{"id":241158,"date":"2026-07-03T19:55:00","date_gmt":"2026-07-03T22:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=241158"},"modified":"2026-07-03T19:21:48","modified_gmt":"2026-07-03T22:21:48","slug":"o-vilarejo-de-ceramica-e-neblina-no-alto-da-serra-do-mar-conhecido-como-maior-polo-de-arte-de-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/07\/03\/o-vilarejo-de-ceramica-e-neblina-no-alto-da-serra-do-mar-conhecido-como-maior-polo-de-arte-de-sao-paulo\/","title":{"rendered":"O vilarejo de cer\u00e2mica e neblina no alto da Serra do Mar conhecido como maior polo de arte de S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"\n<p>Entre a neblina da serra, o cheiro de lenha que sai dos fornos e o brilho das pe\u00e7as rec\u00e9m-queimadas, <strong>Cunha<\/strong> virou um dos destinos mais autorais de <strong>S\u00e3o Paulo<\/strong>. No alto da <strong>Serra da Bocaina<\/strong>, essa est\u00e2ncia clim\u00e1tica de 21 mil habitantes foi reconhecida por lei federal como a <strong>Capital Nacional da Cer\u00e2mica de Alta Temperatura<\/strong>. Ali, o barro n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 artesanato: \u00e9 identidade, turismo, mem\u00f3ria e motivo para viajar devagar.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como uma t\u00e9cnica japonesa transformou Cunha na capital da cer\u00e2mica?<\/h2>\n\n\n\n<p>Uma t\u00e9cnica japonesa transformou Cunha na capital da cer\u00e2mica porque trouxe para a cidade um jeito raro de queimar pe\u00e7as em altas temperaturas, usando lenha, tempo e muita precis\u00e3o. A hist\u00f3ria come\u00e7a em 1975, quando um grupo de ceramistas se instalou no antigo matadouro municipal, cedido pela prefeitura, e levou para l\u00e1 o forno <strong>Noborigama<\/strong>, t\u00e9cnica milenar origin\u00e1ria de Kyoto.<\/p>\n\n\n\n<p>O forno usa c\u00e2maras interligadas em aclive para atingir temperaturas superiores a 1.400&nbsp;\u00b0C. O grupo pioneiro era formado pelo casal japon\u00eas <strong>Toshiyuki e Mieko Ukeseki<\/strong>, o ceramista portugu\u00eas <strong>Alberto Cidraes<\/strong> e os irm\u00e3os mineiros <strong>Vicente e Ant\u00f4nio Cordeiro<\/strong>. A primeira abertura de fornada aconteceu em 1976, e o que come\u00e7ou com cinco pessoas virou um movimento cultural que resiste h\u00e1 cinco d\u00e9cadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2022, o governo federal reconheceu essa trajet\u00f3ria com a <a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/882673-lei-confere-o-titulo-de-capital-nacional-da-ceramica-de-alta-temperatura-a-cidade-de-cunha-em-sp\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Lei 14.363<\/strong><\/a>, que conferiu \u00e0 cidade o t\u00edtulo oficial de Capital Nacional da Cer\u00e2mica de Alta Temperatura. Cada pe\u00e7a que sai do forno Noborigama \u00e9 \u00fanica: a cinza da lenha, levada pelo calor extremo, deposita-se sobre a argila e cria efeitos imposs\u00edveis de repetir.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-2-45134-1024x576.jpg\" alt=\"O vilarejo de cer\u00e2mica e neblina no alto da Serra do Mar que \u00e9 o maior polo de arte de S\u00e3o Paulo\" class=\"wp-image-183594\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-2-45134-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-2-45134-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-2-45134-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-2-45134-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-2-45134-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-2-45134.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cunha, S\u00e3o Paulo \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikipedia \/ Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a cer\u00e2mica de Cunha ganhou reconhecimento nacional e internacional?