{"id":193406,"date":"2026-04-16T19:45:37","date_gmt":"2026-04-16T22:45:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=193406"},"modified":"2026-04-15T18:17:55","modified_gmt":"2026-04-15T21:17:55","slug":"uma-pintura-de-mao-com-quase-68-mil-anos-na-indonesia-pode-estar-mudando-tudo-o-que-sabemos-sobre-o-inicio-da-arte-humana-no-planeta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/16\/uma-pintura-de-mao-com-quase-68-mil-anos-na-indonesia-pode-estar-mudando-tudo-o-que-sabemos-sobre-o-inicio-da-arte-humana-no-planeta\/","title":{"rendered":"Uma pintura de m\u00e3o com quase 68 mil anos na Indon\u00e9sia pode estar mudando tudo o que sabemos sobre o in\u00edcio da arte humana no planeta"},"content":{"rendered":"\n<p>Imagine uma pessoa h\u00e1 quase <b>68 mil<\/b> anos entrando em uma <b>caverna escura<\/b>, encostando a m\u00e3o na parede fria de rocha e soprando pigmento ao redor dos dedos. O que para ela talvez fosse um gesto simb\u00f3lico ou <b>ritual complexo<\/b>, hoje \u00e9 uma das pistas mais antigas que temos sobre a capacidade humana de criar arte e deixar marcas no mundo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que revela a pintura de m\u00e3o mais antiga conhecida?<\/h2>\n\n\n\n<p>O registro mais antigo de arte rupestre conhecido at\u00e9 agora ganhou uma nova estrela: uma <b>pintura de m\u00e3o<\/b> em uma caverna da ilha de Muna, na Indon\u00e9sia, com cerca de <b>67.800 anos<\/b>. Essa descoberta reposiciona o que sabemos sobre quando e onde surgiram as primeiras <b>express\u00f5es art\u00edsticas<\/b> humanas.<\/p>\n\n\n\n<p>Encontrada na caverna Liang Metanduno, a imagem mostra o contorno de uma <b>m\u00e3o humana<\/b> feito com pigmento soprado sobre a rocha. Mesmo desgastada, ainda se veem dedos alongados e <b>pontiagudos, talvez<\/b> propositalmente modificados para criar um efeito visual marcante e talvez at\u00e9 <b>assustador e<\/b> ritualizado.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre--1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-193657\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre--1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre--300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre--768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre--750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre--1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre-.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Encontrada na caverna Liang Metanduno, a imagem mostra o contorno de uma m\u00e3o humana &#8211; Cr\u00e9ditos: Ahdi Agus Oktaviana\/Maxime Aubert via AP<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/14\/o-misterio-da-jararacolandia-a-ilha-do-mundo-com-mais-cobras-por-metro-quadrado\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span data-sheets-root=\"1\">O mist\u00e9rio da jararacol\u00e2ndia: a ilha do mundo com mais cobras por metro quadrado<\/span>&nbsp;<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como funciona a arte rupestre e por que essa m\u00e3o em negativo \u00e9 especial?<\/h2>\n\n\n\n<p>Chamamos de <b>arte rupestre<\/b> as pinturas e gravuras feitas diretamente em paredes, tetos e rochas de cavernas ou abrigos naturais. No caso de Muna, trata-se de uma pintura de m\u00e3o em negativo: a pessoa encostou a m\u00e3o na parede e soprou <b>pigmento ao<\/b> redor, deixando s\u00f3 o contorno vis\u00edvel como uma esp\u00e9cie de <b>assinatura visual<\/b>.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse tipo de imagem aparece em v\u00e1rios lugares do mundo, da <b>Europa \u00e0<\/b> Oceania, mas a idade de 67.800 anos torna o exemplo indon\u00e9sio \u00fanico. Ela indica que grupos humanos em Wallacea j\u00e1 tinham pr\u00e1ticas simb\u00f3licas complexas, como <b>rituais coletivos<\/b>, comunica\u00e7\u00e3o visual e formas de afirmar <b>identidade de<\/b> grupo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a arte rupestre de Muna mudou a vis\u00e3o da arqueologia?<\/h2>\n\n\n\n<p>A arte rupestre pr\u00e9-hist\u00f3rica de Muna n\u00e3o \u00e9 importante apenas por ser muito antiga. Ela tamb\u00e9m ajuda a entender como os primeiros <b>humanos modernos<\/b> se deslocaram entre a \u00c1sia continental e a Austr\u00e1lia, usando a regi\u00e3o insular de Wallacea como esp\u00e9cie de <b>corredor migrat\u00f3rio<\/b> e de conex\u00e3o entre diferentes <b>paisagens marinhas<\/b>.