{"id":187603,"date":"2026-04-02T04:00:00","date_gmt":"2026-04-02T07:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=187603"},"modified":"2026-04-01T18:03:17","modified_gmt":"2026-04-01T21:03:17","slug":"uma-montanha-de-1-385-metros-desapareceu-a-cidade-mineira-a-2-horas-de-bh-onde-a-paisagem-valia-menos-que-os-lucros-e-o-maior-poeta-brasileiro-nasceu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/04\/02\/uma-montanha-de-1-385-metros-desapareceu-a-cidade-mineira-a-2-horas-de-bh-onde-a-paisagem-valia-menos-que-os-lucros-e-o-maior-poeta-brasileiro-nasceu\/","title":{"rendered":"Uma montanha de 1.385 metros desapareceu: a cidade mineira a 2 horas de BH onde a paisagem valia menos que os lucros e o maior poeta brasileiro nasceu"},"content":{"rendered":"\n<p>A menos de 2 horas de <strong>Belo Horizonte<\/strong>, <strong>Itabira<\/strong> guarda uma das hist\u00f3rias mais perturbadoras da rela\u00e7\u00e3o entre riqueza mineral e destrui\u00e7\u00e3o ambiental no Brasil. O <strong>Pico do Cau\u00ea<\/strong>, que brilhava azul a 1.385 metros e orientava viajantes desde o s\u00e9culo XVIII, foi pulverizado por d\u00e9cadas de minera\u00e7\u00e3o e virou cratera. Em seu lugar, ficaram poemas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que foi o Pico do Cau\u00ea e como ele desapareceu?<\/h2>\n\n\n\n<p>O <strong>Pico do Cau\u00ea<\/strong>, cujo nome vem de um dialeto africano que significa \u201cirm\u00e3os\u201d, era o marco geogr\u00e1fico e afetivo de Itabira. Desde que os irm\u00e3os Francisco e Salvador de Faria Albernaz chegaram \u00e0 regi\u00e3o por volta de 1720, o brilho azulado do min\u00e9rio de ferro exposto na montanha guiava viajantes e atra\u00eda prospectores. A cidade levou esse nome do pr\u00f3prio min\u00e9rio: <em>Itabira<\/em> vem do tupi e significa \u201cpedra que brilha\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A extra\u00e7\u00e3o em escala industrial come\u00e7ou no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, com capital ingl\u00eas da <strong>Itabira Iron Ore Company<\/strong>. Em 1942, o governo de Get\u00falio Vargas nacionalizou as minas por meio dos <strong>Acordos de Washington<\/strong>, criando a <strong>Companhia Vale do Rio Doce<\/strong>. Em 1973, a Mina do Cau\u00ea se tornou a maior frente de extra\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio de ferro do mundo ocidental. No in\u00edcio da d\u00e9cada de 1980, o pico havia desaparecido. No lugar da montanha, uma enorme cratera. Desde 2011, a <strong>Vale<\/strong> conduz um projeto de revegeta\u00e7\u00e3o no local, licenciado pelos \u00f3rg\u00e3os ambientais competentes.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-153375\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira2.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Itabira garante qualidade de vida e desenvolvimento familiar \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikipedia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como Drummond viu a destrui\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria cidade?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Carlos Drummond de Andrade<\/strong> nasceu em Itabira em <strong>31 de outubro de 1902<\/strong> e viveu ali at\u00e9 os 13 anos. Da janela de casa, via o Pico do Cau\u00ea. Ao retornar \u00e0 cidade d\u00e9cadas depois, encontrou uma cratera onde havia uma montanha. A destrui\u00e7\u00e3o entrou em sua obra com for\u00e7a crescente.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1930, no livro <em>Alguma Poesia<\/em>, Drummond j\u00e1 escrevia: \u201cCada um de n\u00f3s tem seu peda\u00e7o no Pico do Cau\u00ea.\u201d Em 1973, publicou \u201cA Montanha Pulverizada\u201d, poema em que narra o desaparecimento da serra com uma precis\u00e3o que d\u00f3i como reportagem: chega \u00e0 sacada, olha para o horizonte e n\u00e3o encontra mais a montanha que pertencia \u00e0 fam\u00edlia por gera\u00e7\u00f5es. O poeta foi um cr\u00edtico contundente da minera\u00e7\u00e3o predat\u00f3ria e chegou a fazer campanha direta contra a Vale nos anos 1950. Por muito tempo, itabiranos o trataram como traidor por criticar a empresa que sustentava a cidade.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-153373\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Itabira4.