{"id":204940,"date":"2026-05-05T18:05:00","date_gmt":"2026-05-05T21:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=204940"},"modified":"2026-05-05T17:14:19","modified_gmt":"2026-05-05T20:14:19","slug":"a-manchester-mineira-que-acendeu-a-america-latina-com-135-anos-de-historia-o-segundo-maior-acervo-imperial-do-pais-e-o-torresmo-que-entrou-para-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/05\/05\/a-manchester-mineira-que-acendeu-a-america-latina-com-135-anos-de-historia-o-segundo-maior-acervo-imperial-do-pais-e-o-torresmo-que-entrou-para-historia\/","title":{"rendered":"A Manchester Mineira que acendeu a Am\u00e9rica Latina: com 135 anos de hist\u00f3ria, o segundo maior acervo imperial do pa\u00eds e o torresmo que entrou para hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"\n<p>Em 5 de setembro de 1889, enquanto o resto do <strong>Brasil<\/strong> ainda vivia sob luz a g\u00e1s, as ruas de <strong>Juiz de Fora<\/strong> acendiam pela primeira vez com energia el\u00e9trica gerada pelas \u00e1guas do Rio Paraibuna. A cidade da Zona da Mata mineira, batizada de Manchester Mineira pelo pioneirismo industrial, abriga a Usina de Marmelos Zero, considerada a primeira grande hidrel\u00e9trica da <strong>Am\u00e9rica do Sul<\/strong>, e o segundo maior acervo do Brasil Imperial, com 53 mil pe\u00e7as no Museu Mariano Proc\u00f3pio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como uma cidade do interior acendeu antes do resto do continente<\/h2>\n\n\n\n<p>O industrial <strong>Bernardo Mascarenhas<\/strong> visitou a Exposi\u00e7\u00e3o Universal de Paris em 1878 e voltou ao <strong>Brasil<\/strong> com uma ideia: usar as \u00e1guas do Rio Paraibuna para gerar eletricidade. Em 1888, fundou a Companhia Mineira de Eletricidade. Sete meses depois, em 5 de setembro de 1889, inaugurou a Usina de Marmelos, equipada com dois geradores de 125 kW e uma barragem de 51 metros de largura. A constru\u00e7\u00e3o, segundo a <a href=\"https:\/\/www.pjf.mg.gov.br\/administracao_indireta\/funalfa\/patrimonio\/historico\/usina_marmelos.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Prefeitura de Juiz de Fora<\/a>, foi a primeira a transformar energia mec\u00e2nica em el\u00e9trica em escala p\u00fablica no continente.<\/p>\n\n\n\n<p>Cento e oitenta l\u00e2mpadas iluminaram as ruas no primeiro ano. Em 1891, mais de 700 l\u00e2mpadas j\u00e1 estavam instaladas, e em 1892 um terceiro gerador foi adicionado, totalizando 375 kW de pot\u00eancia instalada. A usina original foi descontinuada em 1896, com a chegada de modelos mais modernos, e tombada como patrim\u00f4nio municipal em 1983. Hoje funciona o <a href=\"https:\/\/memoriadaeletricidade.com.br\/acervo\/31130\/usina-hidreletrica-marmelos-zero\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Museu Marmelos Zero<\/a>, administrado pela Universidade Federal de Juiz de Fora em parceria com a Cemig, com livros de contabilidade originais, painel de controle de \u00e9poca e r\u00e9plica de um gerador Westinghouse.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/juiz-de-fora-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-140848\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/juiz-de-fora-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/juiz-de-fora-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/juiz-de-fora-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/juiz-de-fora-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/juiz-de-fora-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/juiz-de-fora.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Juiz de Fora conquista brasileiros que buscam viver bem no interior de Minas Gerais \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Museu Mariano Proc\u00f3pio: 53 mil pe\u00e7as do Brasil Imperial em uma \u00fanica casa<\/h2>\n\n\n\n<p>O Museu Mariano Proc\u00f3pio guarda o segundo maior acervo do Brasil Imperial do pa\u00eds, com cerca de 53 mil pe\u00e7as, segundo a <a href=\"https:\/\/pjf.mg.gov.br\/noticias\/view.php?modo=link2&amp;idnoticia2=79820\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Prefeitura<\/a>. Grande parte da cole\u00e7\u00e3o vem do Pal\u00e1cio S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, antiga resid\u00eancia de <strong>Dom Pedro II<\/strong> no <strong>Rio de Janeiro<\/strong>. Entre as pe\u00e7as mais not\u00e1veis est\u00e3o a cadeira do beija-m\u00e3o de Dom Jo\u00e3o VI, o fard\u00e3o da coroa\u00e7\u00e3o de Dom Pedro II, o traje de corte da <strong>Princesa Isabel<\/strong> e a tela O Tiradentes Esquartejado, de Pedro Am\u00e9rico.