{"id":192693,"date":"2026-04-14T19:55:00","date_gmt":"2026-04-14T22:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=192693"},"modified":"2026-04-14T19:34:12","modified_gmt":"2026-04-14T22:34:12","slug":"o-vilarejo-italiano-escondido-na-serra-gaucha-que-parece-uma-das-vilas-da-toscana-onde-o-dialeto-vicentino-ainda-se-fala-nas-mesas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/14\/o-vilarejo-italiano-escondido-na-serra-gaucha-que-parece-uma-das-vilas-da-toscana-onde-o-dialeto-vicentino-ainda-se-fala-nas-mesas\/","title":{"rendered":"O vilarejo italiano escondido na Serra Ga\u00facha que parece uma das vilas da Toscana, onde o dialeto vicentino ainda se fala nas mesas"},"content":{"rendered":"\n<p>As ruas t\u00eam nome de variedade de uva, o t\u00fanel verde cobre toda a frente da igreja e o cheiro de polenta sai das casas ao entardecer. <strong>Ot\u00e1vio Rocha<\/strong>, distrito de <strong>Flores da Cunha<\/strong>, na Serra Ga\u00facha, guarda a mem\u00f3ria dos imigrantes italianos como poucos lugares do <strong>Rio Grande do Sul<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como um vilarejo italiano apareceu na Serra Ga\u00facha?<\/h2>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria come\u00e7a em 1882, quando os primeiros imigrantes italianos chegaram \u00e0 regi\u00e3o. A maioria veio da <strong>Prov\u00edncia de Vicenza<\/strong>, no nordeste da <strong>It\u00e1lia<\/strong>, e trouxe o dialeto vicentino, os costumes camponeses e as t\u00e9cnicas de cultivo da uva que moldariam o distrito para sempre.<\/p>\n\n\n\n<p>O nome oficial s\u00f3 veio em 17 de maio de 1924, como homenagem a <strong>Ot\u00e1vio Rocha<\/strong>, pol\u00edtico ga\u00facho que foi senador, deputado e prefeito de Porto Alegre. Ele ajudou na emancipa\u00e7\u00e3o de Flores da Cunha, e o reconhecimento virou o atual 3\u00ba distrito do munic\u00edpio. A <a href=\"https:\/\/www.floresdacunha.rs.gov.br\/secao_administracao.php?id=63\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Prefeitura de Flores da Cunha<\/strong><\/a> mant\u00e9m uma subprefeitura na Rua Uva Isabel, no centro da vila.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Flores_da_Cunha-Panoramica-65277-1024x576.jpg\" alt=\"O vilarejo italiano escondido na Serra Ga\u00facha que parece uma das vilas da Toscana, onde o dialeto vicentino ainda se fala nas mesas\" class=\"wp-image-183591\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Flores_da_Cunha-Panoramica-65277-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Flores_da_Cunha-Panoramica-65277-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Flores_da_Cunha-Panoramica-65277-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Flores_da_Cunha-Panoramica-65277-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Flores_da_Cunha-Panoramica-65277-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-Flores_da_Cunha-Panoramica-65277.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Flores da Cunha, cidade do Rio Grande do Sul \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikipedia \/ Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Curiosidades que fazem de Ot\u00e1vio Rocha um caso \u00fanico no Brasil<\/h2>\n\n\n\n<p>Poucos lugares do pa\u00eds preservam com tanta clareza a identidade dos imigrantes italianos. Algumas marcas da vila chamam aten\u00e7\u00e3o logo na chegada.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list has-medium-font-size\">\n<li><strong>Ruas com nomes de uva desde 1975<\/strong>: a avenida principal \u00e9 a <strong>Uva It\u00e1lia<\/strong>, seguida por ruas como Uva Bonarda, Uva Moscato, Uva Ni\u00e1gara, Uva Merlot e Uva Isabel. A mudan\u00e7a foi feita no ano do centen\u00e1rio da imigra\u00e7\u00e3o italiana no Rio Grande do Sul.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Dialeto vicentino ainda vivo<\/strong>: muitos moradores mais velhos conversam no dialeto original trazido da Prov\u00edncia de Vicenza.