<\/h2>\n\n\n\n<p>A cer\u00e2mica de Cunha ganhou reconhecimento nacional e internacional porque uniu t\u00e9cnica rara, identidade pr\u00f3pria e um circuito de ateli\u00eas que atrai visitantes, colecionadores e artistas. Segundo o <a href=\"https:\/\/crab.sebrae.com.br\/conheca-o-polo-de-ceramica-de-cunha\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Centro Sebrae de Refer\u00eancia do Artesanato Brasileiro (CRAB)<\/strong><\/a>, a cer\u00e2mica local \u00e9 reconhecida internacionalmente por sua sofistica\u00e7\u00e3o e identidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A <a href=\"https:\/\/cunha.sp.gov.br\/a-cidade\/release\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Prefeitura de Cunha<\/strong><\/a> descreve a cidade como um importante polo de cer\u00e2mica art\u00edstica na Am\u00e9rica do Sul, posi\u00e7\u00e3o sustentada pela concentra\u00e7\u00e3o de fornos Noborigama ativos, algo sem equivalente at\u00e9 no Jap\u00e3o contempor\u00e2neo. \u00c9 esse contraste que chama aten\u00e7\u00e3o: uma cidade pequena da serra paulista virou refer\u00eancia mundial em uma t\u00e9cnica nascida do outro lado do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde 2005, o <strong>Festival de Cer\u00e2mica de Cunha<\/strong> acontece anualmente, reunindo ceramistas, visitantes e compradores de diferentes regi\u00f5es do Brasil e do exterior. Em 2025, a edi\u00e7\u00e3o celebrou os 50 anos da chegada do primeiro forno Noborigama, com mais de 50 ateli\u00eas abertos ao p\u00fablico ao mesmo tempo. Cunha tamb\u00e9m foi palco de duas edi\u00e7\u00f5es do <strong>L&#8217;\u00c9tape Brasil by Le Tour de France<\/strong>, prova de ciclismo que escolheu a serra pela beleza e pela dificuldade das estradas de montanha.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-5-47587-1024x576.jpg\" alt=\"O vilarejo de cer\u00e2mica e neblina no alto da Serra do Mar que \u00e9 o maior polo de arte de S\u00e3o Paulo\" class=\"wp-image-183597\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-5-47587-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-5-47587-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-5-47587-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-5-47587-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-5-47587-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-5-47587.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cunha, S\u00e3o Paulo \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikipedia \/ Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que fazer em Cunha al\u00e9m de visitar ateli\u00eas de cer\u00e2mica?<\/h2>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dos ateli\u00eas de cer\u00e2mica, Cunha oferece trilhas, cachoeiras, campos de lavanda, estrada hist\u00f3rica, queijos artesanais e mirantes com vista para o mar. A cidade concentra muito mais do que barro e fornos, e as principais atra\u00e7\u00f5es da <a href=\"https:\/\/cunha.sp.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Est\u00e2ncia Clim\u00e1tica de Cunha<\/strong><\/a> ficam espalhadas entre o centro e as estradas rurais.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list has-medium-font-size\">\n<li><strong>Circuito de ateli\u00eas de cer\u00e2mica<\/strong>: mais de 20 ateli\u00eas espalhados pela cidade e arredores, muitos com visitas abertas e oficinas para o p\u00fablico. O Ateli\u00ea Suenaga e Jardineiro \u00e9 um dos pioneiros e abre suas fornadas ao p\u00fablico em datas fixas. A Casa do Artes\u00e3o centraliza a produ\u00e7\u00e3o de dezenas de ceramistas locais em um \u00fanico endere\u00e7o no centro.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pedra da Macela<\/strong>: pico a 1.840 metros de altitude no Parque Nacional da Serra da Bocaina, na divisa entre S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro. A caminhada de 2 km em terreno \u00edngreme recompensa com vista panor\u00e2mica de Paraty, da Ba\u00eda de Ilha Grande e de Angra dos Reis.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Parque Estadual da Serra do Mar<\/strong>: o maior bloco cont\u00ednuo de Mata Atl\u00e2ntica preservada do Brasil, com 330 mil hectares. O n\u00facleo de Cunha oferece trilhas de 1,7 km a 14,4 km, com at\u00e9 seis cachoeiras em um \u00fanico percurso.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Lavand\u00e1rio e Contempl\u00e1rio<\/strong>: campos de lavanda instalados no alto da serra, com vistas para o Vale do Para\u00edba. O Lavand\u00e1rio fica na estrada Cunha-Paraty e inspira compara\u00e7\u00f5es com a Proven\u00e7a francesa. O Contempl\u00e1rio, no bairro do Tabo\u00e3o, \u00e9 a segunda op\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o, mais recente e com estrutura diferente.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Estrada Cunha-Paraty<\/strong>: trecho de 9,4 km que percorre o Parque Nacional da Serra da Bocaina pelo tra\u00e7ado do antigo Caminho do Ouro, com paisagens de Mata Atl\u00e2ntica densa. Os carros circulam apenas das 7h \u00e0s 17h30 para preservar a travessia dos animais.