{"id":180870,"date":"2026-03-13T21:35:00","date_gmt":"2026-03-14T00:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=180870"},"modified":"2026-03-12T23:55:15","modified_gmt":"2026-03-13T02:55:15","slug":"muitas-pessoas-passam-anos-achando-que-eram-o-problema-ate-perceber-que-o-carinho-da-mae-existia-so-quando-havia-plateia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/03\/13\/muitas-pessoas-passam-anos-achando-que-eram-o-problema-ate-perceber-que-o-carinho-da-mae-existia-so-quando-havia-plateia\/","title":{"rendered":"Muitas pessoas passam anos achando que eram o problema at\u00e9 perceber que o carinho da m\u00e3e existia s\u00f3 quando havia plateia"},"content":{"rendered":"\n<p>A descoberta de que a m\u00e3e demonstrava afeto apenas na frente de outras pessoas, como familiares, amigos ou visitas ocasionais, pode demorar d\u00e9cadas para ser percebida, mas costuma reorganizar toda a forma como a pessoa entende amor, cuidado e pertencimento. Gatilhos aparentemente simples \u2013 um cheiro, uma lembran\u00e7a de anivers\u00e1rio, uma frase solta na fam\u00edlia \u2013 passam a conectar epis\u00f3dios antes isolados, revelando um padr\u00e3o silencioso que marcou a inf\u00e2ncia e segue influenciando rela\u00e7\u00f5es, autoestima e escolhas na vida adulta.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que significa ter uma m\u00e3e amorosa s\u00f3 na frente dos outros<\/h2>\n\n\n\n<p>Em p\u00fablico, ela sorri, faz elogios, abra\u00e7a e se mostra dispon\u00edvel; em casa, por\u00e9m, pode se tornar fria, indiferente, cr\u00edtica ou at\u00e9 hostil.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse contraste cria uma esp\u00e9cie de \u201cteatro\u201d familiar, como se a crian\u00e7a convivesse com duas pessoas diferentes. Aos olhos de quem v\u00ea de fora, essa m\u00e3e parece afetuosa e dedicada, o que muitas vezes dificulta que o filho ou filha seja levado a s\u00e9rio quando fala da <a href=\"https:\/\/dralucianascomparini.com.br\/3-sinais-que-indicam-distancia-afetiva-na-adolescencia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">dist\u00e2ncia afetiva<\/a> que sente no ambiente \u00edntimo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ChatGPT-Image-12-de-mar.-de-2026-17_05_00-1-1024x576.png\" alt=\"O comportamento de m\u00e3e que psic\u00f3logos observam\" class=\"wp-image-180903\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ChatGPT-Image-12-de-mar.-de-2026-17_05_00-1-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ChatGPT-Image-12-de-mar.-de-2026-17_05_00-1-300x169.png 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ChatGPT-Image-12-de-mar.-de-2026-17_05_00-1-768x432.png 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ChatGPT-Image-12-de-mar.-de-2026-17_05_00-1-750x422.png 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ChatGPT-Image-12-de-mar.-de-2026-17_05_00-1-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/ChatGPT-Image-12-de-mar.-de-2026-17_05_00-1.png 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O comportamento de m\u00e3e que psic\u00f3logos observam<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como esse padr\u00e3o emocional afeta a crian\u00e7a ao longo da vida<\/h2>\n\n\n\n<p>Quando a m\u00e3e \u00e9 amorosa apenas diante de outras pessoas, a crian\u00e7a tende a culpar a si mesma pelo afeto que some quando a porta se fecha. Surge a sensa\u00e7\u00e3o de que \u00e9 preciso \u201cfazer por merecer\u201d qualquer gesto de carinho, e de que nunca \u00e9 boa o bastante quando est\u00e1 sozinha com a <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/03\/05\/governo-decide-criancas-terao-apenas-sobrenome-da-mae-se-pais-nao-forem-casados\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">m\u00e3e<\/a>, o que frequentemente se prolonga para a vida adulta.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao crescer, essa pessoa muitas vezes organiza sua identidade em torno do desempenho e da aprova\u00e7\u00e3o externa, repetindo, sem perceber, o padr\u00e3o aprendido em casa. Alguns impactos aparecem de forma recorrente:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Hipervigil\u00e2ncia emocional:<\/strong>\u00a0aten\u00e7\u00e3o constante ao humor dos outros para evitar conflitos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Busca intensa por aprova\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0necessidade de reconhecimento de chefes, parceiros e amigos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Dificuldade em dizer \u201cn\u00e3o\u201d:<\/strong>\u00a0medo de desagradar e ser rejeitado.