{"id":194422,"date":"2026-04-21T20:35:00","date_gmt":"2026-04-21T23:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=194422"},"modified":"2026-04-20T13:38:28","modified_gmt":"2026-04-20T16:38:28","slug":"essas-20-plantas-do-quintal-da-vovo-foram-esquecidas-e-agora-surpreendem-pelo-valor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/21\/essas-20-plantas-do-quintal-da-vovo-foram-esquecidas-e-agora-surpreendem-pelo-valor\/","title":{"rendered":"Essas 20 plantas do quintal da vov\u00f3 foram esquecidas e agora surpreendem pelo valor"},"content":{"rendered":"\n<p>Em muitas casas brasileiras, a lembran\u00e7a do <strong>quintal<\/strong> com plantas da vov\u00f3 ainda aparece ligada ao cheiro de ch\u00e1 rec\u00e9m-feito, ao feij\u00e3o temperado com folhas colhidas na hora e \u00e0s frutas apanhadas direto do p\u00e9. Esse cen\u00e1rio, comum at\u00e9 poucas d\u00e9cadas atr\u00e1s, vem se tornando cada vez mais raro, o que ajuda a explicar por que tantas esp\u00e9cies tradicionais sumiram do prato, do com\u00e9rcio e, em muitos casos, da mem\u00f3ria das fam\u00edlias.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que s\u00e3o quintal da vov\u00f3 e por que est\u00e3o desaparecendo?<\/h2>\n\n\n\n<p>O termo \u201cplantas do quintal da vov\u00f3\u201d se refere a esp\u00e9cies tradicionais usadas em ch\u00e1s, sopas, saladas, farofas e rem\u00e9dios caseiros, muitas delas hoje classificadas como <strong>PANCs brasileiras<\/strong> \u2013 <em>plantas aliment\u00edcias n\u00e3o convencionais<\/em>. S\u00e3o folhas, ra\u00edzes, flores e frutos que cresciam em espa\u00e7os pequenos, como fundos de casa, beiras de cerca e canteiros improvisados, sem exigir insumos sofisticados.<\/p>\n\n\n\n<p>O desaparecimento dessas plantas da mesa brasileira est\u00e1 ligado \u00e0 <strong>industrializa\u00e7\u00e3o<\/strong> dos <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/16\/faz-mal-comer-chocolate-holografico-ou-esse-brilho-diferente-e-mais-seguro-do-que-parece\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">alimentos<\/a>, \u00e0 padroniza\u00e7\u00e3o do consumo e ao abandono dos quintais produtivos. \u00c0 medida que o mercado priorizou produtos dur\u00e1veis, de apar\u00eancia uniforme e log\u00edstica f\u00e1cil, esp\u00e9cies regionais perderam espa\u00e7o, enquanto a vida em apartamentos reduziu o cultivo dom\u00e9stico e a transmiss\u00e3o de saberes entre gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Texto-do-seu-paragrafo-2026-04-17T111518.657-1024x576.jpg\" alt=\"Essas 20 plantas do quintal da vov\u00f3 foram esquecidas e agora surpreendem pelo valor\" class=\"wp-image-194436\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Texto-do-seu-paragrafo-2026-04-17T111518.657-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Texto-do-seu-paragrafo-2026-04-17T111518.657-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Texto-do-seu-paragrafo-2026-04-17T111518.657-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Texto-do-seu-paragrafo-2026-04-17T111518.657-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Texto-do-seu-paragrafo-2026-04-17T111518.657-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Texto-do-seu-paragrafo-2026-04-17T111518.657.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Essas plantas do quintal da vov\u00f3 carregam mem\u00f3ria, valor nutritivo e uma hist\u00f3ria que quase se perdeu<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais plantas tradicionais foram esquecidas no Brasil?<\/h2>\n\n\n\n<p>Quando se fala em <strong>plantas esquecidas<\/strong> do Brasil, n\u00e3o se trata apenas de esp\u00e9cies raras ou ex\u00f3ticas. Em muitos casos, s\u00e3o plantas comuns, que ainda brotam espontaneamente, mas deixaram de ser reconhecidas como alimento e passaram a ser vistas como \u201cmato\u201d ou \u201cerva daninha\u201d, apesar do seu alto valor nutricional.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os exemplos frequentes em relatos de moradores mais antigos aparecem ora-pro-n\u00f3bis, taioba, bertalha, serralha, major-gomes, vinagreira, beldroega, caruru, capuchinha, mangarito e araruta. Cada uma carrega modos de preparo, hist\u00f3rias familiares e recorda\u00e7\u00f5es de inf\u00e2ncia, que se perdem quando saem da rotina alimentar e s\u00e3o substitu\u00eddas por misturas prontas e vegetais <strong>padronizados<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 o papel das PANCs brasileiras no resgate desses alimentos?