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao registrar uma arte t\u00e3o antiga na caverna Liang Metanduno,<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-025-09968-y\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"> os arque\u00f3logos identificam n\u00e3o s\u00f3 beleza<\/a>, mas tamb\u00e9m dados sobre <b>presen\u00e7a humana<\/b>, perman\u00eancia no territ\u00f3rio e organiza\u00e7\u00e3o social. A caverna parece ter sido um espa\u00e7o de uso simb\u00f3lico prolongado, talvez visitado por muitas <b>gera\u00e7\u00f5es sucessivas<\/b>, que mantinham tradi\u00e7\u00f5es e <b>hist\u00f3rias orais<\/b>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre-1-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-193660\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre-1-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre-1-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre-1.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os estudos em Liang Metanduno mostram que esse n\u00e3o era apenas um abrigo ocasional &#8211; Foto: Ahdi Agus Oktaviana\/Divulga\u00e7\u00e3o via REUTERS<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Que pistas sobre presen\u00e7a humana antiga essa caverna oferece?<\/h2>\n\n\n\n<p>Os estudos em Liang Metanduno mostram que esse n\u00e3o era apenas um abrigo ocasional. As marcas na rocha revelam conhecimento de <b>pigmentos minerais<\/b>, escolha de locais espec\u00edficos e repeti\u00e7\u00e3o de temas, como as m\u00e3os. Tudo isso sugere planejamento, mem\u00f3ria coletiva e talvez <b>hist\u00f3rias compartilhadas<\/b> em torno do fogo entre membros de um mesmo <b>grupo social<\/b>.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Presen\u00e7a humana<\/strong> muito antiga em Wallacea, anterior a v\u00e1rios outros <strong>s\u00edtios conhecidos<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Uso prolongado<\/strong> da mesma caverna, indicando visitas repetidas com fins <strong>simb\u00f3licos diversos<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Dom\u00ednio de<\/strong> pigmentos e t\u00e9cnicas para aplicar cor na rocha, mostrando <strong>organiza\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a Indon\u00e9sia re\u00fane tantas descobertas de arte rupestre?<\/h2>\n\n\n\n<p>A Indon\u00e9sia virou um dos grandes \u201claborat\u00f3rios ao ar livre\u201d para entender o <b>passado humano<\/b>, e isso n\u00e3o \u00e9 por acaso. O pa\u00eds tem muitas rochas calc\u00e1rias e cavernas, que protegem pigmentos e pinturas por mil\u00eanios, como um <b>cofre natural<\/b> da pr\u00e9-hist\u00f3ria, preservando inclusive sinais de <b>climas antigos<\/b>.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, v\u00e1rias regi\u00f5es come\u00e7aram a ser exploradas com mais intensidade s\u00f3 nas \u00faltimas d\u00e9cadas. \u00c0 medida que novas expedi\u00e7\u00f5es avan\u00e7am, surgem mais paredes pintadas, gravuras e m\u00e3os em est\u00eancil, revelando <b>trajetos migrat\u00f3rios<\/b>, tempos de chegada e modos de vida dos primeiros grupos que cruzaram Wallacea, bem como poss\u00edveis <b>rotas costeiras<\/b> usadas na navega\u00e7\u00e3o com simples <b>embarca\u00e7\u00f5es primitivas<\/b>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre-2-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-193661\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre-2-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre-2-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre-2-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre-2-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre-2-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/pintura-rupestre-2.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A pintura de m\u00e3o em Muna refor\u00e7a que a capacidade simb\u00f3lica dos humanos modernos &#8211; Foto: Maxime Aubert via AP<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a arte rupestre conta sobre a mente dos primeiros humanos?<\/h2>\n\n\n\n<p>A pintura de m\u00e3o em Muna refor\u00e7a que a <b>capacidade simb\u00f3lica<\/b> dos humanos modernos j\u00e1 estava bem desenvolvida h\u00e1 pelo menos 67.800 anos. Fazer uma imagem na rocha exige mais do que impulso: envolve planejar, escolher <b>materiais adequados<\/b>, selecionar o local e repetir certos temas que faziam sentido para o grupo, como marcas de <b>pertencimento coletivo<\/b>.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a arqueologia, essas pinturas n\u00e3o s\u00e3o \u201cdecora\u00e7\u00e3o\u201d, mas um tipo de mem\u00f3ria visual. Elas podem estar ligadas a rituais, hist\u00f3rias sobre o ambiente, marca\u00e7\u00e3o de <b>territ\u00f3rios sagrados<\/b> ou ensino entre gera\u00e7\u00f5es, ajudando a conectar dados de gen\u00e9tica, <b>clima antigo<\/b> e migra\u00e7\u00f5es humanas, al\u00e9m de oferecer pistas sobre <b>linguagem simb\u00f3lica<\/b> e pensamento abstrato.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagine uma pessoa h\u00e1 quase 68 mil anos entrando em uma caverna escura, encostando a m\u00e3o na parede fria de rocha e soprando pigmento ao redor dos dedos. 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