u00e7a. No processo, apareceram fotos de inscri\u00e7\u00f5es ofensivas no local de trabalho e relatos de testemunhas confirmando que o apelido incomodava o empregado.<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong><a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/decreto-lei\/del5452.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CLT<\/a><\/strong> trata do dano extrapatrimonial na rela\u00e7\u00e3o de trabalho, e a <strong><a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/constituicao\/constituicao.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Constitui\u00e7\u00e3o Federal<\/a><\/strong> protege honra, imagem e intimidade, com direito \u00e0 indeniza\u00e7\u00e3o quando houver viola\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A leitura pr\u00e1tica fica assim:<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"679\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-287-1024x679.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-243054\" style=\"width:708px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-287-1024x679.png 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-287-300x199.png 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-287-768x509.png 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-287-750x497.png 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-287-1140x756.png 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/image-287.png 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 a li\u00e7\u00e3o para quem sofre apelidos ofensivos no trabalho?<\/h2>\n\n\n\n<p>O trabalhador n\u00e3o precisa aceitar humilha\u00e7\u00e3o como se fosse brincadeira normal. Quando o apelido machuca, se repete e exp\u00f5e a pessoa diante dos colegas, o caso pode deixar de ser piada e virar dano moral.<\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o do <strong>TRT-MG<\/strong> refor\u00e7a que a empresa deve agir para impedir ofensas no trabalho. Para o empregado, o caminho mais seguro \u00e9 guardar provas, buscar orienta\u00e7\u00e3o e n\u00e3o deixar o problema crescer em sil\u00eancio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os apelidos ofensivos no trabalho renderam indeniza\u00e7\u00e3o de R$ 3 mil a um trabalhador em Minas Gerais. A Justi\u00e7a entendeu que a empresa foi omissa ao n\u00e3o impedir constrangimentos ligados \u00e0 apar\u00eancia f\u00edsica do empregado. O que aconteceu com o trabalhador em Minas Gerais? O caso foi julgado pela Oitava Turma do TRT-MG. 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