{"id":194024,"date":"2026-04-17T21:15:17","date_gmt":"2026-04-18T00:15:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=194024"},"modified":"2026-04-16T14:24:45","modified_gmt":"2026-04-16T17:24:45","slug":"a-geracao-dos-anos-70-que-cresceu-entre-liberdade-e-limites-desenvolveu-uma-forca-emocional-que-quase-nao-se-ve-mais-hoje","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/17\/a-geracao-dos-anos-70-que-cresceu-entre-liberdade-e-limites-desenvolveu-uma-forca-emocional-que-quase-nao-se-ve-mais-hoje\/","title":{"rendered":"A gera\u00e7\u00e3o dos anos 70 que cresceu entre liberdade e limites, desenvolveu uma for\u00e7a emocional que quase n\u00e3o se v\u00ea mais hoje"},"content":{"rendered":"\n<p>Imagine uma <b>crian\u00e7a voltando<\/b> sozinha da escola, mochila nas costas, rua cheia de gente, sem celular, sem GPS, guiada apenas pela pr\u00f3pria mem\u00f3ria e orienta\u00e7\u00f5es dos pais. Muitas pessoas que cresceram entre as d\u00e9cadas de <b>1960 e 1970<\/b> viveram exatamente esse tipo de cen\u00e1rio, que hoje parece distante. Essa gera\u00e7\u00e3o \u00e9 frequentemente mencionada em estudos de psicologia por apresentar uma <b>resili\u00eancia emocional<\/b> e mental fortalecida em contextos de maior exig\u00eancia, responsabilidade e autonomia no dia a dia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 a resili\u00eancia emocional segundo a psicologia<\/h2>\n\n\n\n<p>Em termos simples, a <b>resili\u00eancia emocional<\/b> \u00e9 a capacidade de \u201cse recompor\u201d depois de um problema, se adaptar a mudan\u00e7as e seguir em frente, mesmo diante de dificuldades. N\u00e3o significa ser frio ou n\u00e3o sofrer, mas <b>aprender a lidar<\/b> com as emo\u00e7\u00f5es sem desmoronar a cada obst\u00e1culo.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa <b>resili\u00eancia envolve<\/b> tolerar frustra\u00e7\u00f5es, ser mentalmente flex\u00edvel, conseguir regular o que se sente e tirar algum aprendizado das experi\u00eancias desafiadoras. \u00c9 como um <b>m\u00fasculo interno<\/b>: quanto mais usado e treinado, mais forte fica para enfrentar situa\u00e7\u00f5es inesperadas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Gemini_Generated_Image_mof53gmof53gmof5-1-1024x576.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-185043\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Gemini_Generated_Image_mof53gmof53gmof5-1-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Gemini_Generated_Image_mof53gmof53gmof5-1-300x169.png 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Gemini_Generated_Image_mof53gmof53gmof5-1-768x432.png 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Gemini_Generated_Image_mof53gmof53gmof5-1-750x422.png 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Gemini_Generated_Image_mof53gmof53gmof5-1-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Gemini_Generated_Image_mof53gmof53gmof5-1.png 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">No campo da psicologia, a express\u00e3o gera\u00e7\u00e3o sem telas costuma ser associada a pessoas que passaram a inf\u00e2ncia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Leia tamb\u00e9m:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/15\/a-psicologia-explica-que-sentir-se-perdido-em-certos-momentos-da-vida-pode-ser-um-sinal-de-crescimento-interno\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A psicologia explica que sentir-se perdido em certos momentos da vida pode ser um sinal de crescimento interno<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a inf\u00e2ncia entre 1960 e 1970 favoreceu a resili\u00eancia emocional<\/h2>\n\n\n\n<p>Quem nasceu nos anos <b>60 e 70<\/b> cresceu num mundo com menos supervis\u00e3o adulta, mais rua, mais conversa cara a cara e quase nenhum recurso tecnol\u00f3gico. As regras eram claras, muitas vezes r\u00edgidas, como \u201cn\u00e3o fale com estranhos\u201d ou \u201cn\u00e3o abra a porta para ningu\u00e9m\u201d, e refor\u00e7avam a <b>prud\u00eancia e<\/b> o autocuidado.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao mesmo tempo, a liberdade de ir e vir, resolver brigas com amigos sem a interfer\u00eancia imediata dos pais e se virar com o que havia em casa ajudou a construir <b>autonomia real<\/b>. Sem perceber, muitas crian\u00e7as aprenderam a esperar, a ter paci\u00eancia, a confiar nos pr\u00f3prios <b>recursos internos<\/b> e a suportar pequenos desconfortos do cotidiano.