<\/p>\n\n\n\n<p>O museu foi instalado na Villa Ferreira Lage, palacete em estilo renascentista italiano constru\u00eddo entre 1856 e 1861 para hospedar a fam\u00edlia imperial durante a inaugura\u00e7\u00e3o da <strong>Estrada Uni\u00e3o e Ind\u00fastria<\/strong>, primeira via macadamizada da Am\u00e9rica Latina. O parque ao redor, projetado pelo paisagista franc\u00eas Auguste Marie Glaziou, foi apelidado de Para\u00edso dos Tr\u00f3picos. O acervo do museu foi tombado pelo IPHAN em 1939, e em 2005 o conjunto arquitet\u00f4nico e paisag\u00edstico recebeu reconhecimento estadual pelo IEPHA-MG.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/28\/a-praia-selvagem-da-capital-acessivel-so-por-trilha-ou-barco-com-lagoa-mar-azul-e-zero-predio-a-vista-no-coracao-da-capital\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A praia selvagem da capital: acess\u00edvel s\u00f3 por trilha ou barco, com lagoa, mar azul e zero pr\u00e9dio \u00e0 vista no cora\u00e7\u00e3o da capital<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que fazer entre mirantes hist\u00f3ricos e parques urbanos?<\/h2>\n\n\n\n<p>A cidade concentra atra\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas e \u00e1reas verdes a poucos minutos do centro. O <a href=\"https:\/\/www.pjf.mg.gov.br\/turismo\/conheca\/o_que_fazer.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Guia de Atrativos Tur\u00edsticos da Prefeitura<\/a> re\u00fane os principais pontos de visita\u00e7\u00e3o. Entre os destaques imperd\u00edveis:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list has-medium-font-size\">\n<li><strong>Museu Mariano Proc\u00f3pio<\/strong>: a Villa Ferreira Lage e o anexo de 1922, com sal\u00f5es de exposi\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia imperial e parque com lago, alamedas e bosque.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Cine-Theatro Central<\/strong>: inaugurado em 1929, com capacidade para cerca de duas mil pessoas, considerado um dos teatros mais antigos do <strong>Brasil<\/strong> em funcionamento cont\u00ednuo.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Morro do Imperador<\/strong>: mirante a 930 metros de altitude, batizado ap\u00f3s visita de Dom Pedro II em 1861, com vista panor\u00e2mica de toda a cidade.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Parque da Lajinha<\/strong>: uma das maiores \u00e1reas verdes urbanas da cidade, com lago, trilhas ecol\u00f3gicas e remanescente de Mata Atl\u00e2ntica.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Museu Marmelos Zero<\/strong>: a 6 km do centro pela Estrada Uni\u00e3o e Ind\u00fastria, com a casa de for\u00e7a original restaurada e equipamentos da primeira hidrel\u00e9trica do continente.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Cal\u00e7ad\u00e3o da Rua Halfeld<\/strong>: ponto de encontro tradicional para caf\u00e9 e compras no centro hist\u00f3rico.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Quem planeja visitar a princesinha de Minas, vai curtir esse v\u00eddeo especialmente selecionado do canal <strong>De fora em Juiz de Fora<\/strong>, que conta com mais de 305 mil inscritos, onde <strong>Tati Marmon<\/strong> mostra 10 atra\u00e7\u00f5es imperd\u00edveis em <strong>Juiz de Fora<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"JUIZ DE FORA MG: Top 10 atra\u00e7\u00f5es de uma das maiores cidades de Minas Gerais\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zmSca0RbyHA?start=8&#038;feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A capital nacional do torresmo e o jeito mineiro de comer<\/h2>\n\n\n\n<p>A gastronomia da Manchester Mineira \u00e9 mineira de alma e universit\u00e1ria no ritmo. Em agosto de 2025, durante o 7\u00ba Festival de Torresmo e Costela, a cidade quebrou o recorde de maior por\u00e7\u00e3o de torresmo do mundo pelo terceiro ano consecutivo, segundo a <a href=\"https:\/\/tribunademinas.com.br\/noticias\/cultura\/25-08-2025\/juiz-de-fora-torresmo.