{"id":181189,"date":"2026-03-13T19:55:00","date_gmt":"2026-03-13T22:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=181189"},"modified":"2026-03-13T19:25:27","modified_gmt":"2026-03-13T22:25:27","slug":"a-atlantida-japonesa-de-20-milhoes-de-anos-no-fundo-do-mar-o-monumento-submerso-que-o-japao-nao-reconhece-como-ruina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/03\/13\/a-atlantida-japonesa-de-20-milhoes-de-anos-no-fundo-do-mar-o-monumento-submerso-que-o-japao-nao-reconhece-como-ruina\/","title":{"rendered":"A Atl\u00e2ntida Japonesa de 20 milh\u00f5es de anos no fundo do mar: o monumento submerso que o Jap\u00e3o n\u00e3o reconhece como ru\u00edna"},"content":{"rendered":"\n<p>A 25 metros de profundidade, na costa sul da ilha mais remota de <strong><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Okinawa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Okinawa<\/a><\/strong>, uma forma\u00e7\u00e3o de arenito com terra\u00e7os, \u00e2ngulos retos e degraus gigantes desafia a explica\u00e7\u00e3o f\u00e1cil. O <strong>Monumento de Yonaguni<\/strong> foi descoberto por acaso em <strong>1986<\/strong> e, quase quatro d\u00e9cadas depois, segue sem classifica\u00e7\u00e3o oficial do governo japon\u00eas. Nem patrim\u00f4nio, nem s\u00edtio arqueol\u00f3gico. Apenas rocha, corrente marinha e uma pergunta que n\u00e3o se fecha.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Um mergulhador, tubar\u00f5es-martelo e a descoberta acidental<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Kihachiro Aratake<\/strong>, diretor da associa\u00e7\u00e3o de turismo local, procurava novos pontos de observa\u00e7\u00e3o de tubar\u00f5es-martelo quando avistou algo incomum no leito marinho. O que ele descreveu como uma \u201cMachu Picchu subaqu\u00e1tica\u201d era uma massa retangular de cerca de 100 metros de comprimento por 60 de largura e 25 de altura, com faces planas e arestas sim\u00e9tricas. A forma\u00e7\u00e3o fica a apenas 100 metros da costa, sob a ponta do penhasco de <strong>Arakawabana<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A not\u00edcia atraiu pesquisadores da <strong>Universidade de Ryukyus<\/strong>, liderados pelo ge\u00f3logo marinho <strong>Masaaki Kimura<\/strong>. Ele passou uma d\u00e9cada estudando o local e concluiu que os terra\u00e7os eram mon\u00f3litos esculpidos por m\u00e3os humanas. Kimura chegou a associar a estrutura ao lend\u00e1rio continente perdido de <strong>Mu<\/strong>, o equivalente pac\u00edfico da Atl\u00e2ntida.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-freepik__a-breathtaking-wideangle-underwater-shot-of-the-yo__63819-21039-1-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-181444\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-freepik__a-breathtaking-wideangle-underwater-shot-of-the-yo__63819-21039-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-freepik__a-breathtaking-wideangle-underwater-shot-of-the-yo__63819-21039-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-freepik__a-breathtaking-wideangle-underwater-shot-of-the-yo__63819-21039-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-freepik__a-breathtaking-wideangle-underwater-shot-of-the-yo__63819-21039-1-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-freepik__a-breathtaking-wideangle-underwater-shot-of-the-yo__63819-21039-1-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-freepik__a-breathtaking-wideangle-underwater-shot-of-the-yo__63819-21039-1.