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>T\u00fanel da Uva com 80 metros<\/strong>: cerca de 100 mudas de videiras cobrem a rua em frente \u00e0 Igreja Matriz S\u00e3o Marcos, com 5,6 metros de altura.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Le\u00e3o alado de S\u00e3o Marcos<\/strong>: o s\u00edmbolo do padroeiro \u00e9 o mesmo da antiga Rep\u00fablica de Veneza, de onde vieram os primeiros colonos.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Reconhecimento oficial como rota tur\u00edstica da Serra Ga\u00facha<\/h2>\n\n\n\n<p>O distrito foi formalizado como roteiro tur\u00edstico em 2017, quando um grupo de empres\u00e1rios se uniu com apoio do Sebrae e da Prefeitura Municipal para lan\u00e7ar a rota <a href=\"https:\/\/www.turismoflores.com.br\/rotas-turisticas\/otavio-rocha-vila-colonial\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Ot\u00e1vio Rocha Vila Colonial<\/strong><\/a>. O projeto re\u00fane oito empreendimentos familiares que oferecem experi\u00eancias de cultura italiana, gastronomia e vinhos artesanais.<\/p>\n\n\n\n<p>A rota \u00e9 hoje uma das mais charmosas da Serra Ga\u00facha e atrai visitantes que buscam uma experi\u00eancia mais aut\u00eantica e menos tur\u00edstica que as rotas tradicionais de Gramado e Canela. O atendimento \u00e9 feito pelas pr\u00f3prias fam\u00edlias que carregam a tradi\u00e7\u00e3o h\u00e1 gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/11\/capital-nacional-do-morango-cidade-a-poucos-minutos-da-capital-esta-conquistando-os-brasileiros-com-qualidade-de-vida-e-tranquilidade\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Capital Nacional do Morango: uma cidade a poucos minutos da capital est\u00e1 conquistando os brasileiros com qualidade de vida e tranquilidade<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que fazer entre o t\u00fanel de uvas e as cucas caseiras?<\/h2>\n\n\n\n<p>O centro do distrito se percorre a p\u00e9 em poucos minutos, mas cada esquina esconde um peda\u00e7o da heran\u00e7a italiana. Confira algumas atra\u00e7\u00f5es imperd\u00edveis:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list has-medium-font-size\">\n<li><strong>T\u00fanel da Uva<\/strong>: parreiral de 80 metros em frente \u00e0 igreja, mais bonito no ver\u00e3o durante a vindima, quando os cachos ficam ao alcance da m\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Igreja Matriz S\u00e3o Marcos<\/strong>: considerada a primeira igreja em estilo moderno do interior do Rio Grande do Sul, com torre de pedra e Via Sacra pintada por <strong>Guido Mondin<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pra\u00e7a Regional da Uva<\/strong>: pra\u00e7a central que homenageia os oito munic\u00edpios maiores produtores de uva da regi\u00e3o, com a est\u00e1tua de Nossa Senhora da Uva.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Casar\u00e3o dos Veronese<\/strong>: casa onde viveu a fam\u00edlia Veronese, que imigrou para Ot\u00e1vio Rocha em 1882, aberto para visitas agendadas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Parque da Gruta<\/strong>: cachoeira em meio \u00e0 mata, com gruta natural que abriga a imagem de Nossa Senhora das Gra\u00e7as, a cerca de 2 km do centro.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Museu Padre Alberto Lamonatto<\/strong>: acervo hist\u00f3rico doado por testamento, com destaque para a cole\u00e7\u00e3o de vinhos e licores.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A gastronomia \u00e9 o grande motivo de muitas viagens \u00e0 vila. Quase tudo \u00e9 preparado em casa, com receitas trazidas pelos imigrantes e adaptadas aos ingredientes locais. Veja o que provar:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list has-medium-font-size\">\n<li><strong>Menarosto<\/strong>: prato t\u00edpico de Flores da Cunha com carne de codorna, leit\u00e3o, frango e coelho, servido com polenta, massa, radicci e maionese.