<\/h2>\n\n\n\n<p>O conceito de <strong>PANCs brasileiras<\/strong> ganhou for\u00e7a para dar visibilidade a esp\u00e9cies comuns e pouco valorizadas, que t\u00eam uso alimentar poss\u00edvel, mas n\u00e3o integram o circuito <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/16\/o-que-seu-avo-plantava-no-sitio-hoje-pode-render-mais-do-que-muita-lavoura-grande\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">comercial <\/a>dominante. Pesquisas mostram que muitas dessas plantas possuem alto teor de fibras, vitaminas, minerais e compostos bioativos, ajudando a enriquecer sopas, caldos e acompanhamentos do dia a dia.<\/p>\n\n\n\n<p>Chefs e cozinheiros interessados em culin\u00e1ria regional contribu\u00edram para recolocar algumas dessas esp\u00e9cies em destaque em restaurantes e feiras especializadas. Por\u00e9m, o que antes era \u201ccomida simples\u201d de quintal hoje muitas vezes aparece como produto de <strong>nicho<\/strong>, associado \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o org\u00e2nica e vendido com pre\u00e7o mais alto, o que limita o acesso de grande parte da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Conte\u00fado do canal <strong>Jardineiro Amador<\/strong>, com mais de 1 milh\u00f5es de inscritos e cerca de 1.8 mil de visualiza\u00e7\u00f5es, trazendo v\u00eddeos que passam por hist\u00f3rias, tradi\u00e7\u00f5es e temas que fazem muita gente olhar o passado com mais curiosidade e valor:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Como Plantar Hibisco Vinagreiro | Jardineiro Amador\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/8H1OzuNccn4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como as plantas do quintal da vov\u00f3 podem voltar ao dia a dia?<\/h2>\n\n\n\n<p>O retorno das <strong>plantas aliment\u00edcias<\/strong> n\u00e3o convencionais \u00e0 rotina depende de reconhecer visualmente essas esp\u00e9cies e reaprender seu uso culin\u00e1rio. Projetos em escolas, hortas comunit\u00e1rias, materiais educativos e o di\u00e1logo com moradores mais antigos ajudam a diferenciar hortali\u00e7as espont\u00e2neas de mato qualquer e fortalecem o v\u00ednculo entre mem\u00f3ria, alimento e territ\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma forma pr\u00e1tica de reintroduzi-las \u00e9 investir em receitas simples, que mostrem como essas plantas podem entrar no card\u00e1pio cotidiano sem complica\u00e7\u00e3o. Para orientar quem deseja come\u00e7ar ou aprofundar esse resgate, algumas a\u00e7\u00f5es ajudam a construir experi\u00eancia e confian\u00e7a no uso dessas esp\u00e9cies:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Resgatar conversas com familiares mais velhos sobre o que se comia no passado e como se preparavam essas <strong>plantas<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li>Observar quintais, cal\u00e7adas e hortas comunit\u00e1rias em busca de esp\u00e9cies reconhecidas como PANCs, anotando nomes e caracter\u00edsticas.<\/li>\n\n\n\n<li>Participar de <strong>feiras<\/strong> agroecol\u00f3gicas, onde produtores explicam o uso culin\u00e1rio de plantas menos conhecidas e oferecem mudas ou sementes.<\/li>\n\n\n\n<li>Registrar receitas tradicionais que ainda sobrevivem em festas de interior, almo\u00e7os de ro\u00e7a e encontros de fam\u00edlia.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais cuidados s\u00e3o necess\u00e1rios ao redescobrir e consumir essas plantas?<\/h2>\n\n\n\n<p>Embora as <strong>plantas do quintal<\/strong> da vov\u00f3 e diversas PANCs tenham uso tradicional consolidado, a identifica\u00e7\u00e3o correta \u00e9 fundamental para evitar riscos. Esp\u00e9cies diferentes podem ser confundidas pela apar\u00eancia semelhante, por isso \u00e9 importante recorrer a materiais confi\u00e1veis, oficinas com especialistas, t\u00e9cnicos agr\u00edcolas ou <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/saude\/pt-br\/assuntos\/saude-brasil\/eu-quero-me-alimentar-melhor\/noticias\/2021\/o-que-o-consumo-de-frutas-legumes-e-verduras-tem-a-ver-com-saude\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">agr\u00f4nomos <\/a>quando houver d\u00favida sobre o consumo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para garantir um resgate seguro, recomenda-se confirmar o nome popular e, sempre que poss\u00edvel, o nome cient\u00edfico, verificar registros de uso alimentar em fontes especializadas, evitar \u00e1reas contaminadas na hora de colher e iniciar o consumo em pequenas quantidades. Assim, torna-se poss\u00edvel valorizar a <strong>biodiversidade<\/strong>, recuperar saberes familiares e ampliar a diversidade do prato com responsabilidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em muitas casas brasileiras, a lembran\u00e7a do quintal com plantas da vov\u00f3 ainda aparece ligada ao cheiro de ch\u00e1 rec\u00e9m-feito, ao feij\u00e3o temperado com folhas colhidas na hora e \u00e0s frutas apanhadas direto do p\u00e9. 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