{"id":198048,"date":"2026-04-23T19:55:00","date_gmt":"2026-04-23T22:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=198048"},"modified":"2026-04-23T20:58:35","modified_gmt":"2026-04-23T23:58:35","slug":"a-cidade-a-100km-de-bh-onde-uma-montanha-de-quase-1400-metros-desapareceu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/23\/a-cidade-a-100km-de-bh-onde-uma-montanha-de-quase-1400-metros-desapareceu\/","title":{"rendered":"A cidade a 100km de BH, onde uma montanha de quase 1400 metros desapareceu"},"content":{"rendered":"\n<p>A 110 quil\u00f4metros de&nbsp;<strong>Belo Horizonte<\/strong>, bem no meio do chamado&nbsp;<strong>Quadril\u00e1tero Ferr\u00edfero<\/strong>, fica&nbsp;<strong>Itabira<\/strong>. \u00c9 a cidade que viu nascer&nbsp;<strong>Carlos Drummond de Andrade<\/strong>&nbsp;e que serviu de embri\u00e3o para a gigante&nbsp;<strong>Vale<\/strong>. O&nbsp;<strong>Pico do Cau\u00ea<\/strong>, que um dia reluziu em tons azulados a 1.385 metros de altitude e guiou os viajantes do tempo do Brasil colonial, foi transformado em uma cratera imensa por d\u00e9cadas de minera\u00e7\u00e3o. No lugar da montanha, o que sobrou foram poemas, museus com a assinatura de&nbsp;<strong>Oscar Niemeyer<\/strong>&nbsp;e uma identidade que consegue fundir a dureza do ferro com a delicadeza da literatura, a apenas duas horas da capital mineira.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A origem de um nome que remete a uma pedra de apar\u00eancia luminosa<\/h2>\n\n\n\n<p>A palavra\u00a0<strong>Itabira<\/strong>\u00a0vem do\u00a0<strong>tupi<\/strong>\u00a0e quer dizer exatamente \u201cpedra que brilha\u201d. E o brilho era para valer: o min\u00e9rio de ferro que aflorava nas encostas refletia a luz do sol com tanta for\u00e7a que n\u00e3o demorou a fisgar o olhar dos primeiros desbravadores. Os irm\u00e3os\u00a0<strong>Francisco<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>Salvador de Faria Albernaz<\/strong>\u00a0estavam entre esses pioneiros, tendo chegado por volta de\u00a0<strong>1720<\/strong>, vindos de\u00a0<strong>Itamb\u00e9 do Mato Dentro<\/strong>, atr\u00e1s do ouro que descia pelos c\u00f3rregos do\u00a0<strong>Cau\u00ea<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O ouro minguou no final do s\u00e9culo XVIII, mas o ferro estava apenas engatinhando. Em\u00a0<strong>1911<\/strong>, a inglesa\u00a0<strong>Itabira Iron Ore Company<\/strong>\u00a0conseguiu a concess\u00e3o para explorar as jazidas. Depois, em\u00a0<strong>1942<\/strong>, j\u00e1 com a\u00a0<strong>Segunda Guerra Mundial<\/strong>\u00a0em curso, o presidente\u00a0<strong>Get\u00falio Vargas<\/strong>\u00a0nacionalizou as minas e criou a\u00a0<strong>Companhia Vale do Rio Doce<\/strong>. Naquele mesmo ano, um <strong><a href=\"https:\/\/www.almg.gov.br\/legislacao-mineira\/texto\/DEL\/839\/1942\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">decreto do governador<\/a><\/strong> rebatizou a cidade como\u00a0<strong>Presidente Vargas<\/strong>. A popula\u00e7\u00e3o resistiu, e em\u00a0<strong>1947<\/strong>\u00a0o nome original foi restaurado de vez.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-153373\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Itabira atrai moradores que querem viver com calma \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikipedia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Uma cidade onde a poesia de Drummond est\u00e1 em toda parte<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Drummond<\/strong>\u00a0nasceu em\u00a0<strong>Itabira<\/strong>\u00a0em\u00a0<strong>1902<\/strong>\u00a0e passou ali os primeiros treze anos de sua vida. As mem\u00f3rias da inf\u00e2ncia, vividas entre ruas de terra e casar\u00f5es coloniais, alimentaram uma parte substancial de sua obra. Hoje, a cidade retribui esse legado com uma rede de espa\u00e7os culturais que s\u00e3o geridos pela\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.fccda.