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Cucas artesanais<\/strong>: massa fofa com diferentes recheios, tradi\u00e7\u00e3o doce das fam\u00edlias italianas da regi\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Vinhos e espumantes coloniais<\/strong>: produzidos em vin\u00edcolas familiares como a <strong>Pauletti Vinhos<\/strong>, fundada em 2018, e a <strong>Casa Gazzaro<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Geleias de mirtilo e uva<\/strong>: produzidas na <strong>Doces Silber<\/strong>, agroind\u00fastria familiar com 31 hectares de planta\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Chocolates artesanais<\/strong>: da Chocolate com Arte, no cora\u00e7\u00e3o da vila, uma das paradas obrigat\u00f3rias da rota.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Quem busca um ref\u00fagio de paz na <strong>Serra Ga\u00facha<\/strong>, vai curtir esse v\u00eddeo especialmente selecionado do canal <strong>Ot\u00e1vio Rocha Vila Colonial<\/strong>, que conta com mais de <strong>600<\/strong> visualiza\u00e7\u00f5es, onde \u00e9 apresentado o roteiro hist\u00f3rico e cultural de <strong>Ot\u00e1vio Rocha<\/strong>, distrito de <strong>Flores da Cunha<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Vem pra Ot\u00e1vio Rocha Vila Colonial, em Flores da Cunha\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/XPuz6CguIXk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando o clima ajuda cada tipo de passeio?<\/h2>\n\n\n\n<p>O clima \u00e9 subtropical, com esta\u00e7\u00f5es bem definidas e temperaturas amenas que seguem o ritmo da Serra Ga\u00facha. A melhor \u00e9poca para visitar \u00e9 durante a vindima, entre meados de janeiro e meados de fevereiro, quando os parreirais est\u00e3o carregados e o t\u00fanel da uva fica no auge.<\/p>\n\n\n\n<style>\n    .clima-grid-em45 { \n        --cor-primaria: #1a2a57; --cor-secundaria: #1a2a57; --cor-txt-secundaria: #ffffff;\n        display: grid; grid-template-columns: repeat(auto-fit, minmax(190px, 1fr)); gap: 15px; justify-content: center; padding: 10px;\n    }\n    .clima-card-em45 { border: 5px solid var(--cor-primaria); border-top: 5px solid var(--cor-secundaria); border-radius: 12px; background-color: var(--cor-primaria); background-clip: padding-box; display: flex; flex-direction: column; overflow: hidden; cursor: pointer; box-shadow: 0 6px 12px rgba(0,0,0, 0.2); transition: transform 0.2s ease, box-shadow 0.2s ease; -webkit-tap-highlight-color: transparent; user-select: none; transform: translateZ(0); animation: wmFadeIn 0.6s cubic-bezier(0.2, 0.8, 0.2, 1) backwards; }\n    .clima-card-em45:focus-visible { outline: 3px dashed var(--cor-secundaria); 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De meados de janeiro a meados de fevereiro, os parreirais brilham na tradicional <strong>Vindima e o famoso T\u00fanel da Uva<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"clima-pill-em45\"><span>\u2b50 Melhor \u00c9poca \/ Vindima<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n    <div class=\"clima-card-em45\" tabindex=\"0\">\n        <div class=\"clima-header-em45\"><div class=\"clima-emoji-em45\" aria-hidden=\"true\">\u2615<\/div><div class=\"clima-titulo-em45\">Outono<\/div><\/div>\n        <div class=\"clima-body-em45\">\n            <time class=\"clima-mes-em45\">Mar\u00e7o a maio<\/time><div class=\"clima-temp-em45\">12\u00b0C a 24\u00b0C<\/div>\n            <div class=\"clima-desc-em45\">O clima ameno e elegante ganha a paisagem da Serra Ga\u00facha. Uma \u00f3tima oportunidade para visitar as <strong>vin\u00edcolas e provar os fartos caf\u00e9s coloniais<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"clima-pill-em45\"><span>\u2601\ufe0f Chuva M\u00e9dia<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n    <div class=\"clima-card-em45\" tabindex=\"0\">\n        <div class=\"clima-header-em45\"><div class=\"clima-emoji-em45\" aria-hidden=\"true\">\ud83c\udf77<\/div><div class=\"clima-titulo-em45\">Inverno<\/div><\/div>\n        <div class=\"clima-body-em45\">\n            <time class=\"clima-mes-em45\">Junho a agosto<\/time><div