{"id":214864,"date":"2026-05-22T16:15:00","date_gmt":"2026-05-22T19:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=214864"},"modified":"2026-05-22T06:06:36","modified_gmt":"2026-05-22T09:06:36","slug":"tjpr-condena-banco-a-pagar-r-15-mil-por-manter-nome-no-serasa-mesmo-apos-acordo-judicial-cumprido-pela-consumidora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/05\/22\/tjpr-condena-banco-a-pagar-r-15-mil-por-manter-nome-no-serasa-mesmo-apos-acordo-judicial-cumprido-pela-consumidora\/","title":{"rendered":"Banco \u00e9 condenado a pagar R$ 15 mil ap\u00f3s cliente ter nome negativado indevidamente"},"content":{"rendered":"\n<p>Manter o <strong>nome no Serasa<\/strong> de forma indevida, mesmo ap\u00f3s o pagamento de um acordo judicial, gerou uma condena\u00e7\u00e3o expressiva para uma institui\u00e7\u00e3o financeira. O caso destaca a prote\u00e7\u00e3o aos consumidores que cumprem suas obriga\u00e7\u00f5es financeiras e buscam a repara\u00e7\u00e3o por danos morais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a manuten\u00e7\u00e3o do nome no Serasa foi considerada indevida?<\/h2>\n\n\n\n<p>A situa\u00e7\u00e3o ocorreu porque a consumidora, ap\u00f3s firmar um <strong>acordo em audi\u00eancia conciliat\u00f3ria<\/strong>, manteve-se adimplente com todas as parcelas do parcelamento. Mesmo com o compromisso quitado, o banco n\u00e3o procedeu com a retirada da restri\u00e7\u00e3o nos cadastros de prote\u00e7\u00e3o ao cr\u00e9dito.<\/p>\n\n\n\n<p>A falha na baixa do registro causou preju\u00edzos \u00e0 imagem da consumidora, que teve seu cr\u00e9dito negado indevidamente. O <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Tribunal_de_Justi%C3%A7a_do_Estado_do_Paran%C3%A1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tribunal de Justi\u00e7a do Paran\u00e1<\/a>, ao analisar o recurso, entendeu que a manuten\u00e7\u00e3o da negativa\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o adimplemento configura ato il\u00edcito pass\u00edvel de indeniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/dinheiro_1777277739029-1024x576.jpg\" alt=\"Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ rafapress\" class=\"wp-image-200316\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/dinheiro_1777277739029-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/dinheiro_1777277739029-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/dinheiro_1777277739029-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/dinheiro_1777277739029-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/dinheiro_1777277739029-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/dinheiro_1777277739029.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cliente recebe indeniza\u00e7\u00e3o de 15 mil reais ap\u00f3s banco incluir nome no SPC de forma errada &#8211; Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ rafapress<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual o papel da S\u00famula 385 do STJ neste processo?<\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>S\u00famula 385<\/strong> do <a href=\"https:\/\/www.stj.jus.br\/sites\/portalp\/Inicio\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Superior Tribunal de Justi\u00e7a<\/a> estabelece que a exist\u00eancia de outras inscri\u00e7\u00f5es leg\u00edtimas impede a concess\u00e3o de indeniza\u00e7\u00e3o por dano moral. Contudo, o tribunal verificou que, neste caso, a regra n\u00e3o deveria ser aplicada de forma autom\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p>O relator, desembargador <strong>H\u00e9lio Henrique Lopes Fernandes Lima<\/strong>, observou que as outras anota\u00e7\u00f5es existentes no nome da consumidora tamb\u00e9m estavam sendo questionadas judicialmente. Como havia uma liminar suspendendo uma dessas restri\u00e7\u00f5es, o entendimento de que n\u00e3o havia dano moral foi revertido, garantindo a condena\u00e7\u00e3o do banco.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como os consumidores podem se prevenir contra cobran\u00e7as indevidas?<\/h2>\n\n\n\n<p>Para evitar problemas com \u00f3rg\u00e3os de prote\u00e7\u00e3o ao cr\u00e9dito, \u00e9 essencial guardar todos os comprovantes de pagamentos e acordos formalizados. Manter uma organiza\u00e7\u00e3o documental facilita a defesa caso a institui\u00e7\u00e3o financeira cometa erros administrativos.<\/p>\n\n\n\n<p>Confira os principais passos para proteger seu cr\u00e9dito:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Solicitar sempre o termo de quita\u00e7\u00e3o do acordo.<\/li>\n\n\n\n<li>Monitorar regularmente o status do CPF nos portais de prote\u00e7\u00e3o ao cr\u00e9dito.<\/li>\n\n\n\n<li>Questionar judicialmente qualquer inscri\u00e7\u00e3o que voc\u00ea considere indevida.<\/li>\n\n\n\n<li>Guardar os comprovantes de todos os dep\u00f3sitos realizados.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/05\/22\/ministerio-publico-faz-alerta-sobre-nova-fraude-que-esta-esvaziando-contas-bancarias-rapidamente\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Minist\u00e9rio P\u00fablico faz alerta sobre nova fraude que est\u00e1 esvaziando contas banc\u00e1rias rapidamente<\/a><\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual a import\u00e2ncia de contestar inscri\u00e7\u00f5es anteriores?<\/h2>\n\n\n\n<p>O caso refor\u00e7a que, para obter sucesso em a\u00e7\u00f5es de indeniza\u00e7\u00e3o, o consumidor precisa estar atento \u00e0s anota\u00e7\u00f5es pr\u00e9vias. Se existirem restri\u00e7\u00f5es antigas que voc\u00ea acredita serem ilegais, elas devem ser objeto de contesta\u00e7\u00e3o formal em ju\u00edzo.<\/p>\n\n\n\n<p>Sem essa contesta\u00e7\u00e3o expressa, o tribunal pode presumir que o hist\u00f3rico de cr\u00e9dito do consumidor j\u00e1 estava comprometido anteriormente. O escrit\u00f3rio <strong>Marcia Nunes Advogados Associados<\/strong>, respons\u00e1vel pelo processo <strong>0005552-34.2014.8.16.0001<\/strong>, conseguiu demonstrar a omiss\u00e3o relevante que permitiu a vit\u00f3ria da cliente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como solicitar a repara\u00e7\u00e3o financeira em casos de erro?<\/h2>\n\n\n\n<p>Quando ocorre a negativa\u00e7\u00e3o indevida ap\u00f3s o cumprimento de um acordo, o primeiro passo \u00e9 reunir toda a prova documental e buscar aux\u00edlio jur\u00eddico especializado. A indeniza\u00e7\u00e3o de <strong>R$ 15.000<\/strong> fixada neste processo serve como um precedente importante para casos similares.<\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o judicial reafirma que o acordo realizado em ju\u00edzo cria obriga\u00e7\u00f5es claras para ambas as partes. Ao manter a restri\u00e7\u00e3o indevida, o banco descumpriu o pacto, o que exige uma repara\u00e7\u00e3o proporcional ao abalo moral sofrido. O sistema de justi\u00e7a brasileiro busca, assim, equilibrar a rela\u00e7\u00e3o entre institui\u00e7\u00f5es financeiras e consumidores.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Manter o nome no Serasa de forma indevida, mesmo ap\u00f3s o pagamento de um acordo judicial, gerou uma condena\u00e7\u00e3o expressiva para uma institui\u00e7\u00e3o financeira. O caso destaca a prote\u00e7\u00e3o aos consumidores que cumprem suas obriga\u00e7\u00f5es financeiras e buscam a repara\u00e7\u00e3o por danos morais. 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