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Fazenda Aracatu<\/strong>: propriedade rural com queijos artesanais premiados, p\u00e3es e doces caseiros, a 9,5 km do centro pela estrada Cunha-Paraty. Combina loja e ambiente de museu de objetos antigos.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Quem busca um roteiro completo por <strong>Cunha<\/strong> vai curtir esse v\u00eddeo especialmente selecionado do canal <strong>Vamos Fugir Blog<\/strong>, que conta com mais de <strong>145 mil<\/strong> visualiza\u00e7\u00f5es. Nele, <strong>L\u00edgia e Ulisses<\/strong> mostram as melhores trilhas, campos de lavanda e ateli\u00eas de cer\u00e2mica de <strong>S\u00e3o Paulo<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"O que fazer em Cunha - SP? - Roteiro de viagem para 2 ou 3 dias!\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/7_kRHFimRk0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 a melhor \u00e9poca para visitar Cunha na serra paulista?<\/h2>\n\n\n\n<p>A melhor \u00e9poca para visitar Cunha costuma ser o inverno e o per\u00edodo dos festivais, quando o frio, a neblina e as aberturas de forno deixam a cidade ainda mais charmosa. O clima \u00e9 tropical de altitude, com temperaturas que variam ao longo do ano de acordo com o <a href=\"https:\/\/www.climatempo.com.br\/previsao-do-tempo\/cidade\/2274\/cunha-sp\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Climatempo<\/strong><\/a>. A cidade registra geadas ocasionais no inverno e a chamada \u201cchuva da serra\u201d, uma garoa fina e persistente que cobre as montanhas de n\u00e9voa densa.<\/p>\n\n\n\n<style>\n    .clima-grid { \n        --cor-primaria: #1a2a57; --cor-secundaria: #1a2a57; --cor-txt-secundaria: #ffffff;\n        display: grid; grid-template-columns: repeat(auto-fit, minmax(190px, 1fr)); gap: 15px; justify-content: center; padding: 10px;\n    }\n    .clima-card { border: 5px solid var(--cor-primaria); border-top: 5px solid var(--cor-secundaria); border-radius: 12px; background-color: var(--cor-primaria); background-clip: padding-box; display: flex; flex-direction: column; overflow: hidden; cursor: pointer; box-shadow: 0 6px 12px rgba(0,0,0, 0.2); transition: transform 0.2s ease, box-shadow 0.2s ease; -webkit-tap-highlight-color: transparent; user-select: none; transform: translateZ(0); animation: wmFadeIn 0.6s cubic-bezier(0.2, 0.8, 0.2, 1) backwards; }\n    .clima-card:focus-visible { outline: 3px dashed var(--cor-secundaria); 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O melhor plano \u00e9 fazer <strong>trilhas e cachoeiras pela manh\u00e3, deixando os ateli\u00eas para a tarde<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"clima-pill\"><span>\ud83d\udca7 Chuva Alta<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n    <div class=\"clima-card\" tabindex=\"0\">\n        <div class=\"clima-header\"><div class=\"clima-emoji\" aria-hidden=\"true\">\ud83d\udd4a\ufe0f<\/div><div class=\"clima-titulo\">Outono<\/div><\/div>\n        <div class=\"clima-body\">\n            <time class=\"clima-mes\">Abril a junho<\/time><div class=\"clima-temp\">14\u00b0C a 22\u00b0C<\/div>\n            <div class=\"clima-desc\">O clima esfria na medida certa e as chuvas perdem for\u00e7a. \u00c9 uma boa fase para curtir a <strong>Festa do Divino, os campos de lavanda e o circuito de ateli\u00eas<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"clima-pill\"><span>\u2601\ufe0f Chuva M\u00e9dia<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n    <div class=\"clima-card clima-destaque\" tabindex=\"0\">\n        <div class=\"clima-header\"><div class=\"clima-emoji\" aria-hidden=\"true\">\ud83c\udffa<\/div><div class=\"clima-titulo\">Inverno<\/div><\/div>\n        <div class=\"clima-body\">\n            <time class=\"clima-mes\">Julho a setembro<\/time><div class=\"clima-temp\">8\u00b0C a 18\u00b0C<\/div>\n            <div class=\"clima-desc\">A \u00e9poca mais fria e charmosa, com chance de geadas. Momento especial para ver a <strong>neblina dram\u00e1tica, aberturas de forno e o Festival de Cer\u00e2mica<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"clima-pill\"><span>\u2b50 Melhor \u00c9poca \/ Festival de Cer\u00e2mica<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n    <div class=\"clima-card\" tabindex=\"0\">\n        <div class=\"clima-header\"><div class=\"clima-emoji\" aria-hidden=\"true\">\ud83c\udf38<\/div><div class=\"clima-titulo\">Primavera<\/div><\/div>\n        <div class=\"clima-body\">\n            <time class=\"clima-mes\">Outubro a novembro<\/time><div class=\"clima-temp\">15\u00b0C a 24\u00b0C<\/div>\n            <div class=\"clima-desc\">A umidade retorna enquanto a serra esquenta aos poucos. Boa \u00e9poca para focar nas <strong>trilhas, campos de lavanda e Festival de Cer\u00e2mica<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"clima-pill\"><span>\u2601\ufe0f Chuva M\u00e9dia<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><em>Temperaturas aproximadas com base no <a href=\"https:\/\/www.climatempo.com.br\/previsao-do-tempo\/cidade\/2274\/cunha-sp\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Climatempo<\/strong><\/a>. Condi\u00e7\u00f5es podem variar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como chegar a Cunha saindo de S\u00e3o Paulo ou do Rio de Janeiro?<\/h2>\n\n\n\n<p>Para chegar a Cunha saindo de S\u00e3o Paulo, o caminho mais comum \u00e9 seguir pela <strong>Rodovia Presidente Dutra (BR-116)<\/strong> at\u00e9 Guaratinguet\u00e1 e depois entrar na <strong>SP-171 (Rodovia Paulo Virg\u00ednio)<\/strong>, em dire\u00e7\u00e3o a Paraty. A cidade fica no km 46 dessa rodovia, a cerca de 230 km da capital paulista.<\/p>\n\n\n\n<p>Do <strong>Rio de Janeiro<\/strong>, o trajeto tamb\u00e9m segue pela Dutra at\u00e9 Guaratinguet\u00e1 e depois pela SP-171, com cerca de 300 km no total. N\u00e3o h\u00e1 \u00f4nibus direto de S\u00e3o Paulo para Cunha: a baldea\u00e7\u00e3o \u00e9 feita em Guaratinguet\u00e1. Carro pr\u00f3prio ou alugado \u00e9 a op\u00e7\u00e3o mais pr\u00e1tica, j\u00e1 que a maioria das atra\u00e7\u00f5es fica fora do centro e em estradas rurais.<\/p>\n\n\n\n<iframe src=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/embed?pb=!1m18!1m12!1m3!1d1584399.0153520382!2d-45.84878989713491!3d-23.05851912732398!2m3!1f0!2f0!3f0!3m2!1i1024!2i768!4f13.1!3m3!1m2!1s0x9d7ce47f825ea7%3A0xb0e1ed8f9db1d15a!2sCunha%2C%20SP%2C%2012530-000!5e1!3m2!1spt-BR!2sbr!4v1783084533008!5m2!1spt-BR!2sbr\" width=\"600\" height=\"450\" style=\"border:0;\" allowfullscreen=\"\" loading=\"lazy\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\"><\/iframe>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/10\/com-mais-de-1-milhao-de-arvores-essa-cidade-no-brasil-conquista-o-posto-de-mais-arborizada-do-planeta\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Com mais de 1 milh\u00e3o de \u00e1rvores, essa cidade no Brasil conquista o posto de mais arborizada do planeta<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que Cunha \u00e9 o tipo de cidade que d\u00e1 vontade de voltar?<\/h2>\n\n\n\n<p>Cunha d\u00e1 vontade de voltar porque n\u00e3o entrega apenas um passeio bonito, mas uma experi\u00eancia de ritmo lento, arte viva e serra de verdade. A cidade tem ateli\u00eas, neblina, lavandas, trilhas, cachoeiras, queijos, caf\u00e9s e uma estrada que liga a montanha ao mar, criando um roteiro que muda conforme a esta\u00e7\u00e3o e o tempo dispon\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>O mais especial \u00e9 que Cunha n\u00e3o nasceu famosa por acaso. Os ceramistas que chegaram em 1975 criaram uma identidade onde antes havia apenas uma cidade serrana discreta. Hoje, visitar Cunha \u00e9 entrar em um lugar que escolheu transformar barro em arte, forno em espet\u00e1culo e sil\u00eancio de montanha em motivo para ficar mais um pouco.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre a neblina da serra, o cheiro de lenha que sai dos fornos e o brilho das pe\u00e7as rec\u00e9m-queimadas, Cunha virou um dos destinos mais autorais de S\u00e3o Paulo. No alto da Serra da Bocaina, essa est\u00e2ncia clim\u00e1tica de 21 mil habitantes foi reconhecida por lei federal como a Capital Nacional da Cer\u00e2mica de Alta [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":187941,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_yoast_wpseo_focuskw":"Cer\u00e2mica","_yoast_wpseo_title":"","_yoast_wpseo_metadesc":"Cer\u00e2mica, neblina e altitude: o vilarejo da Serra do Mar que virou o maior polo art\u00edstico do estado de S\u00e3o Paulo. 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