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Tribuna de Minas<\/a>. Foram 511 kg de torresmo pronto, fritos a partir de 1.300 kg de barriga su\u00edna, com certifica\u00e7\u00e3o do RankBrasil. O Dia do Torresmo, 25 de agosto, foi institu\u00eddo por lei municipal. Os pratos que fazem fila nos bares e restaurantes:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list has-medium-font-size\">\n<li><strong>Torresmo de boteco<\/strong>: servido crocante e acompanhado de cerveja gelada, \u00e9 o petisco s\u00edmbolo da cidade em dezenas de bares espalhados pelos bairros.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tutu de feij\u00e3o com costelinha<\/strong>: prato cl\u00e1ssico da cozinha mineira, servido em fog\u00e3o a lenha nos restaurantes mais tradicionais.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Cerveja artesanal<\/strong>: a Zona da Mata mineira re\u00fane cervejarias premiadas com influ\u00eancia europeia trazida por imigrantes alem\u00e3es e italianos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Festival Comida di Buteco<\/strong>: evento anual em que dezenas de bares competem com pratos criativos, agitando a gastronomia de rua por semanas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Doce de leite<\/strong>: tradi\u00e7\u00e3o da Zona da Mata, servido puro ou com queijo de minas em sobremesa.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/28\/a-praia-selvagem-da-capital-acessivel-so-por-trilha-ou-barco-com-lagoa-mar-azul-e-zero-predio-a-vista-no-coracao-da-capital\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A praia selvagem da capital: acess\u00edvel s\u00f3 por trilha ou barco, com lagoa, mar azul e zero pr\u00e9dio \u00e0 vista no cora\u00e7\u00e3o da capital<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando o clima de Juiz de Fora favorece cada programa?<\/h2>\n\n\n\n<p>Juiz de Fora tem clima tropical de altitude e fica a cerca de 700 metros acima do n\u00edvel do mar. A cidade \u00e9 famosa pela instabilidade do tempo, e moradores costumam dizer que se vivem as quatro esta\u00e7\u00f5es em um \u00fanico dia. O inverno seco \u00e9 a melhor janela para trilhas e atividades ao ar livre, enquanto o ver\u00e3o chuvoso pede programa\u00e7\u00e3o coberta no fim da tarde.<\/p>\n\n\n\n<!-- ============================================================ -->\n<!-- ===== IN\u00cdCIO BLOCO CLIM\u00c1TICO: JUIZ DE FORA ===== -->\n<!-- ============================================================ -->\n\n<style>\n    .ant-grid { \n        --cor-primaria: #1a2a57;\n        --cor-secundaria: #1a2a57;\n        --cor-txt-secundaria: #ffffff; \n\n        display: grid; grid-template-columns: repeat(auto-fit, minmax(190px, 1fr)); gap: 15px; justify-content: center; padding: 10px;\n    }\n    \n    .ant-card { \n        border: 5px solid var(--cor-primaria); border-top: 5px solid var(--cor-secundaria); \n        border-radius: 4px;\n        background-color: var(--cor-primaria); background-clip: padding-box; \n        display: flex; flex-direction: column; overflow: hidden; cursor: pointer; \n        box-shadow: 0 6px 12px rgba(0,0,0, 0.2); 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Priorize a programa\u00e7\u00e3o coberta no fim da tarde explorando os museus e o <strong>Cine-Theatro Central<\/strong>.<\/p>\n            <div class=\"pill-ant\"><span>\ud83c\udf27\ufe0f CHUVA ALTA<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"ant-card\">\n        <div class=\"ant-header\">\n            <span class=\"ant-emoji\">\ud83c\udf7b<\/span>\n            <span class=\"ant-titulo\">Outono<\/span>\n        <\/div>\n        <div class=\"ant-body\">\n            <span class=\"ant-mes\">Mar\u00e7o a Maio<\/span>\n            <span class=\"ant-temp\">16\u00b0C a 26\u00b0C<\/span>\n            <p class=\"ant-desc\">A instabilidade diminui gradativamente. Aproveite o <strong>Festival Comida di Buteco<\/strong>, as cervejarias artesanais ou suba o <strong>Morro do Imperador<\/strong>.