{"id":226875,"date":"2026-06-13T18:50:00","date_gmt":"2026-06-13T21:50:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=226875"},"modified":"2026-06-13T12:56:33","modified_gmt":"2026-06-13T15:56:33","slug":"quem-cresceu-nos-anos-1960-conhece-bem-esta-liberdade-que-desapareceu-com-o-tempo-e-hoje-desperta-nostalgia-em-milhoes-de-pessoas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/06\/13\/quem-cresceu-nos-anos-1960-conhece-bem-esta-liberdade-que-desapareceu-com-o-tempo-e-hoje-desperta-nostalgia-em-milhoes-de-pessoas\/","title":{"rendered":"Quem cresceu nos anos 1960 conhece bem esta liberdade que desapareceu com o tempo e hoje desperta nostalgia em milh\u00f5es de pessoas"},"content":{"rendered":"\n<p>Quem cresceu nos anos 1960 lembra com precis\u00e3o estranha os detalhes daquele arranjo: sair depois do caf\u00e9, negociar com a turma do quarteir\u00e3o o que jogar, resolver brigas sem adulto por perto e voltar quando a ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica acendia. N\u00e3o havia GPS, celular, nem supervis\u00e3o adulta. Havia confian\u00e7a. E, segundo o psic\u00f3logo social <strong>Jonathan Haidt<\/strong>, autor de <em><strong>A Gera\u00e7\u00e3o Ansiosa<\/strong><\/em> (2024), o desaparecimento desse modelo de inf\u00e2ncia n\u00e3o foi um progresso em seguran\u00e7a. Foi uma das causas mais documentadas da crise de sa\u00fade mental que aflige a gera\u00e7\u00e3o nascida depois de 1995.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como funcionava a estrutura daquela inf\u00e2ncia livre<\/h2>\n\n\n\n<p>A brincadeira n\u00e3o supervisionada dos anos 1960 tinha l\u00f3gica interna precisa. Crian\u00e7as de idades diferentes conviviam no mesmo grupo: os mais velhos desenvolviam autoridade e responsabilidade real sobre os menores, e estes aprendiam com quem tinha mais experi\u00eancia. Conflitos eram resolvidos na hora, por quem estava presente. T\u00e9dio se transformava em inven\u00e7\u00e3o sem adulto intermediando. Segundo Haidt, em entrevista \u00e0 <a href=\"https:\/\/www.ama-assn.org\/public-health\/behavioral-health\/author-anxious-generation-shares-his-views-social-media-and\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>American Medical Association<\/strong><\/a>, a pesquisa aponta que a brincadeira mais saud\u00e1vel para o desenvolvimento \u00e9 exatamente essa: n\u00e3o supervisionada, ao ar livre, com grupos de idades mistas, em que conflitos e riscos s\u00e3o administrados pelas pr\u00f3prias crian\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ChatGPT-Image-8-de-jun.-de-2026-18_08_24-1-1024x576.png\" alt=\"Por que brincar na rua ajudava mais do que muitos imaginavam\" class=\"wp-image-226877\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ChatGPT-Image-8-de-jun.-de-2026-18_08_24-1-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ChatGPT-Image-8-de-jun.-de-2026-18_08_24-1-300x169.png 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ChatGPT-Image-8-de-jun.-de-2026-18_08_24-1-768x432.png 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ChatGPT-Image-8-de-jun.-de-2026-18_08_24-1-750x422.png 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ChatGPT-Image-8-de-jun.-de-2026-18_08_24-1-1140x642.png 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ChatGPT-Image-8-de-jun.-de-2026-18_08_24-1.png 1279w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Por que brincar na rua ajudava mais do que muitos imaginavam<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a pesquisa diz sobre o impacto dessa brincadeira no desenvolvimento<\/h2>\n\n\n\n<p>A <a href=\"https:\/\/hsph.harvard.edu\/news\/how-to-calm-the-anxious-generation\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Harvard T.H. Chan School of Public Health<\/strong><\/a>, ao analisar o trabalho de Haidt, destaca que uma inf\u00e2ncia com autonomia real &#8220;configura o c\u00e9rebro em modo de descoberta, com sistema de vincula\u00e7\u00e3o bem desenvolvido e capacidade de lidar com riscos do cotidiano&#8221;. O oposto produz o que Haidt chama de quatro danos fundamentais: priva\u00e7\u00e3o social, fragmenta\u00e7\u00e3o da aten\u00e7\u00e3o, perturba\u00e7\u00e3o do sono e comportamento aditivo digital. Os dados s\u00e3o claros: ansiedade, depress\u00e3o e automutila\u00e7\u00e3o entre adolescentes mais que dobraram em muitas m\u00e9tricas ap\u00f3s 2012, ano em que a inf\u00e2ncia baseada em brincadeiras come\u00e7ou a ser substitu\u00edda em escala pela inf\u00e2ncia baseada em telas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a liberdade de brincar foi desaparecendo gradualmente<\/h2>\n\n\n\n<p>A liberdade n\u00e3o foi retirada por