{"id":237448,"date":"2026-06-28T14:35:00","date_gmt":"2026-06-28T17:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=237448"},"modified":"2026-06-27T17:42:42","modified_gmt":"2026-06-27T20:42:42","slug":"arqueologos-descobrem-um-mapa-tecnologico-a-1-000-quilometros-de-profundidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/06\/28\/arqueologos-descobrem-um-mapa-tecnologico-a-1-000-quilometros-de-profundidade\/","title":{"rendered":"Arque\u00f3logos descobrem um mapa tecnol\u00f3gico a 1.000 quil\u00f4metros de profundidade"},"content":{"rendered":"\n<p>Deixar de lado os registros em papel para observar vest\u00edgios antigos do espa\u00e7o pode transformar o que sabemos sobre civiliza\u00e7\u00f5es desaparecidas. Imagens a\u00e9reas revelaram uma impressionante <strong>rede de canais antigos<\/strong> que mudou a geografia de uma regi\u00e3o considerada inabit\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como fotos da Guerra Fria ajudaram na descoberta arqueol\u00f3gica?<\/h2>\n\n\n\n<p>Uma equipe de elite de pesquisadores utilizou fotografias desclassificadas de sat\u00e9lites espi\u00f5es americanos das d\u00e9cadas de 1960 e 1970 para mapear o C\u00e1ucaso. Os <a href=\"https:\/\/www.nationalmuseum.af.mil\/Visit\/Museum-Exhibits\/Fact-Sheets\/Display\/Article\/195923\/cold-war-in-space-top-secret-reconnaissance-satellites-revealed\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">programas militares CORONA e GAMBIT <\/a>registraram a topografia da Arm\u00eania antes que a agricultura intensiva modificasse o terreno de forma definitiva. Os cientistas cruzaram esses dados antigos com imagens de alta tecnologia do sat\u00e9lite moderno Sentinel-1.<\/p>\n\n\n\n<p>A combina\u00e7\u00e3o de tecnologias permitiu identificar varia\u00e7\u00f5es na umidade do solo e na vegeta\u00e7\u00e3o que passam despercebidas ao olho humano. Os canais enterrados acumulam mais \u00e1gua que a terra seca ao redor, criando linhas que indicam a interfer\u00eancia humana na paisagem. Essa an\u00e1lise tecnol\u00f3gica confirmou a exist\u00eancia de uma colossal infraestrutura h\u00eddrica na plan\u00edcie do vale do rio Aras.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"572\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Old_spy_film_roll_maps_202606271622-1024x572.jpeg\" alt=\"rede de canais antigos\" class=\"wp-image-237450\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Old_spy_film_roll_maps_202606271622-1024x572.jpeg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Old_spy_film_roll_maps_202606271622-300x167.jpeg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Old_spy_film_roll_maps_202606271622-768x429.jpeg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Old_spy_film_roll_maps_202606271622-750x419.jpeg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Old_spy_film_roll_maps_202606271622-1140x636.jpeg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Old_spy_film_roll_maps_202606271622.jpeg 1376w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma equipe de elite de pesquisadores utilizou fotografias desclassificadas de sat\u00e9lites espi\u00f5es americanos das d\u00e9cadas de 1960 e 1970 para mapear o C\u00e1ucaso<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/06\/13\/o-misterioso-sistema-dos-incas-para-contabilidade-e-impostos-que-impressionou-os-pesquisadores\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O misterioso sistema dos Incas para contabilidade e impostos que impressionou os pesquisadores<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quem foi o monarca respons\u00e1vel por alterar o deserto?<\/h2>\n\n\n\n<p>Os dados arqueol\u00f3gicos apontam diretamente para as a\u00e7\u00f5es do rei Argishti I, governante que comandou o reino de Urartu entre 786 e 764 a.C. O monarca fundou a fortaleza militar de Argishtikhinili em uma \u00e1rea estrat\u00e9gica do ponto de vista pol\u00edtico, por\u00e9m completamente seca. Para viabilizar a ocupa\u00e7\u00e3o humana, o governante ordenou a constru\u00e7\u00e3o de uma pioneira <strong>rede de canais antigos<\/strong> na Idade do Ferro.<\/p>\n\n\n\n<p>As inscri\u00e7\u00f5es gravadas em blocos de pedra indicavam a abertura de cinco canais principais voltados para o abastecimento de planta\u00e7\u00f5es e vinhedos. A comunidade acad\u00eamica internacional considerava os relatos escritos como mera propaganda pol\u00edtica para exaltar a figura do imperador frente aos rivais da Ass\u00edria. Um estudo recente divulgado pela prestigiada revista Antiquity confirmou a precis\u00e3o milenar das alega\u00e7\u00f5es do soberano.