{"id":228203,"date":"2026-06-12T10:35:00","date_gmt":"2026-06-12T13:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=228203"},"modified":"2026-06-12T08:18:42","modified_gmt":"2026-06-12T11:18:42","slug":"a-cidade-mineira-onde-uma-montanha-de-1-385-metros-desapareceu-e-nasceu-o-maior-poeta-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/06\/12\/a-cidade-mineira-onde-uma-montanha-de-1-385-metros-desapareceu-e-nasceu-o-maior-poeta-do-brasil\/","title":{"rendered":"A cidade mineira onde uma montanha de 1.385 metros desapareceu e nasceu o maior poeta do Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p>O nome vem do tupi e significa pedra que brilha, e o brilho era o do min\u00e9rio de ferro que cobria o <strong>Pico do Cau\u00ea<\/strong>. Em <strong>Itabira<\/strong>, no cora\u00e7\u00e3o do Quadril\u00e1tero Ferr\u00edfero mineiro, essa montanha inteira virou cratera, e quem melhor narrou a perda foi um filho da cidade, <strong>Carlos Drummond de Andrade<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como uma montanha inteira virou cratera<\/h2>\n\n\n\n<p>O Pico do Cau\u00ea erguia-se a 1.385 metros de altitude e tinha um brilho azulado que guiava viajantes desde o per\u00edodo colonial. A extra\u00e7\u00e3o industrial come\u00e7ou em 1911, quando a Itabira Iron Ore Company obteve a concess\u00e3o das jazidas de ferro.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1942, durante a Segunda Guerra, o presidente <strong>Get\u00falio Vargas<\/strong> nacionalizou as minas e criou a Companhia Vale do Rio Doce, atual <strong>Vale<\/strong>. D\u00e9cadas de explora\u00e7\u00e3o transformaram a montanha em uma enorme cratera, hoje estampada na bandeira do munic\u00edpio, conforme registra a biblioteca do <strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (<a href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\/cidades-e-estados\/mg\/itabira.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">IBGE<\/a>)<\/strong>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-1024x576.jpg\" alt=\"Itabira - A cidade mineira onde uma montanha de 1.385 metros desapareceu e nasceu o maior poeta do Brasil\" class=\"wp-image-153373\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Itabira atrai moradores que querem viver com calma \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikipedia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O menino que via o Cau\u00ea pela janela<\/h2>\n\n\n\n<p>Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira em 31 de outubro de 1902 e viveu ali at\u00e9 os 13 anos. Da janela de casa, via o Pico do Cau\u00ea todos os dias, antes de a fam\u00edlia se mudar para Belo Horizonte.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando voltou \u00e0 cidade d\u00e9cadas depois, encontrou uma cratera onde havia uma montanha. Essa ferida atravessou boa parte de sua obra madura. No poema <em>A Montanha Pulverizada<\/em>, de 1973, o poeta registrou em palavras o fim do gigante de ferro que marcou sua inf\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-1024x576.jpg\" alt=\"Itabira - A cidade mineira onde uma montanha de 1.385 metros desapareceu e nasceu o maior poeta do Brasil\" class=\"wp-image-153375\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Itabira garante qualidade de vida e desenvolvimento familiar \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikipedia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O ferro que Drummond carregava na escrita<\/h2>\n\n\n\n<p>Nenhum verso resume melhor essa rela\u00e7\u00e3o do que os de <em>Confid\u00eancia do Itabirano<\/em>. Nele, Drummond se descreve como algu\u00e9m feito de ferro, com <strong>\u201cnoventa por cento de ferro nas cal\u00e7adas\u201d<\/strong>, transformando o min\u00e9rio da cidade em met\u00e1fora da pr\u00f3pria identidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A rela\u00e7\u00e3o do poeta com a minera\u00e7\u00e3o era amb\u00edgua. O min\u00e9rio sustentava a fam\u00edlia e a cidade, mas devorava a paisagem que ele amava. Drummond foi cr\u00edtico da explora\u00e7\u00e3o predat\u00f3ria e, ao fim de um de seus poemas mais conhecidos sobre a terra natal, resume a saudade dizendo que Itabira virou apenas uma fotografia na parede, e que isso ainda d\u00f3i.