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Itabira atrai moradores que querem viver com calma \/\/ Cr\u00e9ditos: Wikipedia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/03\/24\/eleito-o-2o-melhor-destino-do-brasil-esse-paraiso-a-150-km-da-capital-tem-365-ilhas-e-aguas-esverdeadas-de-tirar-o-folego\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Eleito o 2\u00ba melhor destino do Brasil, esse para\u00edso a 150 km da capital tem 365 ilhas e \u00e1guas esverdeadas de tirar o f\u00f4lego<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que visitar em Itabira al\u00e9m da cratera do Cau\u00ea?<\/h2>\n\n\n\n<p>Itabira transformou a mem\u00f3ria de Drummond em um dos roteiros culturais mais completos de Minas Gerais. Todos os espa\u00e7os abaixo integram os <a href=\"https:\/\/www.fccda.com.br\/caminhos-drummondianos\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Caminhos Drummondianos<\/strong><\/a>, percurso criado em 1997 pela <strong>Funda\u00e7\u00e3o Cultural Carlos Drummond de Andrade (FCCDA)<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list has-medium-font-size\">\n<li><strong>Museu de Territ\u00f3rio Caminhos Drummondianos:<\/strong> 44 placas de ferro com poemas de Drummond espalhadas por 7 km da cidade, cada uma ligada ao lugar onde est\u00e1 instalada. Guias e jovens do Projeto Drummonzinhos declamam os versos ao longo do percurso.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Memorial Carlos Drummond de Andrade:<\/strong> projetado por <strong>Oscar Niemeyer<\/strong>, amigo do poeta, e inaugurado em 1998 na encosta do Pico do Amor. Recebe mais de 15 mil visitantes por ano. O acervo inclui a primeira m\u00e1quina de datilografia de Drummond, cartas, manuscritos e primeiras edi\u00e7\u00f5es.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Casa de Drummond:<\/strong> sobrado do s\u00e9culo XIX no Centro Hist\u00f3rico onde o poeta viveu dos 2 aos 13 anos. Tombada pelo <strong>IPHAN<\/strong>, funciona como espa\u00e7o cultural com exposi\u00e7\u00f5es, oficinas e espet\u00e1culos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Fazenda do Pontal:<\/strong> propriedade rural da fam\u00edlia do poeta, onde ele passou parte da inf\u00e2ncia. Hoje \u00e9 centro cultural e ponto final dos Caminhos Drummondianos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>\u00c1rea do antigo Pico do Cau\u00ea:<\/strong> a cratera onde existia a montanha \u00e9 um ponto de refer\u00eancia ativo para quem quer entender a extens\u00e3o do impacto da minera\u00e7\u00e3o na paisagem e na mem\u00f3ria da cidade.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Quem busca conhecer a hist\u00f3ria e os encantos de <strong>Minas Gerais<\/strong>, vai curtir esse v\u00eddeo especialmente selecionado do canal <strong>Vanessa Cunha<\/strong>, que conta com mais de <strong>8.600<\/strong> visualiza\u00e7\u00f5es, onde <strong>Vanessa Cunha<\/strong> mostra um tour completo pelos pontos tur\u00edsticos de <strong>Itabira<\/strong>, a cidade de <strong>Drummond<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Conhecendo ITABIRA - MG, a cidade da Vale e de Drummond |\u00a0Vanessa\u00a0Cunha\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/I_ZTFB21-6U?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando \u00e9 a melhor \u00e9poca para visitar a Cidade de Ferro e Poesia?<\/h2>\n\n\n\n<p>O clima de Itabira \u00e9 tropical de altitude, com ver\u00f5es quentes e chuvosos e invernos secos e amenos. Para os roteiros culturais a c\u00e9u aberto, o inverno seco \u00e9 ideal. Confira as esta\u00e7\u00f5es de acordo com o <a href=\"https:\/\/www.climatempo.com.br\/previsao-do-tempo\/cidade\/145\/itabira-mg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Climatempo<\/strong><\/a>:<\/p>\n\n\n\n<style>\n    .clima-grid { \n        --cor-primaria: #1a2a57; --cor-secundaria: #1a2a57; --cor-txt-secundaria: #ffffff;\n        display: grid; grid-template-columns: repeat(auto-fit, minmax(190px, 1fr)); gap: 15px; justify-content: center; padding: 10px;\n    }\n    .clima-card { border: 5px solid var(--cor-primaria); border-top: 5px solid var(--cor-secundaria); border-radius: 12px; background-color: var(--cor-primaria); background-clip: padding-box; display: flex; flex-direction: column; overflow: hidden; cursor: pointer; box-shadow: 0 6px 12px rgba(0,0,0, 0.2); transition: transform 0.2s ease, box-shadow 0.2s ease; -webkit-tap-highlight-color: transparent; user-select: none; transform: translateZ(0); animation: wmFadeIn 0.6s cubic-bezier(0.2, 0.8, 0.2, 1) backwards; 