class=\"clima-temp-em45\">5\u00b0C a 18\u00b0C<\/div>\n            <div class=\"clima-desc-em45\">O frio toma conta da regi\u00e3o. Prepare-se para o m\u00e1ximo do aconchego provando o <strong>tradicional Menarosto acompanhado de vinhos na lareira<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"clima-pill-em45\"><span>\u2601\ufe0f Chuva M\u00e9dia \/ Frio<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n    <div class=\"clima-card-em45\" tabindex=\"0\">\n        <div class=\"clima-header-em45\"><div class=\"clima-emoji-em45\" aria-hidden=\"true\">\ud83c\udf38<\/div><div class=\"clima-titulo-em45\">Primavera<\/div><\/div>\n        <div class=\"clima-body-em45\">\n            <time class=\"clima-mes-em45\">Setembro a novembro<\/time><div class=\"clima-temp-em45\">10\u00b0C a 24\u00b0C<\/div>\n            <div class=\"clima-desc-em45\">Apesar das fortes chuvas retornarem, a natureza desperta com for\u00e7a. \u00c9 a \u00e9poca para focar no ar livre, explorando <strong>trilhas e o Parque da Gruta<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"clima-pill-em45\"><span>\u2614 Chuva Alta<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><em>Temperaturas aproximadas com base no <a href=\"https:\/\/www.climatempo.com.br\/previsao-do-tempo\/cidade\/4406\/floresdacunha-rs\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Climatempo<\/strong><\/a>. Condi\u00e7\u00f5es podem variar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como chegar ao distrito da uva<\/h2>\n\n\n\n<p>De <strong>Caxias do Sul<\/strong>, s\u00e3o aproximadamente 25 km por estrada asfaltada que j\u00e1 \u00e9 parte do passeio, repleta de parreirais e vin\u00edcolas. De Flores da Cunha, o centro fica a apenas 12 km, tamb\u00e9m em rota c\u00eanica pela Serra Ga\u00facha.<\/p>\n\n\n\n<p>Quem vem de <strong>Porto Alegre<\/strong> percorre cerca de 150 km at\u00e9 chegar ao distrito, com trajeto pela BR-116 e depois pela Rota do Sol. O ideal \u00e9 estar de carro, porque as propriedades rurais e as vin\u00edcolas familiares ficam espalhadas pelos arredores da vila.<\/p>\n\n\n\n<iframe src=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/embed?pb=!1m18!1m12!1m3!1d16588.818577744747!2d-51.26737379233095!3d-29.06522378954311!2m3!1f0!2f0!3f0!3m2!1i1024!2i768!4f13.1!3m3!1m2!1s0x951e9c0bcb487ba7%3A0x62959ad2c413466!2sOt%C3%A1vio%20Rocha%2C%20Flores%20da%20Cunha%20-%20RS%2C%2095270-000!5e0!3m2!1spt-BR!2sbr!4v1776171406011!5m2!1spt-BR!2sbr\" width=\"800\" height=\"600\" style=\"border:0;\" allowfullscreen=\"\" loading=\"lazy\" referrerpolicy=\"no-referrer-when-downgrade\"><\/iframe>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/11\/eleito-o-2o-melhor-destino-do-brasil-esse-paraiso-a-158-km-da-capital-tem-365-ilhas-e-aguas-esverdeadas-de-tirar-o-folego\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Eleito o 2\u00ba melhor destino do Brasil, esse para\u00edso a 158 km da capital tem 365 ilhas e \u00e1guas esverdeadas de tirar o f\u00f4lego<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Visite a vila onde o tempo ainda fala vicentino<\/h2>\n\n\n\n<p>Ot\u00e1vio Rocha re\u00fane em poucas ruas a ess\u00eancia da coloniza\u00e7\u00e3o italiana no Sul do Brasil. A igreja com torre de pedra, o t\u00fanel verde de videiras e as mesas fartas de polenta e vinho formam um roteiro raro na Serra Ga\u00facha.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea precisa caminhar pela Avenida Uva It\u00e1lia ao entardecer e entender por que esse distrito esquecido dos grandes roteiros virou o segredo mais bem guardado da imigra\u00e7\u00e3o italiana no Rio Grande do Sul.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As ruas t\u00eam nome de variedade de uva, o t\u00fanel verde cobre toda a frente da igreja e o cheiro de polenta sai das casas ao entardecer. Ot\u00e1vio Rocha, distrito de Flores da Cunha, na Serra Ga\u00facha, guarda a mem\u00f3ria dos imigrantes italianos como poucos lugares do Rio Grande do Sul. 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