{"id":230614,"date":"2026-06-14T10:35:00","date_gmt":"2026-06-14T13:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=230614"},"modified":"2026-06-14T10:34:16","modified_gmt":"2026-06-14T13:34:16","slug":"esse-vilarejo-de-ceramica-e-neblina-onde-fornos-japoneses-queimam-barro-a-1-400c-se-tornou-o-maior-polo-de-arte-de-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/06\/14\/esse-vilarejo-de-ceramica-e-neblina-onde-fornos-japoneses-queimam-barro-a-1-400c-se-tornou-o-maior-polo-de-arte-de-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Esse vilarejo de cer\u00e2mica e neblina, onde fornos japoneses queimam barro a 1.400\u00b0C, se tornou o maior polo de arte de S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"\n<p>Entre a n\u00e9voa que desce das serras e o cheiro de lenha dos fornos, <strong>Cunha<\/strong> guarda uma identidade rara no interior paulista. A est\u00e2ncia clim\u00e1tica a 230 km de <strong>S\u00e3o Paulo<\/strong> abriga o primeiro forno japon\u00eas do pa\u00eds e foi reconhecida por lei como capital nacional de uma arte milenar.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como uma t\u00e9cnica japonesa transformou Cunha na capital da cer\u00e2mica?<\/h2>\n\n\n\n<p>A virada aconteceu em 1975. Um grupo de ceramistas se instalou no antigo matadouro municipal e ergueu ali o primeiro forno <strong>Noborigama<\/strong> do <strong>Brasil<\/strong>, t\u00e9cnica de origem chinesa refinada no <strong>Jap\u00e3o<\/strong>, segundo a <a href=\"https:\/\/www12.senado.leg.br\/noticias\/materias\/2022\/06\/02\/cunha-em-sao-paulo-passa-a-ser-a-capital-nacional-da-ceramica-de-alta-temperatura\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Ag\u00eancia Senado<\/strong><\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>O pioneirismo tem nome e sobrenome. O grupo reunia o casal japon\u00eas <strong>Toshiyuki e Mieko Ukeseki<\/strong>, o arquiteto portugu\u00eas <strong>Alberto Cidraes<\/strong> e os irm\u00e3os mineiros <strong>Vicente e Ant\u00f4nio Cordeiro<\/strong>. O que come\u00e7ou com poucas pessoas virou um movimento cultural que resiste h\u00e1 cinco d\u00e9cadas e levou o reconhecimento federal de Capital Nacional da Cer\u00e2mica de Alta Temperatura \u00e0 cidade em 2022, <a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/noticias\/882673-lei-confere-o-titulo-de-capital-nacional-da-ceramica-de-alta-temperatura-a-cidade-de-cunha-em-sp\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>segundo a C\u00e2mara dos Deputados<\/strong><\/a>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-2-45134-1024x576.jpg\" alt=\"Esse vilarejo de cer\u00e2mica e neblina, onde fornos japoneses queimam barro a 1.400\u00b0C, se tornou o maior polo de arte de S\u00e3o Paulo\" class=\"wp-image-183594\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-2-45134-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-2-45134-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-2-45134-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-2-45134-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-2-45134-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-2-45134.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cunha, S\u00e3o Paulo \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikipedia \/ Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que cada pe\u00e7a de Cunha \u00e9 \u00fanica?<\/h2>\n\n\n\n<p>O segredo est\u00e1 no fogo. O forno Noborigama \u00e9 constru\u00eddo em aclive, com c\u00e2maras interligadas que atingem temperaturas superiores a 1.400 \u00b0C em queimas que duram entre 30 e 40 horas, alimentadas apenas a lenha.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado nunca se repete. A cinza levada pelo calor extremo se deposita sobre a argila e cria vidrados org\u00e2nicos imposs\u00edveis de reproduzir, marca registrada das pe\u00e7as cunhenses. A tradi\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda mais antiga: a cer\u00e2mica j\u00e1 existia na regi\u00e3o no tempo dos \u00edndios tamoios, que moldavam utens\u00edlios em fornos rudimentares antes mesmo da chegada dos portugueses.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-4-60073-1024x576.jpg\" alt=\"Esse vilarejo de cer\u00e2mica e neblina, onde fornos japoneses queimam barro a 1.400\u00b0C, se tornou o maior polo de arte de S\u00e3o Paulo\" class=\"wp-image-183596\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-4-60073-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-4-60073-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-4-60073-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-4-60073-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-4-60073-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Cunha-SP-4-60073.