{"id":172959,"date":"2026-02-24T13:35:00","date_gmt":"2026-02-24T16:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=172959"},"modified":"2026-02-23T14:55:00","modified_gmt":"2026-02-23T17:55:00","slug":"justica-do-trabalho-rejeita-indenizacao-por-apelido-pejorativo-ao-entender-que-nao-houve-assedio-patronal-nem-omissao-da-empresa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/02\/24\/justica-do-trabalho-rejeita-indenizacao-por-apelido-pejorativo-ao-entender-que-nao-houve-assedio-patronal-nem-omissao-da-empresa\/","title":{"rendered":"Justi\u00e7a do Trabalho rejeita indeniza\u00e7\u00e3o por apelido pejorativo ao entender que n\u00e3o houve ass\u00e9dio patronal nem omiss\u00e3o da empresa"},"content":{"rendered":"\n<p>O <strong>TRT-15<\/strong>, em Campinas-SP, negou indeniza\u00e7\u00e3o por <strong>dano moral<\/strong> a um operador de m\u00e1quinas que alegava sofrer humilha\u00e7\u00e3o por apelido ofensivo. Para o tribunal, a origem da situa\u00e7\u00e3o esteve ligada \u00e0 pr\u00f3pria conduta do trabalhador, afastando a responsabilidade da empresa.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que decidiu o TRT-15 sobre o dano moral?<\/h2>\n\n\n\n<p>A 3\u00aa C\u00e2mara do <strong>Tribunal Regional do Trabalho da 15\u00aa Regi\u00e3o<\/strong> manteve a senten\u00e7a da 3\u00aa Vara do Trabalho de Campinas e rejeitou o pedido de indeniza\u00e7\u00e3o. O colegiado entendeu que n\u00e3o houve comprova\u00e7\u00e3o de ato il\u00edcito praticado pela empregadora.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a decis\u00e3o, a caracteriza\u00e7\u00e3o do <strong><a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/01\/21\/estudante-processa-colega-por-mensagens-ofensivas-mas-justica-mineira-afirma-que-atrito-pontual-nao-configura-dano-moral-indenizavel\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">dano moral<\/a> trabalhista<\/strong> exige prova de conduta irregular da empresa, seja por a\u00e7\u00e3o direta ou omiss\u00e3o diante de humilha\u00e7\u00f5es. No caso analisado, esses elementos n\u00e3o foram demonstrados nos autos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2-17-1024x576.jpg\" alt=\"Justi\u00e7a do Trabalho rejeita indeniza\u00e7\u00e3o por apelido pejorativo ao entender que n\u00e3o houve ass\u00e9dio patronal nem omiss\u00e3o da empresa\" class=\"wp-image-173049\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2-17-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2-17-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2-17-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2-17-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2-17-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/2-17.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Colegiado rejeita dano moral por falta de prova de ato il\u00edcito da empresa<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que o apelido n\u00e3o gerou indeniza\u00e7\u00e3o?<\/h2>\n\n\n\n<p>O trabalhador afirmava sofrer ass\u00e9dio ao ser chamado por um apelido pejorativo relacionado a problema de sa\u00fade. Contudo, a prova testemunhal apontou circunst\u00e2ncias que influenciaram o entendimento do colegiado, conforme os fatores listados a seguir.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Origem da situa\u00e7\u00e3o<\/strong>: testemunha relatou que o pr\u00f3prio empregado mostrou foto \u00edntima a colegas, o que teria motivado a dissemina\u00e7\u00e3o do apelido.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Aus\u00eancia de participa\u00e7\u00e3o patronal<\/strong>: n\u00e3o houve evid\u00eancia de incentivo, coniv\u00eancia ou omiss\u00e3o da empresa quanto \u00e0 conduta dos colegas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tratamento respeitoso<\/strong>: depoimentos indicaram que o propriet\u00e1rio n\u00e3o utilizava o apelido e mantinha postura adequada no ambiente profissional.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual foi o entendimento sobre responsabilidade da empresa?<\/h2>\n\n\n\n<p>A relatora destacou a inexist\u00eancia de <strong>nexo causal<\/strong> entre a conduta da empregadora e o alegado constrangimento. Sem liga\u00e7\u00e3o direta entre ato patronal e dano, n\u00e3o se configura o dever de indenizar previsto na legisla\u00e7\u00e3o trabalhista.<\/p>\n\n\n\n<p>O colegiado concluiu que n\u00e3o houve <strong><a href=\"https:\/\/www.conjur.com.br\/2021-jun-25\/reflexoes-trabalhistas-responsabilidade-civil-empregador\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">responsabilidade civil do empregador<\/a><\/strong>, pois faltou prova de pr\u00e1tica il\u00edcita ou omiss\u00e3o relevante. Assim, foi mantido o indeferimento da indeniza\u00e7\u00e3o por unanimidade.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/1-20-1024x576.jpg\" alt=\"Justi\u00e7a do Trabalho rejeita indeniza\u00e7\u00e3o por apelido pejorativo ao entender que n\u00e3o houve ass\u00e9dio patronal nem omiss\u00e3o da empresa\" class=\"wp-image-173048\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/1-20-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/1-20-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/1-20-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/1-20-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/1-20-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/1-20.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Aus\u00eancia de nexo causal afasta dever de indenizar constrangimentos no ambiente laboral<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Houve outras condena\u00e7\u00f5es no processo?<\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar de afastar o dano moral, o tribunal manteve condena\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de trabalho. A per\u00edcia t\u00e9cnica identificou exposi\u00e7\u00e3o a agentes nocivos e falhas na prote\u00e7\u00e3o adequada, resultando nas seguintes determina\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Adicional de insalubridade em grau m\u00e1ximo<\/strong>: constatado manuseio de \u00f3leos minerais e de corte, sem neutraliza\u00e7\u00e3o eficaz por equipamentos de prote\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Horas extras devidas<\/strong>: invalidado o acordo de compensa\u00e7\u00e3o 5\u00d72 por aus\u00eancia de licen\u00e7a pr\u00e9via exigida pelo artigo 60 da CLT.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Irregularidades na prote\u00e7\u00e3o<\/strong>: falhas na entrega de cremes protetivos refor\u00e7aram o reconhecimento da insalubridade.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que esse caso sinaliza para trabalhadores e empresas?<\/h2>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o refor\u00e7a que a <strong>indeniza\u00e7\u00e3o por dano moral<\/strong> depende de prova concreta da conduta patronal irregular. Situa\u00e7\u00f5es originadas exclusivamente por comportamento do empregado podem afastar a responsabilidade da empresa.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, o julgamento demonstra que o Judici\u00e1rio mant\u00e9m rigor na an\u00e1lise de <strong>condi\u00e7\u00f5es insalubres<\/strong> e cumprimento da CLT, assegurando direitos quando h\u00e1 comprova\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica de exposi\u00e7\u00e3o a riscos no ambiente laboral.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O TRT-15, em Campinas-SP, negou indeniza\u00e7\u00e3o por dano moral a um operador de m\u00e1quinas que alegava sofrer humilha\u00e7\u00e3o por apelido ofensivo. Para o tribunal, a origem da situa\u00e7\u00e3o esteve ligada \u00e0 pr\u00f3pria conduta do trabalhador, afastando a responsabilidade da empresa. O que decidiu o TRT-15 sobre o dano moral? 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