<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise digital detalhada do terreno quantificou a extens\u00e3o das estruturas de capta\u00e7\u00e3o encontradas na \u00e1rea de pesquisa. O levantamento estat\u00edstico revelou como os recursos h\u00eddricos estavam divididos no subsolo da regi\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Cerca de 429 quil\u00f4metros de valas voltadas para a irriga\u00e7\u00e3o agr\u00edcola moderna<\/li>\n\n\n\n<li>Aproximadamente 419 quil\u00f4metros de leitos fluviais naturais modificados pelas popula\u00e7\u00f5es<\/li>\n\n\n\n<li>Exatos 134,6 quil\u00f4metros de canais artificiais retil\u00edneos constru\u00eddos no per\u00edodo imperial<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"572\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aerial_view_desert_landscape_for\u2026_202606271622-1024x572.jpeg\" alt=\"rede de canais antigos\" class=\"wp-image-237451\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aerial_view_desert_landscape_for\u2026_202606271622-1024x572.jpeg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aerial_view_desert_landscape_for\u2026_202606271622-300x167.jpeg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aerial_view_desert_landscape_for\u2026_202606271622-768x429.jpeg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aerial_view_desert_landscape_for\u2026_202606271622-750x419.jpeg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aerial_view_desert_landscape_for\u2026_202606271622-1140x636.jpeg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aerial_view_desert_landscape_for\u2026_202606271622.jpeg 1376w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O imp\u00e9rio garantiu estabilidade financeira e o controle absoluto da produ\u00e7\u00e3o de alimentos ao dominar o fluxo das \u00e1guas na regi\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a engenharia de Urartu continuou ativa por s\u00e9culos?<\/h2>\n\n\n\n<p>O imp\u00e9rio garantiu estabilidade financeira e o controle absoluto da produ\u00e7\u00e3o de alimentos ao dominar o fluxo das \u00e1guas na regi\u00e3o. Mesmo ap\u00f3s o colapso do reino de Urartu em 590 a.C., as civiliza\u00e7\u00f5es subsequentes preservaram a estrutura subterr\u00e2nea intacta. Agricultores do per\u00edodo helen\u00edstico e moradores da Idade M\u00e9dia mantiveram a manuten\u00e7\u00e3o da <strong>rede de canais antigos<\/strong> para garantir a sobreviv\u00eancia das vilas.<\/p>\n\n\n\n<p>O mapeamento subterr\u00e2neo totalizou 1.019 quil\u00f4metros de interven\u00e7\u00f5es estruturais ligadas ao manejo h\u00eddrico ao longo dos s\u00e9culos. O controle dos rios na antiguidade representava o mesmo peso geopol\u00edtico que a explora\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis f\u00f3sseis possui na economia contempor\u00e2nea. O legado do antigo rei Argishti I transformou-se em uma base permanente de subsist\u00eancia para diferentes gera\u00e7\u00f5es do C\u00e1ucaso.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como os cientistas pretendem salvar o s\u00edtio arqueol\u00f3gico?<\/h2>\n\n\n\n<p>Os pesquisadores do projeto planejam iniciar escava\u00e7\u00f5es f\u00edsicas em pontos estrat\u00e9gicos do deserto nos pr\u00f3ximos meses. O objetivo principal das equipes envolve coletar amostras org\u00e2nicas para realizar a data\u00e7\u00e3o por radiocarbono de cada se\u00e7\u00e3o constru\u00edda. A atividade agr\u00edcola mecanizada e a expans\u00e3o das cidades vizinhas avan\u00e7am rapidamente sobre os limites da zona protegida.<\/p>\n\n\n\n<p>Salvar esses registros materiais antes da destrui\u00e7\u00e3o total ajuda a entender as t\u00e9cnicas de resili\u00eancia clim\u00e1tica adotadas no passado. Os especialistas correm contra o tempo para documentar os detalhes arquitet\u00f4nicos remanescentes antes que a interfer\u00eancia humana apague os vest\u00edgios. Decifrar os segredos de Urartu traz ensinamentos valiosos sobre como lidar com a escassez h\u00eddrica em solos \u00e1ridos.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Deixar de lado os registros em papel para observar vest\u00edgios antigos do espa\u00e7o pode transformar o que sabemos sobre civiliza\u00e7\u00f5es desaparecidas. Imagens a\u00e9reas revelaram uma impressionante rede de canais antigos que mudou a geografia de uma regi\u00e3o considerada inabit\u00e1vel. Como fotos da Guerra Fria ajudaram na descoberta arqueol\u00f3gica? 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