{"id":186026,"date":"2026-03-27T19:45:21","date_gmt":"2026-03-27T22:45:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=186026"},"modified":"2026-03-26T19:25:00","modified_gmt":"2026-03-26T22:25:00","slug":"cientistas-descobrem-anfibio-no-brasil-com-habito-que-muda-280-milhoes-de-anos-de-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/03\/27\/cientistas-descobrem-anfibio-no-brasil-com-habito-que-muda-280-milhoes-de-anos-de-historia\/","title":{"rendered":"Cientistas descobrem anf\u00edbio no Brasil com h\u00e1bito que muda 280 milh\u00f5es de anos de hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"\n<p>Imagine caminhar \u00e0s margens de um antigo rio no Nordeste, h\u00e1 quase 300 milh\u00f5es de anos, e encontrar um bicho parecido com um anf\u00edbio atual\u2026 mas que, em vez de ca\u00e7ar insetos, passa o dia beliscando folhas. Essa \u00e9 a hist\u00f3ria da <strong>Tanyka amnicola<\/strong>, um poss\u00edvel <strong>anf\u00edbio herb\u00edvoro<\/strong> do Per\u00edodo Permiano, descoberto em f\u00f3sseis preservados entre o Piau\u00ed e o Maranh\u00e3o, que vem chamando a aten\u00e7\u00e3o de pesquisadores do Brasil e do exterior.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que torna a Tanyka amnicola um anf\u00edbio herb\u00edvoro t\u00e3o diferente?<\/h2>\n\n\n\n<p>A grande curiosidade dessa esp\u00e9cie \u00e9 ser um prov\u00e1vel <strong>anf\u00edbio herb\u00edvoro<\/strong>, algo muito raro na hist\u00f3ria da vida. A maioria dos anf\u00edbios, antigos e atuais, tem dentes e mand\u00edbulas feitos para ca\u00e7ar, rasgar e segurar <strong>presas animais<\/strong>, como insetos e pequenos vertebrados.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso da <strong>Tanyka amnicola<\/strong>, a forma da mand\u00edbula e o desenho dos dentes sugerem outro caminho evolutivo. Em vez de pontiagudos para perfurar carne, eles seriam mais adequados para <strong>cortar plantas<\/strong> macias e talvez triturar peda\u00e7os de caules finos, indicando uma rotina alimentar bem diferente.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/anfibio-1-1024x576.jpg\" alt=\"anf\u00edbio (1)\" class=\"wp-image-186090\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/anfibio-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/anfibio-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/anfibio-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/anfibio-1-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/anfibio-1-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/anfibio-1.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A grande curiosidade dessa esp\u00e9cie \u00e9 ser um prov\u00e1vel anf\u00edbio herb\u00edvoro, algo muito raro na hist\u00f3ria da vida<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais evid\u00eancias sustentam a ideia de um anf\u00edbio que comia plantas?<\/h2>\n\n\n\n<p>Os cientistas analisaram com cuidado as mand\u00edbulas fossilizadas, comparando-as com outros anf\u00edbios do Permiano e com animais claramente <strong>herb\u00edvoros<\/strong> de \u00e9pocas diversas. O formato do osso mandibular, a posi\u00e7\u00e3o dos dentes e a forma como tudo se encaixaria no cr\u00e2nio apontam para uma mordida mais ampla e eficiente para <strong>processar folhas<\/strong>, e n\u00e3o para agarrar presas em movimento.<\/p>\n\n\n\n<p>O ambiente tamb\u00e9m refor\u00e7a essa hip\u00f3tese, j\u00e1 que as rochas da regi\u00e3o indicam antigos sistemas fluviais com abundante <strong>vegeta\u00e7\u00e3o ribeirinha<\/strong>. Folhas macias, restos de plantas aqu\u00e1ticas e caules finos estariam dispon\u00edveis em grande quantidade, oferecendo um card\u00e1pio ideal para um anf\u00edbio adaptado a explorar recursos <strong>vegetais<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Leia tamb\u00e9m:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/03\/21\/a-primeira-vez-que-o-homem-pisou-no-everest-sem-a-tecnologia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A primeira vez que o homem pisou no Everest sem a tecnologia<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a descoberta de um anf\u00edbio herb\u00edvoro \u00e9 t\u00e3o importante?