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais habilidades de resili\u00eancia se fortaleceram nessa gera\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>A <b>resili\u00eancia emocional<\/b> nas pessoas nascidas entre 1960 e 1970 foi moldada mais pela vida real do que por discursos sobre sa\u00fade mental. Esperar o \u00f4nibus sem celular, dividir o \u00fanico televisor da casa ou resolver mal-entendidos olhando nos olhos funcionavam como um <b>treinamento constante<\/b>.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as caracter\u00edsticas mais lembradas por especialistas e tamb\u00e9m pelas pr\u00f3prias pessoas dessa gera\u00e7\u00e3o, destacam-se habilidades que hoje muitas fam\u00edlias tentam ensinar de forma mais <b>intencional e<\/b> planejada:<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"354\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/convertido-71-1024x354.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-194048\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/convertido-71-1024x354.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/convertido-71-300x104.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/convertido-71-768x265.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/convertido-71-750x259.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/convertido-71-1140x394.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/convertido-71.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a forma de criar filhos mudou e afeta a resili\u00eancia hoje<\/h2>\n\n\n\n<p>Na cria\u00e7\u00e3o atual, marcada por tecnologia, hiperconex\u00e3o e preocupa\u00e7\u00e3o constante com seguran\u00e7a, os adultos costumam acompanhar de perto quase todos os passos de crian\u00e7as e adolescentes. Atividades s\u00e3o planejadas, conflitos s\u00e3o rapidamente mediados e muitas situa\u00e7\u00f5es de <b>\u201cse virar\u201d<\/b> sozinho quase n\u00e3o acontecem, o que reduz a chance de desenvolver <b>autoconfian\u00e7a pr\u00e1tica<\/b>.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, tarefas que antes faziam parte do cotidiano foram automatizadas. A espera \u00e9 preenchida por telas, problemas s\u00e3o resolvidos por aplicativos e boa parte das intera\u00e7\u00f5es acontece por mensagem. Com isso, habilidades que antes surgiam de forma espont\u00e2nea agora precisam ser cuidadas e <b>estimuladas de<\/b> prop\u00f3sito, <a href=\"https:\/\/periodicos.ufmg.br\/index.php\/textolivre\/article\/view\/64400\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">inclusive com limites saud\u00e1veis para o uso de tecnologia digital<\/a>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/anos-70-pessoas_1775766042851-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-190984\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/anos-70-pessoas_1775766042851-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/anos-70-pessoas_1775766042851-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/anos-70-pessoas_1775766042851-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/anos-70-pessoas_1775766042851-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/anos-70-pessoas_1775766042851-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/anos-70-pessoas_1775766042851.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esse conjunto de atitudes influencia diretamente a autoestima, a forma de lidar com frustra\u00e7\u00f5es &#8211; Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ RomanNerud<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como desenvolver resili\u00eancia emocional nas novas gera\u00e7\u00f5es<\/h2>\n\n\n\n<p>A compara\u00e7\u00e3o entre quem cresceu nos anos 60 e 70 e as crian\u00e7as de hoje n\u00e3o serve para dizer que uma gera\u00e7\u00e3o \u00e9 melhor que a outra, mas para entender como o contexto molda a <b>resili\u00eancia emocional<\/b> e mental. Cada \u00e9poca traz desafios diferentes e pede ferramentas espec\u00edficas para <b>enfrent\u00e1-los bem<\/b>.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, psic\u00f3logos e educadores sugerem resgatar alguns elementos daquela cria\u00e7\u00e3o mais aut\u00f4noma, adaptando-os ao mundo atual: permitir momentos de t\u00e9dio sem telas, incentivar conversas olho no olho, oferecer responsabilidades proporcionais \u00e0 idade e mostrar que nem tudo \u00e9 imediato. Assim, mesmo em um tempo digital e acelerado, \u00e9 poss\u00edvel formar pessoas com <b>base interna<\/b> s\u00f3lida para enfrentar as inevit\u00e1veis <b>adversidades da<\/b> vida.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagine uma crian\u00e7a voltando sozinha da escola, mochila nas costas, rua cheia de gente, sem celular, sem GPS, guiada apenas pela pr\u00f3pria mem\u00f3ria e orienta\u00e7\u00f5es dos pais. 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