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Funda\u00e7\u00e3o Cultural Carlos Drummond de Andrade (FCCDA)<\/strong><\/a><\/strong>, criada em\u00a0<strong>1985<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O\u00a0<strong><strong><a href=\"https:\/\/www.fccda.com.br\/memorial-carlos-drummond-de-andrade\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Memorial Carlos Drummond de Andrade<\/strong><\/a><\/strong><\/strong>, aberto ao p\u00fablico em\u00a0<strong>1998<\/strong>, \u00e9 um projeto de\u00a0<strong>Oscar Niemeyer<\/strong>\u00a0e est\u00e1 plantado na encosta do\u00a0<strong>Pico do Amor<\/strong>, um dos pontos mais altos da cidade. L\u00e1 dentro est\u00e3o a primeira m\u00e1quina de datilografia do poeta, cartas que ele trocou com a fam\u00edlia e as primeiras edi\u00e7\u00f5es de seus livros. O memorial recebe mais de 15 mil pessoas por ano.<\/p>\n\n\n\n<p>No centro, 44 placas de a\u00e7o formam o\u00a0<strong>Museu de Territ\u00f3rio Caminhos Drummondianos<\/strong>, um trajeto de 7 quil\u00f4metros que foi concebido em\u00a0<strong>1997<\/strong>. Cada placa traz um poema que tem tudo a ver com o lugar onde foi fixada. Os jovens do\u00a0<strong>Projeto Drummonzinhos<\/strong>\u00a0fazem \u00e0s vezes de guias, acompanhando os visitantes e declamando os versos durante o caminho.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-153375\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Itabira garante qualidade de vida e desenvolvimento familiar \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikipedia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/17\/a-capital-nacional-do-milho-a-cidade-a-5-horas-da-capital-esta-conquistando-os-brasileiros-com-qualidade-de-vida-e-bons-indices-de-seguranca\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A Capital Nacional do Milho: a cidade a 5 horas da capital est\u00e1 conquistando os brasileiros com qualidade de vida e bons \u00edndices de seguran\u00e7a<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como \u00e9 morar na terra do ferro e da poesia?<\/h2>\n\n\n\n<p>Pelos n\u00fameros do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\/cidades-e-estados\/mg\/itabira.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Censo 2022 do IBGE<\/strong><\/a>,\u00a0<strong>Itabira<\/strong>\u00a0tem 113.343 moradores e um\u00a0<strong>PIB<\/strong>\u00a0per capita de R$ 65.590, puxado com for\u00e7a pela minera\u00e7\u00e3o. O\u00a0<strong>IDH<\/strong>\u00a0da cidade \u00e9 0,756, o que a coloca na faixa de desenvolvimento alto. H\u00e1 um campus da\u00a0<strong>Unifei<\/strong>, v\u00e1rias faculdades privadas e uma rede de sa\u00fade que d\u00e1 conta de atender at\u00e9 os munic\u00edpios ao redor.<\/p>\n\n\n\n<p>A rela\u00e7\u00e3o com a minera\u00e7\u00e3o, no entanto, est\u00e1 longe de ser simples. A&nbsp;<strong>Vale<\/strong>&nbsp;gera empregos e receita, mas as cicatrizes que deixou na paisagem s\u00e3o vis\u00edveis de qualquer mirante. O&nbsp;<strong>Pico do Cau\u00ea<\/strong>, que&nbsp;<strong>Drummond<\/strong>&nbsp;enxergava da janela de casa, \u00e9 hoje uma cratera. Desde&nbsp;<strong>2011<\/strong>, a mineradora toca um projeto de revegeta\u00e7\u00e3o no local, devidamente licenciado pelos \u00f3rg\u00e3os ambientais.<\/p>\n\n\n\n<p>Quem deseja conhecer as ra\u00edzes mineiras em um cen\u00e1rio de poesia e hist\u00f3ria, vai curtir esse v\u00eddeo especialmente selecionado do canal <strong>Pelos Quatro Ventos<\/strong>, que conta com mais de <strong>11 mil<\/strong> visualiza\u00e7\u00f5es, onde <strong>Glauder e Andreia<\/strong> exploram o centro hist\u00f3rico, as igrejas e o legado de <strong>Carlos Drummond de Andrade<\/strong> em <strong>Itabira<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"\ud83c\udf04 Itabira, MG \u2013 A Terra de Drummond e da Minera\u00e7\u00e3o! \ud83c\udfd4\ufe0f\u26cf\ufe0f\ud83d\udcdc\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/IKhVUPQzRsY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que visitar em Itabira e nos distritos serranos?<\/h2>\n\n\n\n<p>A cidade consegue juntar, no mesmo territ\u00f3rio, um patrim\u00f4nio cultural que est\u00e1 concentrado no centro e uma natureza que explode nos distritos ao redor.&nbsp;<strong>Ipoema<\/strong>, a 42 quil\u00f4metros da sede, tem cerca de 50 cachoeiras catalogadas e faz parte do&nbsp;<strong>Caminho dos Diamantes<\/strong>&nbsp;da&nbsp;<strong>Estrada Real<\/strong>. Os principais atrativos, que servem a todo tipo de viajante, s\u00e3o estes:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list has-medium-font-size\">\n<li><a href=\"https:\/\/www.fccda.com.br\/casa-de-drummond\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Casa de Drummond<\/strong><\/a>: sobrado do s\u00e9culo XIX com 32 c\u00f4modos, jardim com canteiros em forma de estrela e exposi\u00e7\u00e3o permanente sobre o poeta.