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A Itabira que guarda a mem\u00f3ria do poeta<\/h2>\n\n\n\n<p>A cidade retribui o legado com uma rede de espa\u00e7os geridos pela <a href=\"https:\/\/www.fccda.com.br\/caminhos-drummondianos\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Funda\u00e7\u00e3o Cultural Carlos Drummond de Andrade (FCCDA)<\/strong><\/a>, criada em 1985. O destaque \u00e9 o <strong>Museu de Territ\u00f3rio Caminhos Drummondianos<\/strong>, com 44 placas-poema em ferro fundido espalhadas pela cidade, cada uma identificando um lugar citado pelo poeta.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os pontos do roteiro est\u00e3o a <strong>Casa de Drummond<\/strong>, onde ele passou a inf\u00e2ncia, e o <strong>Memorial Carlos Drummond de Andrade<\/strong>, projetado pelo arquiteto <strong>Oscar Niemeyer<\/strong> e inaugurado em 1998. H\u00e1 ainda a Fazenda do Pontal, propriedade da fam\u00edlia, demolida em 1973 para dar lugar a uma estrutura de min\u00e9rio e depois reconstru\u00edda como espa\u00e7o cultural.<\/p>\n\n\n\n<p>Quem tem curiosidade em descobrir a hist\u00f3ria e as tradi\u00e7\u00f5es do interior mineiro, vai curtir esse v\u00eddeo especialmente selecionado do canal <strong>Paulo Ara\u00fajo<\/strong>, que conta com mais de <strong>37 mil<\/strong> visualiza\u00e7\u00f5es, onde <strong>Paulo Ara\u00fajo<\/strong> mostra curiosidades e fatos surpreendentes sobre <strong>Itabira<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"25 fatos sobre Itabira que voc\u00ea precisa saber\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/egKnsktJ9wk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Onde fica e como conhecer Itabira<\/h2>\n\n\n\n<p>Itabira est\u00e1 na regi\u00e3o central de <strong>Minas Gerais<\/strong>, dentro do Quadril\u00e1tero Ferr\u00edfero, a maior \u00e1rea de extra\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio de ferro do pa\u00eds. A cidade fica a cerca de 110 km de <strong>Belo Horizonte<\/strong>, com trajeto de aproximadamente duas horas pela <strong>BR-381<\/strong> e estradas estaduais.<\/p>\n\n\n\n<p>O munic\u00edpio integra a <strong>Estrada Real<\/strong> e o Circuito do Ouro, o que facilita combinar a visita com outras cidades hist\u00f3ricas mineiras. As visitas guiadas pelos Caminhos Drummondianos podem ser agendadas pela FCCDA.<\/p>\n\n\n\n<iframe src=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/embed?pb=!1m18!1m12!1m3!1d85850.12118824715!2d-43.300814153401014!3d-19.638111158014826!2m3!1f0!2f0!3f0!3m2!1i1024!2i768!4f13.1!3m3!1m2!1s0xa5a113d676be4b%3A0xa1b1df8c51582d7!2sItabira%2C%20MG!5e1!3m2!1spt-BR!2sbr!4v1781262755375!5m2!1spt-BR!2sbr\" width=\"600\" height=\"450\" style=\"border:0;\" allowfullscreen=\"\" loading=\"lazy\" referrerpolicy=\"no-referrer-when-downgrade\"><\/iframe>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/30\/eleita-1o-lugar-em-qualidade-de-vida-em-minas-gerais-a-unica-cidade-do-brasil-na-rota-termal-europeia-tem-aguas-sulfurosas-a-45c-dentro-de-um-vulcao-extinto\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Eleita 1\u00ba lugar em qualidade de vida em Minas Gerais: a \u00fanica cidade do Brasil na rota termal europeia tem \u00e1guas sulfurosas a 45\u00b0C dentro de um vulc\u00e3o extinto<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">V\u00e1 conhecer a terra do poeta<\/h2>\n\n\n\n<p>Itabira carrega uma das hist\u00f3rias mais paradoxais do interior mineiro: perdeu uma montanha e ganhou um poeta que a eternizou em versos. Poucos lugares no Brasil traduzem com tanta for\u00e7a o encontro entre paisagem, mem\u00f3ria e literatura.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea precisa caminhar pelas ladeiras de Itabira e enxergar a cidade pelos olhos de Drummond, onde cada esquina guarda um verso e uma lembran\u00e7a da montanha que sumiu.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O nome vem do tupi e significa pedra que brilha, e o brilho era o do min\u00e9rio de ferro que cobria o Pico do Cau\u00ea. Em Itabira, no cora\u00e7\u00e3o do Quadril\u00e1tero Ferr\u00edfero mineiro, essa montanha inteira virou cratera, e quem melhor narrou a perda foi um filho da cidade, Carlos Drummond de Andrade. 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