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cunha, S\u00e3o Paulo \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikipedia \/ Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O reconhecimento que cruzou fronteiras<\/h2>\n\n\n\n<p>Cunha concentra algo que nem o Jap\u00e3o contempor\u00e2neo re\u00fane. A cidade tem a maior quantidade de fornos Noborigama ativos fora do pa\u00eds de origem da t\u00e9cnica, o que atrai colecionadores e artistas estrangeiros para a serra paulista.<\/p>\n\n\n\n<p>O calend\u00e1rio ajudou a consolidar a fama. Desde 2005, o <strong>Festival de Cer\u00e2mica de Cunha<\/strong> acontece todos os anos com aberturas de fornada, oficinas e exposi\u00e7\u00f5es. A edi\u00e7\u00e3o de 2025 celebrou os 50 anos do primeiro forno e levou mais de 15 mil pessoas \u00e0 cidade, com dezenas de ateli\u00eas abertos ao p\u00fablico ao mesmo tempo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que fazer em Cunha al\u00e9m dos ateli\u00eas?<\/h2>\n\n\n\n<p>A cidade re\u00fane muito mais do que barro e fornos. As atra\u00e7\u00f5es se espalham entre o centro e a estrada que leva a Paraty.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list has-medium-font-size\">\n<li><strong>Circuito de ateli\u00eas<\/strong>: dezenas de espa\u00e7os abertos \u00e0 visita\u00e7\u00e3o, como o <strong>Ateli\u00ea Suenaga e Jardineiro<\/strong>, um dos mais tradicionais, que marca aberturas de fornada para o p\u00fablico.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pedra da Macela<\/strong>: mirante a cerca de 1.840 m no Parque Nacional da Serra da Bocaina, com vista para Paraty e a Ba\u00eda de Ilha Grande ap\u00f3s uma trilha curta e \u00edngreme.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>N\u00facleo Cunha do Parque Estadual da Serra do Mar<\/strong>: trilhas que variam de 1,7 km a mais de 14 km, com cachoeiras em meio \u00e0 Mata Atl\u00e2ntica preservada.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Campos de lavanda<\/strong>: jardins instalados no alto da serra que rendem compara\u00e7\u00f5es com a Proven\u00e7a francesa, fora do roteiro mais \u00f3bvio.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Estrada Cunha-Paraty<\/strong>: trecho de terra pelo antigo Caminho do Ouro, dentro do parque nacional, com circula\u00e7\u00e3o restrita para proteger a fauna.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Quem procura uma viagem tranquila para curtir a natureza e se desligar da correria, vai curtir esse v\u00eddeo especialmente selecionado do canal <strong>Vamos Fugir Blog<\/strong>, que conta com mais de <strong>143 mil<\/strong> visualiza\u00e7\u00f5es, onde os apresentadores mostram trilhas, cachoeiras e um roteiro essencial de viagem para 2 ou 3 dias em <strong>Cunha &#8211; SP<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"O que fazer em Cunha - SP? - Roteiro de viagem para 2 ou 3 dias!\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/7_kRHFimRk0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual a melhor \u00e9poca para visitar Cunha?<\/h2>\n\n\n\n<p>O clima \u00e9 tropical de altitude, com esta\u00e7\u00f5es marcadas. O inverno traz frio intenso, geadas ocasionais e a c\u00e9lebre n\u00e9voa que cobre as montanhas, enquanto o ver\u00e3o concentra a chuva da serra, uma garoa fina que pode durar dias.<\/p>\n\n\n\n<style>\n    .ant-grid { \n        --cor-primaria: #1a2a57;\n        --cor-secundaria: #1a2a57;\n        --cor-txt-secundaria: #ffffff; \n\n        display: grid !important; \n        grid-template-columns: repeat(auto-fit, minmax(190px, 1fr)) !important; \n        gap: 15px !important; \n        justify-content: center !important; \n        align-items: stretch !important;\n        padding: 10px !important;\n        margin: 30px auto !important;\n    }\n    \n    .ant-card { \n        border: 5px solid var(--cor-primaria) !important; \n        border-top: 5px solid var(--cor-secundaria) !important; \n        border-radius: 4px !important;\n        background-color: var(--cor-primaria) !important; \n        background-clip: padding-box !important; \n        display: flex !important; \n        flex-direction: column !important; 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A dica de ouro \u00e9 se planejar bem para curtir <strong>trilhas pela manh\u00e3 e ateli\u00eas \u00e0 tarde<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"pill-ant\"><span>Publicidade VIAJE COM AVISO<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"ant-card\">\n        <div class=\"ant-header\">\n            <span class=\"ant-emoji\">\ud83c\udf3f<\/span>\n            <span class=\"ant-titulo\">Outono<\/span>\n        <\/div>\n        <div class=\"ant-body\">\n            <span class=\"ant-mes\">Abril a Junho<\/span>\n            <span class=\"ant-temp\">14\u00b0C a 22\u00b0C<\/span>\n            <div class=\"ant-badge-chuva\">\ud83c\udf24\ufe0f Chuva M\u00e9dia<\/div>\n            <div