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A esta\u00e7\u00e3o ideal para contemplar o volume das <strong>cachoeiras em Ipoema e focar em museus cobertos<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"clima-pill\"><span>\ud83d\udca7 Chuva Alta<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n    <div class=\"clima-card\" tabindex=\"0\">\n        <div class=\"clima-header\"><div class=\"clima-emoji\" aria-hidden=\"true\">\ud83d\udcdc<\/div><div class=\"clima-titulo\">Outono<\/div><\/div>\n        <div class=\"clima-body\">\n            <time class=\"clima-mes\">Mar\u00e7o a maio<\/time><div class=\"clima-temp\">15\u00b0C a 26\u00b0C<\/div>\n            <div class=\"clima-desc\">O ar \u00famido se afasta gradualmente. Uma fase bastante interessante para mergulhar nos po\u00e9ticos <strong>Caminhos Drummondianos e explorar as trilhas<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"clima-pill\"><span>\u2601\ufe0f Chuva M\u00e9dia<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n    <div class=\"clima-card clima-destaque\" tabindex=\"0\">\n        <div class=\"clima-header\"><div class=\"clima-emoji\" aria-hidden=\"true\">\ud83c\udfde\ufe0f<\/div><div class=\"clima-titulo\">Inverno<\/div><\/div>\n        <div class=\"clima-body\">\n            <time class=\"clima-mes\">Junho a agosto<\/time><div class=\"clima-temp\">10\u00b0C a 24\u00b0C<\/div>\n            <div class=\"clima-desc\">Dias ensolarados impec\u00e1veis com baixa umidade no ar. A \u00e9poca supremamente indicada para <strong>roteiros a c\u00e9u aberto e vistas claras dos mirantes<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"clima-pill\"><span>\u2b50 Melhor \u00c9poca \/ C\u00e9u Limpo<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n    <div class=\"clima-card\" tabindex=\"0\">\n        <div class=\"clima-header\"><div class=\"clima-emoji\" aria-hidden=\"true\">\ud83c\udfdb\ufe0f<\/div><div class=\"clima-titulo\">Primavera<\/div><\/div>\n        <div class=\"clima-body\">\n            <time class=\"clima-mes\">Setembro a novembro<\/time><div class=\"clima-temp\">15\u00b0C a 28\u00b0C<\/div>\n            <div class=\"clima-desc\">O calor volta \u00e0 cidade junto com dias levemente chuvosos. Aproveite para caminhar pela rica <strong>Fazenda do Pontal e apreciar o Centro Hist\u00f3rico<\/strong>.<\/div>\n            <div class=\"clima-pill\"><span>\u2601\ufe0f Chuva M\u00e9dia<\/span><\/div>\n        <\/div>\n    <\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p><em>Temperaturas aproximadas com base em dados hist\u00f3ricos do Climatempo. Condi\u00e7\u00f5es podem variar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como chegar a Itabira saindo de Belo Horizonte?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Itabira<\/strong> fica a cerca de 110 km de <strong>Belo Horizonte<\/strong>, com trajeto de aproximadamente 2 horas de carro pela <strong>BR-381<\/strong> e estradas estaduais. A cidade integra a <strong>Estrada Real<\/strong> e o <strong>Circuito do Ouro<\/strong>, o que facilita combina\u00e7\u00f5es com outros destinos hist\u00f3ricos de Minas Gerais. Para visitas guiadas pelos Caminhos Drummondianos, o contato com a Funda\u00e7\u00e3o Cultural Carlos Drummond de Andrade pode ser feito pelo site <a href=\"https:\/\/www.fccda.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>fccda.com.br<\/strong><\/a>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Itabira vale a visita pelo que ficou e pelo que foi perdido<\/h2>\n\n\n\n<p>Poucas cidades brasileiras carregam com tanta honestidade a tens\u00e3o entre o que se ganha e o que se perde quando o subsolo vale mais do que a paisagem. Itabira tem a coragem de exibir a ferida aberta onde havia uma montanha, e tamb\u00e9m os versos de quem n\u00e3o aceitou o sil\u00eancio.<\/p>\n\n\n\n<p>V\u00e1 a Itabira, leia os poemas nas placas de ferro e entenda por que o maior poeta do Brasil escolheu a pr\u00f3pria destrui\u00e7\u00e3o da cidade como tema.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A menos de 2 horas de Belo Horizonte, Itabira guarda uma das hist\u00f3rias mais perturbadoras da rela\u00e7\u00e3o entre riqueza mineral e destrui\u00e7\u00e3o ambiental no Brasil. O Pico do Cau\u00ea, que brilhava azul a 1.385 metros e orientava viajantes desde o s\u00e9culo XVIII, foi pulverizado por d\u00e9cadas de minera\u00e7\u00e3o e virou cratera. 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