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>D\u00favida sobre o pr\u00f3prio valor:<\/strong>\u00a0sensa\u00e7\u00e3o de que falta algo para ser realmente amado.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que algumas m\u00e3es s\u00f3 demonstram amor em p\u00fablico<\/h2>\n\n\n\n<p>N\u00e3o existe uma \u00fanica explica\u00e7\u00e3o para a&nbsp;<strong>m\u00e3e que \u00e9 carinhosa com os outros e distante em casa<\/strong>. Em muitos casos, h\u00e1 uma forte necessidade de manter uma imagem social positiva, sustentada por elogios e admira\u00e7\u00e3o, como se a valida\u00e7\u00e3o externa valesse mais do que a intimidade real com o pr\u00f3prio filho.<\/p>\n\n\n\n<p>Em outros contextos, esse padr\u00e3o se relaciona a dificuldades emocionais profundas, como medo de vulnerabilidade, traumas n\u00e3o elaborados ou modelos herdados de gera\u00e7\u00f5es anteriores. Entender essas poss\u00edveis ra\u00edzes n\u00e3o justifica o sofrimento causado, mas ajuda a perceber que o problema n\u00e3o nasceu na crian\u00e7a, e sim em um sistema familiar j\u00e1 marcado por car\u00eancias.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/dia-das-maes-_1746229657955-1024x576.jpg\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O comportamento de m\u00e3e que psic\u00f3logos observam &#8211; Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ ArturVerkhovetskiy<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como lidar com esse padr\u00e3o de maternidade na vida adulta<\/h2>\n\n\n\n<p>Quando a percep\u00e7\u00e3o sobre a&nbsp;<strong>m\u00e3e amorosa apenas perante outras pessoas<\/strong>&nbsp;surge na vida adulta, costuma vir acompanhada de al\u00edvio e dor: al\u00edvio por finalmente encontrar um nome para algo que sempre incomodou, e dor por reconhecer o que faltou. Em vez de tentar apagar a hist\u00f3ria, o processo de cura passa por dar espa\u00e7o a essa dor e reconstruir, aos poucos, a pr\u00f3pria no\u00e7\u00e3o de amor.<\/p>\n\n\n\n<p>Para isso, algumas atitudes podem ajudar a reorganizar internamente essa experi\u00eancia dif\u00edcil e a criar rela\u00e7\u00f5es mais saud\u00e1veis:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Nomear o vivido:<\/strong>\u00a0reconhecer conscientemente a diferen\u00e7a entre a m\u00e3e p\u00fablica e a m\u00e3e privada.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Validar a crian\u00e7a de antes:<\/strong>\u00a0admitir que aquele menino ou menina fez o melhor que podia.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Buscar apoio especializado:<\/strong>\u00a0psicoterapia e conversas seguras facilitam a elabora\u00e7\u00e3o dessa hist\u00f3ria.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Observar padr\u00f5es atuais:<\/strong>\u00a0notar como a necessidade de aprova\u00e7\u00e3o e o medo do abandono aparecem hoje.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Construir novos modelos de afeto:<\/strong>\u00a0cultivar la\u00e7os em que o carinho n\u00e3o dependa de plateia.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\u00c9 poss\u00edvel transformar essa dor em for\u00e7a e seguir em frente<\/h2>\n\n\n\n<p>Fazer as pazes com a hist\u00f3ria n\u00e3o significa minimizar o impacto de ter crescido com uma&nbsp;<em>m\u00e3e amorosa s\u00f3 na frente dos outros<\/em>, mas aceitar que duas verdades coexistem: a m\u00e3e que encantava visitas com gestos afetuosos e a m\u00e3e que, longe dos olhares externos, n\u00e3o conseguia sustentar o mesmo v\u00ednculo com o pr\u00f3prio filho. Reconhecer essa dualidade tira o peso da culpa da crian\u00e7a e devolve a responsabilidade ao lugar certo.<\/p>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea se reconhece nesse texto, n\u00e3o adie o cuidado com a sua hist\u00f3ria: procure apoio, fale sobre o que viveu e comece hoje a construir rela\u00e7\u00f5es em que o amor n\u00e3o seja espet\u00e1culo, mas encontro real. Seu passado explica muito do que voc\u00ea sente, mas n\u00e3o precisa determinar o que voc\u00ea vai viver a partir de agora.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A descoberta de que a m\u00e3e demonstrava afeto apenas na frente de outras pessoas, como familiares, amigos ou visitas ocasionais, pode demorar d\u00e9cadas para ser percebida, mas costuma reorganizar toda a forma como a pessoa entende amor, cuidado e pertencimento. 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