{"id":219717,"date":"2026-06-09T16:25:00","date_gmt":"2026-06-09T19:25:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=219717"},"modified":"2026-06-08T16:39:21","modified_gmt":"2026-06-08T19:39:21","slug":"peabiru-revela-o-caminho-ancestral-que-ligava-o-atlantico-aos-andes-e-ainda-intriga-o-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/06\/09\/peabiru-revela-o-caminho-ancestral-que-ligava-o-atlantico-aos-andes-e-ainda-intriga-o-brasil\/","title":{"rendered":"Peabiru revela o caminho ancestral que ligava o Atl\u00e2ntico aos Andes e ainda intriga o Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p>Entre o oceano Atl\u00e2ntico e a imensid\u00e3o da cordilheira dos Andes, um conjunto de trilhas antigas ainda provoca perguntas e pesquisas: o <strong>Peabiru<\/strong>. Longe de ser uma simples estrada perdida no tempo, esse caminho milenar \u00e9 apontado por arque\u00f3logos, historiadores e povos ind\u00edgenas como uma vasta rede de rotas que cruzava grande parte da Am\u00e9rica do Sul muito antes da coloniza\u00e7\u00e3o europeia, conectando diferentes territ\u00f3rios e cosmologias.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 o Peabiru e por que ele ainda gera tantas d\u00favidas?<\/h2>\n\n\n\n<p>A palavra-chave Peabiru costuma ser associada \u00e0 ideia de \u201ctrilha ancestral ind\u00edgena\u201d, mas as pesquisas indicam que n\u00e3o existia uma \u00fanica estrada cont\u00ednua. Em vez disso, havia uma rede de caminhos interligados, adaptados ao relevo, aos rios e \u00e0s necessidades de cada povo, atravessando Santa Catarina, Paran\u00e1 e S\u00e3o Paulo em dire\u00e7\u00e3o ao interior do continente.<\/p>\n\n\n\n<p>As d\u00favidas persistem porque grande parte desse sistema foi apagada ou <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/05\/27\/filipinas-revelam-especies-unicas-que-transformaram-o-arquipelago-em-laboratorio-vivo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">modificada <\/a>com o avan\u00e7o das cidades, da agricultura e das rodovias modernas. Em muitos trechos, restam apenas refer\u00eancias em documentos coloniais, vest\u00edgios arqueol\u00f3gicos pontuais e a mem\u00f3ria preservada por comunidades ind\u00edgenas, o que permite reconstruir hip\u00f3teses, mas n\u00e3o um mapa definitivo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Texto-do-seu-paragrafo-2026-05-28T111802.100-1024x576.jpg\" alt=\"Peabiru revela o caminho ancestral que ligava o Atl\u00e2ntico aos Andes e ainda intriga o Brasil\" class=\"wp-image-219719\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Texto-do-seu-paragrafo-2026-05-28T111802.100-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Texto-do-seu-paragrafo-2026-05-28T111802.100-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Texto-do-seu-paragrafo-2026-05-28T111802.100-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Texto-do-seu-paragrafo-2026-05-28T111802.100-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Texto-do-seu-paragrafo-2026-05-28T111802.100-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Texto-do-seu-paragrafo-2026-05-28T111802.100.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Caminho do Peabiru mistura hist\u00f3ria ind\u00edgena, espiritualidade guarani e mist\u00e9rios ancestrais<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre o Peabiru e os povos guarani?<\/h2>\n\n\n\n<p>Entre as tradi\u00e7\u00f5es ligadas \u00e0 rede de trilhas, a vis\u00e3o dos povos guarani tem papel central. Para segmentos desse povo, o <strong>Peabiru<\/strong> est\u00e1 ligado n\u00e3o apenas ao deslocamento em terra, mas tamb\u00e9m a um caminho sagrado associado ao percurso do sol e \u00e0 busca da \u201cterra sem mal\u201d, articulando dimens\u00f5es f\u00edsicas e espirituais.<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa leitura, o trajeto funciona como eixo de orienta\u00e7\u00e3o para a vida coletiva e para a rela\u00e7\u00e3o com a natureza, indo muito al\u00e9m da categoria de \u201cestrada antiga\u201d. A oralidade guarani, transmitida de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o, mant\u00e9m viva essa camada simb\u00f3lica, fundamental para a identidade de quem se reconhece herdeiro desse caminho.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como os europeus passaram a utilizar o Caminho do Peabiru?