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Yonaguni destaca-se como a &#8220;Machu Picchu subaqu\u00e1tica&#8221;, uma forma\u00e7\u00e3o de arenito a 25 metros de profundidade que desafia a arqueologia \/\/ (imagem ilustrativa)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a geologia diz sobre a \u201cpir\u00e2mide\u201d submarina<\/h2>\n\n\n\n<p>A rocha que comp\u00f5e o monumento pertence ao <strong>Grupo Yaeyama<\/strong>, formado no in\u00edcio do Mioceno, h\u00e1 cerca de 20 milh\u00f5es de anos. Trata-se de arenito fino e lamito, com planos de acamamento paralelos e fraturas verticais que se cruzam em \u00e2ngulos retos. Segundo o ge\u00f3logo <strong>Robert Schoch<\/strong>, da <strong>Universidade de Boston<\/strong>, essas caracter\u00edsticas explicam a apar\u00eancia geom\u00e9trica: terremotos frequentes na regi\u00e3o fraturam a rocha de forma regular, e correntes fortes esculpem as superf\u00edcies.<\/p>\n\n\n\n<p>Em <strong>2019<\/strong>, <strong>Takayuki Ogata<\/strong> e outros pesquisadores realizaram an\u00e1lise topogr\u00e1fica digital da ilha e confirmaram que forma\u00e7\u00f5es id\u00eanticas existem em terra firme, no geoss\u00edtio de <strong>Sanninudai<\/strong>, na costa sul de <strong>Yonaguni<\/strong>. O estudo concluiu que o monumento \u00e9 produto natural de intemperismo e eros\u00e3o ao longo de juntas lineares no arenito.<\/p>\n\n\n\n<p>Quem se interessa por mist\u00e9rios e civiliza\u00e7\u00f5es perdidas, vai curtir esse v\u00eddeo especialmente selecionado do canal <strong>Ei Nerd<\/strong>, que conta com mais de <strong>98 mil<\/strong> visualiza\u00e7\u00f5es, onde <strong>Peter Jordan<\/strong> mostra as teorias sobre o <strong>Monumento Yonaguni<\/strong>, a suposta cidade submersa no <strong>Jap\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"ATL\u00c2NTIDA FOI ENCONTRADA! YONAGUNI: A CIDADE SUBMERSA NO JAP\u00c3O\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dEFsa7WWViE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Nenhum artefato em quase 40 anos de mergulho<\/h2>\n\n\n\n<p>Um dado pesa contra a hip\u00f3tese artificial: at\u00e9 hoje, nenhuma ferramenta, cer\u00e2mica ou inscri\u00e7\u00e3o foi encontrada no entorno da forma\u00e7\u00e3o. Em <strong>2024<\/strong>, a equipe de <strong>Hironobu Suga<\/strong>, da <strong>Universidade de Kyushu<\/strong>, apresentou resultados na Confer\u00eancia da <strong>Associa\u00e7\u00e3o de Ge\u00f3grafos Japoneses<\/strong> refor\u00e7ando essa lacuna. Os pesquisadores documentaram processos ativos de eros\u00e3o no fundo, incluindo desprendimento de rocha-m\u00e3e e forma\u00e7\u00e3o de marmitas de variados tamanhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Nem a <strong>Ag\u00eancia de Assuntos Culturais do Jap\u00e3o<\/strong> nem o governo de Okinawa classificam o monumento como patrim\u00f4nio cultural. Nenhuma das duas inst\u00e2ncias conduziu trabalho de preserva\u00e7\u00e3o ou escava\u00e7\u00e3o no local. O Monumento de Yonaguni permanece, oficialmente, apenas uma curiosidade geol\u00f3gica.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-freepik__a-medium-shot-underwater-focusing-on-the-interacti__63820-48113-1-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-181445\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-freepik__a-medium-shot-underwater-focusing-on-the-interacti__63820-48113-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-freepik__a-medium-shot-underwater-focusing-on-the-interacti__63820-48113-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-freepik__a-medium-shot-underwater-focusing-on-the-interacti__63820-48113-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-freepik__a-medium-shot-underwater-focusing-on-the-interacti__63820-48113-1-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-freepik__a-medium-shot-underwater-focusing-on-the-interacti__63820-48113-1-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ngz-freepik__a-medium-shot-underwater-focusing-on-the-interacti__63820-48113-1.