<\/h2>\n\n\n\n<p>Encontrar um prov\u00e1vel <strong>anf\u00edbio herb\u00edvoro<\/strong> muda a forma como imaginamos os ecossistemas do Permiano. Em vez de ver todos os anf\u00edbios como pequenos predadores discretos na cadeia alimentar, essa esp\u00e9cie mostra que o grupo pode ter ocupado nichos mais variados, usando diferentes estrat\u00e9gias de <strong>sobreviv\u00eancia<\/strong> e alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa descoberta tamb\u00e9m ajuda a repensar a evolu\u00e7\u00e3o dos vertebrados em Pangeia, sugerindo comunidades mais complexas, com animais compartilhando rios, lagoas e margens cheias de <strong>plantas<\/strong>. Assim, a Tanyka amnicola amplia o quadro sobre como esses primeiros vertebrados se organizaram nos antigos <strong>ecossistemas<\/strong>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/jacare_1774563669426-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-186102\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/jacare_1774563669426-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/jacare_1774563669426-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/jacare_1774563669426-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/jacare_1774563669426-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/jacare_1774563669426-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/jacare_1774563669426.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Encontrar um prov\u00e1vel anf\u00edbio herb\u00edvoro muda a forma como imaginamos os ecossistemas do Permiano &#8211; Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ rickmcmillin<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como o Piau\u00ed se tornou uma refer\u00eancia em f\u00f3sseis do Permiano?<\/h2>\n\n\n\n<p>O destaque dado a esse <strong>anf\u00edbio herb\u00edvoro<\/strong> est\u00e1 ligado \u00e0s condi\u00e7\u00f5es especiais da Bacia do Parna\u00edba, que se estende pelo Piau\u00ed, Maranh\u00e3o e \u00e1reas vizinhas. Ali, rochas do Permiano ficam expostas na superf\u00edcie, preservando sedimentos de antigos rios, lagos e plan\u00edcies de inunda\u00e7\u00e3o, ideais para guardar ossos, troncos e <strong>folhas f\u00f3sseis<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos anos, equipes multidisciplinares t\u00eam feito expedi\u00e7\u00f5es regulares e descrito uma grande variedade de f\u00f3sseis, incluindo r\u00e9pteis primitivos como pelicossauros. Esse conjunto de achados transformou o Piau\u00ed em um <strong>laborat\u00f3rio natural<\/strong>, fora dos centros cl\u00e1ssicos como \u00c1frica do Sul e Am\u00e9rica do Norte, ajudando a revelar pe\u00e7as importantes da hist\u00f3ria dos <strong>vertebrados<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Para voc\u00ea que gosta de curiosidades, separamos um v\u00eddeo do canal <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@tvassembleia-pi\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">TV Assembleia PI <\/a>com tudo sobre os f\u00f3sseis de pelicossauros:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"F\u00f3sseis de pelicossauros s\u00e3o encontrados no Piau\u00ed; material tem cerca de 280 milh\u00f5es de anos\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/yX01MxRScs0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais fatores explicam o sucesso das pesquisas na Bacia do Parna\u00edba?<\/h2>\n\n\n\n<p>Para entender por que tantos f\u00f3sseis importantes surgem ali, pesquisadores destacam uma combina\u00e7\u00e3o de geologia favor\u00e1vel, longa tradi\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e parcerias com centros de pesquisa de v\u00e1rios pa\u00edses. Esses elementos criam um cen\u00e1rio f\u00e9rtil para novas descobertas e para a forma\u00e7\u00e3o de equipes bem preparadas e conectadas com a ci\u00eancia <strong>internacional<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Condi\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas<\/strong> com rochas do Permiano expostas em superf\u00edcie.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Projetos cont\u00ednuos<\/strong> de universidades, museus e grupos de pesquisa locais.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Colabora\u00e7\u00f5es externas<\/strong> com institui\u00e7\u00f5es da Europa, Am\u00e9ricas e \u00c1frica.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Grande volume<\/strong> de f\u00f3sseis coletados, muitos ainda em fase de estudo.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A interpreta\u00e7\u00e3o da Tanyka amnicola como um anf\u00edbio especializado em consumir <strong>plantas<\/strong> refor\u00e7a a ideia de que a ocupa\u00e7\u00e3o de ambientes terrestres e semiaqu\u00e1ticos n\u00e3o seguiu um \u00fanico modelo. Houve m\u00faltiplas tentativas evolutivas, com linhagens testando diferentes formas de se alimentar e conviver em ecossistemas cada vez mais <strong>complexos<\/strong>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagine caminhar \u00e0s margens de um antigo rio no Nordeste, h\u00e1 quase 300 milh\u00f5es de anos, e encontrar um bicho parecido com um anf\u00edbio atual\u2026 mas que, em vez de ca\u00e7ar insetos, passa o dia beliscando folhas. 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