<\/li>\n\n\n\n<li><a href=\"https:\/\/www.fccda.com.br\/fazenda-do-pontal\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Fazenda do Pontal<\/strong><\/a>: propriedade da fam\u00edlia Drummond, desmontada em 1973 e reconstru\u00edda em 2004 com pe\u00e7as originais.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Cachoeira Alta<\/strong>: queda de aproximadamente 110 metros em Ipoema, com \u00e1rea de camping e acesso por trilha leve.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Serra dos Alves<\/strong>: vilarejo com pouco mais de cem moradores, c\u00e2nions, cachoeiras e mirantes na divisa com o <strong>Parque Nacional da Serra do Cip\u00f3<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Parque Estadual Mata do Limoeiro<\/strong>: 2.056 hectares de Mata Atl\u00e2ntica e Cerrado em Ipoema, com trilhas sinalizadas e cachoeiras.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Museu do Tropeiro<\/strong>: em Ipoema, com mais de 500 pe\u00e7as que resgatam a cultura tropeira dos s\u00e9culos XVII e XVIII.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Itabira integra a <a href=\"https:\/\/reservasdabiosfera.org.br\/reserva\/rb-serra-do-espinhaco\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Reserva da Biosfera da Serra do Espinha\u00e7o<\/strong><\/a>, reconhecida pela <strong>UNESCO<\/strong> em 2005, que abrange 172 munic\u00edpios e mais de 10 milh\u00f5es de hectares.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando visitar a cidade serrana do ferro?<\/h2>\n\n\n\n<p>O clima de Itabira \u00e9 tropical de altitude, com ver\u00f5es quentes e chuvosos e invernos secos. A tabela resume as condi\u00e7\u00f5es ao longo do ano:<\/p>\n\n\n\n<style>\n    .clima-grid-em34 { \n        --cor-primaria: #1a2a57; --cor-secundaria: #1a2a57; --cor-txt-secundaria: #ffffff;\n        display: grid; grid-template-columns: repeat(auto-fit, minmax(190px, 1fr)); gap: 15px; justify-content: center; padding: 10px;\n    }\n    .clima-card-em34 { border: 5px solid var(--cor-primaria); border-top: 5px solid var(--cor-secundaria); border-radius: 12px; background-color: var(--cor-primaria); background-clip: padding-box; display: flex; flex-direction: column; overflow: hidden; cursor: pointer; box-shadow: 0 6px 12px rgba(0,0,0, 0.2); transition: transform 0.2s ease, box-shadow 0.2s ease; -webkit-tap-highlight-color: transparent; user-select: none; transform: translateZ(0); animation: wmFadeIn 0.6s cubic-bezier(0.2, 0.8, 0.2, 1) backwards; }\n    .clima-card-em34:focus-visible { outline: 3px dashed var(--cor-secundaria); outline-offset: 4px; }\n    .clima-card-em34:nth-child(1) { animation-delay: 0.1s; 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Recomenda-se priorizar as visitas \u00e0s <strong>cachoeiras no per\u00edodo da manh\u00e3<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"clima-pill-em34\"><span>\ud83d\udca7 Chuva Alta<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n    <div class=\"clima-card-em34\" tabindex=\"0\">\n        <div class=\"clima-header-em34\"><div class=\"clima-emoji-em34\" aria-hidden=\"true\">\ud83c\udf42<\/div><div class=\"clima-titulo-em34\">Outono<\/div><\/div>\n        <div class=\"clima-body-em34\">\n            <time class=\"clima-mes-em34\">Mar\u00e7o a maio<\/time><div class=\"clima-temp-em34\">15\u00b0C a 26\u00b0C<\/div>\n            <div class=\"clima-desc-em34\">O clima se torna bastante agrad\u00e1vel, com temperaturas que n\u00e3o provocam suor excessivo. Um momento excelente para <strong>realiza\u00e7\u00e3o de trilhas e visita\u00e7\u00e3o aos museus<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"clima-pill-em34\"><span>\u2601\ufe0f Chuva M\u00e9dia<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n    <div class=\"clima-card-em34 clima-destaque-em34\" tabindex=\"0\">\n        <div class=\"clima-header-em34\"><div class=\"clima-emoji-em34\" aria-hidden=\"true\">\u2744\ufe0f<\/div><div class=\"clima-titulo-em34\">Inverno<\/div><\/div>\n        <div class=\"clima-body-em34\">\n            <time class=\"clima-mes-em34\">Junho a agosto<\/time><div class=\"clima-temp-em34\">10\u00b0C a 24\u00b0C<\/div>\n            <div class=\"clima-desc-em34\">O per\u00edodo de estiagem atrai poetas e admiradores! \u00c9 a ocasi\u00e3o ideal para curtir o <strong>Festival de Inverno e percorrer o maravilhoso roteiro dedicado a Drummond<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"clima-pill-em34\"><span>\u2b50 Melhor \u00c9poca \/ Seco<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n    <div class=\"clima-card-em34\" tabindex=\"0\">\n        <div class=\"clima-header-em34\"><div class=\"clima-emoji-em34\" aria-hidden=\"true\">\ud83c\udf38<\/div><div class=\"clima-titulo-em34\">Primavera<\/div><\/div>\n        <div class=\"clima-body-em34\">\n            <time class=\"clima-mes-em34\">Setembro a novembro<\/time><div class=\"clima-temp-em34\">16\u00b0C a 28\u00b0C<\/div>\n            <div class=\"clima-desc-em34\">Um momento de grande vitalidade para a natureza local. \u00c9 uma excelente oportunidade para explorar os relevos da <strong>Serra dos Alves e desfrutar do rico ecoturismo<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"clima-pill-em34\"><span>\u2601\ufe0f Chuva M\u00e9dia<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><em>Temperaturas aproximadas com base no <a href=\"https:\/\/www.climatempo.com.br\/climatologia\/145\/itabira-mg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Climatempo<\/strong><\/a>. Condi\u00e7\u00f5es podem variar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O caminho para chegar \u00e0 terra de Drummond saindo de BH<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Itabira<\/strong>&nbsp;est\u00e1 a 110 quil\u00f4metros de&nbsp;<strong>Belo Horizonte<\/strong>. O acesso principal se d\u00e1 pela&nbsp;<strong>BR-381<\/strong>, a&nbsp;<strong>Fern\u00e3o Dias<\/strong>, e depois pela&nbsp;<strong>MG-436<\/strong>. De carro, a viagem leva em m\u00e9dia duas horas. A empresa&nbsp;<strong>Saritur<\/strong>&nbsp;tem \u00f4nibus regulares que partem da&nbsp;<strong>Rodovi\u00e1ria de Belo Horizonte<\/strong>. Para quem vai de avi\u00e3o, o aeroporto mais pr\u00f3ximo \u00e9 o de&nbsp;<strong>Confins<\/strong>, a 130 quil\u00f4metros dali.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O ber\u00e7o onde a poesia nasceu do ferro<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Itabira<\/strong>&nbsp;\u00e9 uma cidade que j\u00e1 traz no nome a refer\u00eancia ao brilho da pedra, e sua trajet\u00f3ria est\u00e1 costurada de forma profunda com a minera\u00e7\u00e3o. Entre crateras e casar\u00f5es antigos, entre versos que est\u00e3o espalhados pelas ruas e cachoeiras que se escondem nas montanhas, a terra natal de&nbsp;<strong>Drummond<\/strong>&nbsp;oferece uma experi\u00eancia rara, que junta cultura e natureza a uma curta dist\u00e2ncia da capital mineira.<\/p>\n\n\n\n<p>Suba a serra e desbrave&nbsp;<strong>Itabira<\/strong>, a cidade onde cada esquina parece guardar um poema e onde cada mirante revela, ao mesmo tempo, o pre\u00e7o que se pagou e a beleza que o ferro insiste em carregar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 110 quil\u00f4metros de&nbsp;Belo Horizonte, bem no meio do chamado&nbsp;Quadril\u00e1tero Ferr\u00edfero, fica&nbsp;Itabira. \u00c9 a cidade que viu nascer&nbsp;Carlos Drummond de Andrade&nbsp;e que serviu de embri\u00e3o para a gigante&nbsp;Vale. O&nbsp;Pico do Cau\u00ea, que um dia reluziu em tons azulados a 1.385 metros de altitude e guiou os viajantes do tempo do Brasil colonial, foi transformado em [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":198051,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[183,1762,207],"class_list":["post-198048","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cidades","tag-cidades","tag-itabira","tag-minas-gerais"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.8 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A cidade a 100km de BH, onde uma montanha de quase 1400 metros desapareceu - Estado de Minas - Em foco<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Entenda por que uma montanha quase 1400 metros desapareceu; 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