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Yonaguni brilha como o enigma que o governo japon\u00eas se recusa a classificar, permanecendo num limbo entre monumento humano e obra da natureza \/\/ (imagem ilustrativa)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/03\/08\/a-vila-onde-nao-ha-bancos-nao-ha-asfalto-e-nao-ha-postes-de-luz-so-o-brilho-da-lua-sobre-as-praias-mais-bonitas-do-planeta\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A vila onde n\u00e3o h\u00e1 bancos, n\u00e3o h\u00e1 asfalto e n\u00e3o h\u00e1 postes de luz: s\u00f3 o brilho da lua sobre as praias mais bonitas do planeta<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A ilha que fica mais perto de Taipei do que de T\u00f3quio<\/h2>\n\n\n\n<p>Yonaguni \u00e9 a ilha habitada mais ocidental do <strong>Jap\u00e3o<\/strong>, com cerca de 28 km\u00b2 e aproximadamente 1.700 moradores. A dist\u00e2ncia at\u00e9 <strong>Taiwan<\/strong> \u00e9 de apenas 107 km, enquanto <strong>T\u00f3quio<\/strong> fica a quase 2.000 km. Em dias de boa visibilidade, \u00e9 poss\u00edvel enxergar a costa taiwanesa do ponto mais a oeste da ilha. A proximidade geogr\u00e1fica levou a discuss\u00f5es sobre uma linha regular de ferry entre Yonaguni e o porto de <strong>Suao<\/strong>, em <strong>Yilan<\/strong>, com viagem teste realizada em <strong>2023<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A ilha tamb\u00e9m abriga curiosidades pr\u00f3prias: o <strong>cavalo Yonaguni<\/strong>, menor ra\u00e7a equina do Jap\u00e3o, pasta livre em tr\u00eas campos cercados por grades no ch\u00e3o que impedem sua sa\u00edda. A <strong>mariposa-atlas de Ryukyu<\/strong>, considerada a maior mariposa do mundo, tem em Yonaguni seu \u00fanico habitat japon\u00eas. E o <strong>hanazake<\/strong>, um destilado de arroz com 60% de teor alco\u00f3lico, \u00e9 produzido exclusivamente na ilha.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Schoch e a hip\u00f3tese dos 95%<\/h2>\n\n\n\n<p>Embora Robert Schoch considere a forma\u00e7\u00e3o essencialmente natural, ele n\u00e3o descarta totalmente a presen\u00e7a humana. Ap\u00f3s dezenas de mergulhos no local, o ge\u00f3logo prop\u00f4s que o monumento seria \u201c95% natural\u201d, mas que habitantes antigos da ilha podem ter admirado e utilizado a estrutura, talvez at\u00e9 retocando partes dela. Na superf\u00edcie de Yonaguni, existem tumbas e estruturas talhadas na rocha que, segundo Schoch, imitam estilisticamente os degraus naturais hoje submersos.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os visitantes ilustres do monumento est\u00e1 o lend\u00e1rio mergulhador em apneia <strong>Jacques Mayol<\/strong>, que escreveu um livro sobre suas imers\u00f5es em Yonaguni. A forma\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m atraiu o escritor <strong>Graham Hancock<\/strong>, que no livro <em>Underworld<\/em> a conectou a outros s\u00edtios submersos pelo mundo, do <strong>Lago Titicaca<\/strong> \u00e0 costa de <strong>Dwarka<\/strong>, na <strong>\u00cdndia<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Um mist\u00e9rio que a ci\u00eancia prefere observar a encerrar<\/h2>\n\n\n\n<p>O Monumento de Yonaguni n\u00e3o oferece respostas simples. A maioria dos ge\u00f3logos aponta origem natural, mas a concentra\u00e7\u00e3o de formas geom\u00e9tricas em \u00e1rea t\u00e3o reduzida continua provocando perguntas. A aus\u00eancia de artefatos enfraquece a tese humana, enquanto a semelhan\u00e7a com constru\u00e7\u00f5es antigas alimenta a imagina\u00e7\u00e3o de quem mergulha ali.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 25 metros de profundidade, na costa sul da ilha mais remota de Okinawa, uma forma\u00e7\u00e3o de arenito com terra\u00e7os, \u00e2ngulos retos e degraus gigantes desafia a explica\u00e7\u00e3o f\u00e1cil. O Monumento de Yonaguni foi descoberto por acaso em 1986 e, quase quatro d\u00e9cadas depois, segue sem classifica\u00e7\u00e3o oficial do governo japon\u00eas. 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