<\/p>\n            <div class=\"pill-ant\"><span>\ud83c\udf24\ufe0f CLIMA AMENO<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"ant-card ant-card-destaque\">\n        <div class=\"ant-header\">\n            <span class=\"ant-emoji\">\ud83e\udd53<\/span>\n            <span class=\"ant-titulo\">Inverno<\/span>\n        <\/div>\n        <div class=\"ant-body\">\n            <span class=\"ant-mes\">Junho a Agosto<\/span>\n            <span class=\"ant-temp\">12\u00b0C a 22\u00b0C<\/span>\n            <p class=\"ant-desc\">A melhor janela para atividades ao ar livre e trilhas sob c\u00e9u firme. Em agosto, n\u00e3o perca o tradicional <strong>Festival de Torresmo e Costela<\/strong>.<\/p>\n            <div class=\"pill-ant\" style=\"color: #ffffff;\"><span>\u2b50 MELHOR \u00c9POCA<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n\n    <div class=\"ant-card\">\n        <div class=\"ant-header\">\n            <span class=\"ant-emoji\">\ud83c\udfb8<\/span>\n            <span class=\"ant-titulo\">Primavera<\/span>\n        <\/div>\n        <div class=\"ant-body\">\n            <span class=\"ant-mes\">Setembro a Novembro<\/span>\n            <span class=\"ant-temp\">16\u00b0C a 27\u00b0C<\/span>\n            <p class=\"ant-desc\">As chuvas retornam de forma moderada. Caminhe pelo <strong>Parque Mariano Proc\u00f3pio<\/strong> e curta a intensa agenda cultural de shows na <strong>UFJF<\/strong>.<\/p>\n            <div class=\"pill-ant\"><span>\ud83c\udf38 CHUVA M\u00c9DIA<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/div>\n\n<!-- ============================================================ -->\n<!-- ===== FIM BLOCO CLIM\u00c1TICO: JUIZ DE FORA ===== -->\n<!-- ============================================================ -->\n\n\n\n<p><em>Temperaturas aproximadas com base no <a href=\"https:\/\/www.climatempo.com.br\/previsao-do-tempo\/cidade\/152\/juizdefora-mg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Climatempo<\/strong><\/a>. Condi\u00e7\u00f5es podem variar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O Festival de Torresmo e Costela acontece em agosto, no estacionamento do Est\u00e1dio Municipal Radialista M\u00e1rio Hel\u00eanio. O Festival Comida di Buteco geralmente acontece entre abril e maio, e a UFJF mant\u00e9m uma agenda cultural intensa o ano todo, com shows e mostras gratuitas no campus.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a Manchester Mineira merece mais do que uma parada na BR-040<\/h2>\n\n\n\n<p>Juiz de Fora cresceu sem perder o jeito mineiro de receber. A cidade entrega pioneirismo industrial, patrim\u00f4nio imperial, gastronomia de boteco recordista e parques urbanos preservados em um per\u00edmetro que se atravessa em poucos minutos. Tudo a 181 km do <strong>Rio de Janeiro<\/strong> e 278 km de <strong>Belo Horizonte<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea precisa passar pelo menos um fim de semana na Princesinha de Minas e entender por que a cidade que iluminou a Am\u00e9rica do Sul ainda surpreende quem espera apenas uma parada de estrada na descida da serra.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 5 de setembro de 1889, enquanto o resto do Brasil ainda vivia sob luz a g\u00e1s, as ruas de Juiz de Fora acendiam pela primeira vez com energia el\u00e9trica gerada pelas \u00e1guas do Rio Paraibuna. A cidade da Zona da Mata mineira, batizada de Manchester Mineira pelo pioneirismo industrial, abriga a Usina de Marmelos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":172371,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[183,613,207,157],"class_list":["post-204940","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cidades","tag-cidades","tag-juiz-de-fora","tag-minas-gerais","tag-turismo"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.8 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A Manchester Mineira que acendeu a Am\u00e9rica Latina: com 135 anos de hist\u00f3ria, o segundo maior acervo imperial do pa\u00eds e o torresmo que entrou para hist\u00f3ria - 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