decreto. Ela se esvaziou, fam\u00edlia por fam\u00edlia. Haidt localiza a virada nos anos 1990, quando cobertura jornal\u00edstica 24 horas, o p\u00e2nico em torno do perigo de estranhos e uma cultura de parentalidade intensiva alteraram a percep\u00e7\u00e3o de risco. O que \u00e9 cr\u00edtico: as taxas reais de sequestro infantil n\u00e3o mudaram significativamente naquele per\u00edodo. O medo mudou. O comportamento seguiu. Uma vez que a prote\u00e7\u00e3o excessiva se normalizou, sair dela passou a ser lido como irresponsabilidade e n\u00e3o como escolha embasada em evid\u00eancias. O sistema dependia de participa\u00e7\u00e3o coletiva: quando fam\u00edlias suficientes pararam, o bairro esvaziou de crian\u00e7as. As luzes da rua continuaram acendendo. N\u00e3o havia mais ningu\u00e9m esperando por elas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ChatGPT-Image-8-de-jun.-de-2026-18_19_56-1-1024x576.png\" alt=\"Por que brincar na rua ajudava mais do que muitos imaginavam\" class=\"wp-image-226884\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ChatGPT-Image-8-de-jun.-de-2026-18_19_56-1-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ChatGPT-Image-8-de-jun.-de-2026-18_19_56-1-300x169.png 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ChatGPT-Image-8-de-jun.-de-2026-18_19_56-1-768x432.png 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ChatGPT-Image-8-de-jun.-de-2026-18_19_56-1-750x422.png 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ChatGPT-Image-8-de-jun.-de-2026-18_19_56-1-1140x642.png 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/ChatGPT-Image-8-de-jun.-de-2026-18_19_56-1.png 1279w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Por que brincar na rua ajudava mais do que muitos imaginavam<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que foi perdido e n\u00e3o se recupera sem condi\u00e7\u00f5es reais para isso<\/h2>\n\n\n\n<p>A habilidade que aquela inf\u00e2ncia constru\u00eda n\u00e3o tem equivalente adulto f\u00e1cil: ser respons\u00e1vel pelo pr\u00f3prio dia, pelo pr\u00f3prio entretenimento, pelos pr\u00f3prios conflitos. Segundo an\u00e1lise publicada no <a href=\"https:\/\/journals.sagepub.com\/doi\/10.1177\/13591045251406454\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>SAGE Journals<\/strong><\/a>, crian\u00e7as em inf\u00e2ncia baseada em brincadeiras operam em &#8220;modo de descoberta&#8221;, explorando rela\u00e7\u00f5es e ambiente f\u00edsico por atividades n\u00e3o supervisionadas. Esse modo produz adultos que toleram o t\u00e9dio sem desestabilizar, navegam conflitos sem \u00e1rbitro e encontram algo \u00fatil para fazer com uma tarde sem agenda.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que os pais podem fazer diante desse diagn\u00f3stico em 2026<\/h2>\n\n\n\n<p>Haidt prop\u00f5e quatro normas concretas: sem smartphone antes do ensino m\u00e9dio, sem redes sociais antes dos 16 anos, escolas livres de celular e mais autonomia e brincadeira n\u00e3o supervisionada. A organiza\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/jonathanhaidt.com\/anxious-generation\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>The Anxious Generation Movement<\/strong><\/a>, cofundada por ele, trabalha para que essas normas se tornem padr\u00e3o social e n\u00e3o apenas escolhas individuais isoladas, porque o problema, como o arranjo das luzes da rua, sempre foi coletivo por natureza.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Se voc\u00ea tem filhos em idade de brincar e h\u00e1 espa\u00e7o f\u00edsico seguro perto de casa, o primeiro passo n\u00e3o \u00e9 uma conversa dif\u00edcil: \u00e9 abrir a porta e deixar sair.<\/strong> A pesquisa \u00e9 clara sobre o que acontece com crian\u00e7as que t\u00eam esse espa\u00e7o. E \u00e9 igualmente clara sobre o que acontece com as que n\u00e3o t\u00eam.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem cresceu nos anos 1960 lembra com precis\u00e3o estranha os detalhes daquele arranjo: sair depois do caf\u00e9, negociar com a turma do quarteir\u00e3o o que jogar, resolver brigas sem adulto por perto e voltar quando a ilumina\u00e7\u00e3o p\u00fablica acendia. N\u00e3o havia GPS, celular, nem supervis\u00e3o adulta. Havia confian\u00e7a. E, segundo o psic\u00f3logo social Jonathan Haidt, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":226878,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_yoast_wpseo_focuskw":"gera\u00e7\u00e3o mais ansiosa","_yoast_wpseo_title":"","_yoast_wpseo_metadesc":"A inf\u00e2ncia livre dos anos 1960 ajudava crian\u00e7as a desenvolver autonomia, segundo estudos. 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