<\/h2>\n\n\n\n<p>Quando os primeiros europeus chegaram ao litoral sul da Am\u00e9rica, muitos passaram a usar rotas ind\u00edgenas j\u00e1 consolidadas para alcan\u00e7ar o interior. Um dos nomes mais citados \u00e9 Aleixo Garcia, descrito como n\u00e1ufrago acolhido por grupos ind\u00edgenas e ligado a uma expedi\u00e7\u00e3o rumo \u00e0s regi\u00f5es andinas, <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/05\/27\/habitos-perigosos-para-o-cerebro-que-parecem-bons-mas-aumentam-cansaco-e-ansiedade\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">possivelmente <\/a>seguindo trechos da rede de caminhos hoje associada ao <strong>Peabiru<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Anos depois, o espanhol \u00c1lvar N\u00fa\u00f1ez Cabeza de Vaca liderou uma travessia em 1541, guiado por ind\u00edgenas entre a costa catarinense e Assun\u00e7\u00e3o, no atual Paraguai. Esses relatos mostram que os europeus n\u00e3o criaram o Caminho do Peabiru, mas se valeram de trilhas anteriores, deixando registros escritos que, contudo, n\u00e3o apagam a autoria e a anterioridade dos povos origin\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>Conte\u00fado do canal <strong>TV Brasil<\/strong>, com mais de 2.7 milh\u00f5es de inscritos e cerca de 36 mil de visualiza\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Olhar Brasil | Peabiru: O caminho ancestral de beleza e mist\u00e9rio\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/fBi7-Nf8fIE?list=PLuP7SQK7lt1a_nUaTrWrH-E1BR0atafgs\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Onde o Caminho do Peabiru ainda pode ser percebido no Brasil?<\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar das transforma\u00e7\u00f5es da paisagem, alguns locais no Brasil ainda s\u00e3o associados \u00e0 mem\u00f3ria do Peabiru e podem conservar trechos ou indica\u00e7\u00f5es de seu antigo tra\u00e7ado. Em Santa Catarina, o munic\u00edpio de Barra Velha \u00e9 frequentemente mencionado por sua proximidade com o litoral e com o rio Itapocu, apontado por pesquisadores como parte de um dos ramais costeiros da rede.<\/p>\n\n\n\n<p>No Paran\u00e1, a cidade de Pitanga aparece de forma recorrente em estudos e <a href=\"https:\/\/peabiru.pr.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">projetos locais<\/a>, com vest\u00edgios que moradores e especialistas relacionam ao Caminho do Peabiru. A seguir, alguns pontos frequentemente citados em pesquisas e a\u00e7\u00f5es de preserva\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Barra Velha (SC)<\/strong>: associada ao trecho costeiro e ao Parque Natural Municipal Caminho do Peabiru, voltado \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o ambiental e \u00e0 educa\u00e7\u00e3o patrimonial.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pitanga (PR)<\/strong>: conhecida por vest\u00edgios arqueol\u00f3gicos, poss\u00edveis trechos de trilha, marcas no solo e inscri\u00e7\u00f5es rupestres em an\u00e1lise.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Outras \u00e1reas do Paran\u00e1 e de S\u00e3o Paulo<\/strong>: mencionadas em estudos sobre rotas ind\u00edgenas de longa dist\u00e2ncia que teriam se conectado \u00e0 rede do Peabiru.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o os principais desafios para preservar o Caminho do Peabiru hoje?<\/h2>\n\n\n\n<p>A prote\u00e7\u00e3o do Peabiru envolve hist\u00f3ria, arqueologia, meio ambiente, turismo e, sobretudo, direitos dos povos origin\u00e1rios. Estados como o Paran\u00e1 passaram a reconhecer formalmente a rota como <strong>patrim\u00f4nio<\/strong> cultural imaterial, o que abre espa\u00e7o para pol\u00edticas de salvaguarda, embora o avan\u00e7o da urbaniza\u00e7\u00e3o, do agroneg\u00f3cio e das obras de infraestrutura ainda pressione \u00e1reas sens\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 desafiador equilibrar visibilidade e preserva\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que cresce o interesse em transformar o Caminho do <strong>Peabiru<\/strong> em roteiro tur\u00edstico hist\u00f3rico e de natureza. Especialistas e comunidades ind\u00edgenas defendem princ\u00edpios como protagonismo ind\u00edgena, respeito \u00e0 espiritualidade, pesquisa cont\u00ednua, educa\u00e7\u00e3o patrimonial e turismo sustent\u00e1vel, para que essa trilha ancestral siga como s\u00edmbolo de conex\u00e3o entre povos, tempos e territ\u00f3rios.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre o oceano Atl\u00e2ntico e a imensid\u00e3o da cordilheira dos Andes, um conjunto de trilhas antigas ainda provoca perguntas e pesquisas: o Peabiru. 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