class=\"ant-desc\">As precipita\u00e7\u00f5es recuam suavemente e as temperaturas come\u00e7am a cair. Uma janela formid\u00e1vel e super arom\u00e1tica para visitar os lind\u00edssimos <strong>campos de lavanda e Festa do Divino<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"pill-ant\"><span>\ud83c\udf24\ufe0f CLIMA AMENO<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"ant-card ant-card-destaque\">\n        <div class=\"ant-header\">\n            <span class=\"ant-emoji\">\ud83c\udfd4\ufe0f<\/span>\n            <span class=\"ant-titulo\">Inverno<\/span>\n        <\/div>\n        <div class=\"ant-body\">\n            <span class=\"ant-mes\">Julho a Setembro<\/span>\n            <span class=\"ant-temp\">8\u00b0C a 18\u00b0C<\/span>\n            <div class=\"ant-badge-chuva\">\u2600\ufe0f Chuva Baixa<\/div>\n            <div class=\"ant-desc\">A mais cobi\u00e7ada e badalada alta temporada da regi\u00e3o! O frio intenso traz a geada, criando o cen\u00e1rio impec\u00e1vel e po\u00e9tico para as <strong>aberturas de forno e neblina da serra<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"pill-ant\" style=\"color: #ffffff;\"><span>\u2b50 ALTA TEMPORADA<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"ant-card\">\n        <div class=\"ant-header\">\n            <span class=\"ant-emoji\">\ud83c\udffa<\/span>\n            <span class=\"ant-titulo\">Primavera<\/span>\n        <\/div>\n        <div class=\"ant-body\">\n            <span class=\"ant-mes\">Outubro a Novembro<\/span>\n            <span class=\"ant-temp\">15\u00b0C a 24\u00b0C<\/span>\n            <div class=\"ant-badge-chuva\">\ud83c\udf24\ufe0f Chuva M\u00e9dia<\/div>\n            <div class=\"ant-desc\">O clima ameno e florido retoma as r\u00e9deas da serra paulista. Com os dias extremamente agrad\u00e1veis, \u00e9 uma \u00e9poca formid\u00e1vel e cultural para aproveitar o <strong>Festival de Cer\u00e2mica e trilhas<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"pill-ant\"><span>\ud83c\udf38 FESTIVAL E CULTURA<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><em>Temperaturas aproximadas com base no <a href=\"https:\/\/www.climatempo.com.br\/previsao-do-tempo\/cidade\/2274\/cunha-sp\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Climatempo<\/strong><\/a>. Condi\u00e7\u00f5es podem variar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como chegar a Cunha?<\/h2>\n\n\n\n<p>Cunha fica a 230 km da capital paulista. De S\u00e3o Paulo, o acesso \u00e9 pela <strong>Rodovia Presidente Dutra<\/strong> at\u00e9 Guaratinguet\u00e1, onde se entra na <strong>SP-171<\/strong> em dire\u00e7\u00e3o a Paraty.<\/p>\n\n\n\n<p>Do <strong>Rio de Janeiro<\/strong>, o trajeto soma cerca de 300 km pela mesma Dutra at\u00e9 Guaratinguet\u00e1. N\u00e3o h\u00e1 \u00f4nibus direto, e a baldea\u00e7\u00e3o \u00e9 feita em Guaratinguet\u00e1, por isso o carro \u00e9 a op\u00e7\u00e3o mais pr\u00e1tica, j\u00e1 que boa parte das atra\u00e7\u00f5es fica em estradas rurais.<\/p>\n\n\n\n<iframe src=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/embed?pb=!1m18!1m12!1m3!1d42327.02947830655!2d-44.982394959197286!3d-23.07276703751014!2m3!1f0!2f0!3f0!3m2!1i1024!2i768!4f13.1!3m3!1m2!1s0x9d7ce47f825ea7%3A0xb0e1ed8f9db1d15a!2sCunha%2C%20SP%2C%2012530-000!5e1!3m2!1spt-BR!2sbr!4v1781443957723!5m2!1spt-BR!2sbr\" width=\"600\" height=\"450\" style=\"border:0;\" allowfullscreen=\"\" loading=\"lazy\" referrerpolicy=\"no-referrer-when-downgrade\"><\/iframe>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/30\/eleita-1o-lugar-em-qualidade-de-vida-em-minas-gerais-a-unica-cidade-do-brasil-na-rota-termal-europeia-tem-aguas-sulfurosas-a-45c-dentro-de-um-vulcao-extinto\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Eleita 1\u00ba lugar em qualidade de vida em Minas Gerais: a \u00fanica cidade do Brasil na rota termal europeia tem \u00e1guas sulfurosas a 45\u00b0C dentro de um vulc\u00e3o extinto<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conhe\u00e7a a cidade que escolheu o barro como linguagem<\/h2>\n\n\n\n<p>Cunha tem uma identidade constru\u00edda por escolha. Os ceramistas que chegaram em 1975 n\u00e3o vinham para um lugar famoso, eles criaram um, no alto da serra entre a n\u00e9voa e o fogo dos fornos.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea precisa visitar Cunha com calma, esperar uma abertura de forno e subir a Pedra da Macela para entender por que essa vila virou destino de arte e natureza.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre a n\u00e9voa que desce das serras e o cheiro de lenha dos fornos, Cunha guarda uma identidade rara no interior paulista. A est\u00e2ncia clim\u00e1tica a 230 km de S\u00e3o Paulo abriga o primeiro forno japon\u00eas do pa\u00eds e foi reconhecida por lei como capital nacional de uma arte milenar. 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