{"id":171084,"date":"2026-02-19T21:15:10","date_gmt":"2026-02-20T00:15:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=171084"},"modified":"2026-02-19T16:20:43","modified_gmt":"2026-02-19T19:20:43","slug":"o-que-explica-a-vontade-de-rir-quando-alguem-tropeca-em-publico-segundo-a-psicologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/02\/19\/o-que-explica-a-vontade-de-rir-quando-alguem-tropeca-em-publico-segundo-a-psicologia\/","title":{"rendered":"O que explica a vontade de rir quando algu\u00e9m trope\u00e7a em p\u00fablico, segundo a psicologia"},"content":{"rendered":"\n<p>Quem nunca riu, mesmo sem querer, quando algu\u00e9m trope\u00e7a na rua ou erra em p\u00fablico? Esse misto de <b>vergonha<\/b> alheia com <b>al\u00edvio<\/b> pr\u00f3prio \u00e9 mais comum do que parece e, embora possa causar culpa depois, faz parte da experi\u00eancia humana em diferentes idades e culturas. A <b>psicologia<\/b> e a neuroci\u00eancia v\u00eam tentando entender por que sentimos isso, em quais situa\u00e7\u00f5es \u00e9 mais prov\u00e1vel que aconte\u00e7a e como essa emo\u00e7\u00e3o se relaciona com outras, como inveja, ci\u00fames e a sensa\u00e7\u00e3o de injusti\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 schadenfreude e por que sentimos esse prazer no erro alheio<\/h2>\n\n\n\n<p>A palavra <b>schadenfreude<\/b>, de origem alem\u00e3, \u00e9 usada para falar da satisfa\u00e7\u00e3o ou al\u00edvio diante do fracasso, erro ou queda de outra pessoa. Ela ganhou espa\u00e7o justamente porque d\u00e1 nome a algo que muita gente reconhece: rir de um <b>tombo<\/b> leve, sentir um certo conforto quando um rival perde ou achar gra\u00e7a quando uma figura p\u00fablica falha.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa emo\u00e7\u00e3o \u00e9 diferente de \u00f3dio ou crueldade direta. Na maioria das vezes, a pessoa n\u00e3o causa o dano nem torce ativamente para que ele aconte\u00e7a; apenas reage quando v\u00ea a situa\u00e7\u00e3o. Ainda assim, a <b>schadenfreude<\/b> costuma andar de m\u00e3os dadas com inveja, ressentimento e competi\u00e7\u00e3o, o que explica o interesse crescente em entend\u00ea-la melhor.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Gemini_Generated_Image_7xsran7xsran7xsr-1-1024x576.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-171124\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Gemini_Generated_Image_7xsran7xsran7xsr-1-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Gemini_Generated_Image_7xsran7xsran7xsr-1-300x169.png 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Gemini_Generated_Image_7xsran7xsran7xsr-1-768x432.png 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Gemini_Generated_Image_7xsran7xsran7xsr-1-750x422.png 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Gemini_Generated_Image_7xsran7xsran7xsr-1-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/Gemini_Generated_Image_7xsran7xsran7xsr-1.png 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Em alguns contextos, esse prazer simb\u00f3lico diante do \u201cdesconforto\u201d de figuras de autoridade pode ser usado de forma leve e controlada<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Leia tamb\u00e9m:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/02\/17\/o-que-significa-segundo-a-psicologia-deixar-a-toalha-usada-em-cima-da-cama\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O que significa, segundo a psicologia, deixar a toalha usada em cima da cama?<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a schadenfreude se relaciona com bullying e ciberacoso<\/h2>\n\n\n\n<p>Pesquisas com milhares de estudantes indicam que adolescentes que sentem mais prazer com as perdas alheias t\u00eam maior chance de participar de comportamentos como <b>zoa\u00e7\u00f5es<\/b> pesadas e ciberacoso. Isso n\u00e3o quer dizer que toda pessoa que sente schadenfreude ser\u00e1 agressora, mas mostra uma liga\u00e7\u00e3o importante entre essa emo\u00e7\u00e3o e a facilidade de <b>humilhar<\/b> algu\u00e9m em p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando esse sentimento se junta \u00e0 busca por status, necessidade de aprova\u00e7\u00e3o do grupo e poucos limites emp\u00e1ticos, o riso diante do erro do outro pode virar <b>zombaria<\/b> persistente, exclus\u00e3o e ataques coordenados, especialmente em ambientes <b>digitais<\/b>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a ci\u00eancia j\u00e1 descobriu sobre o c\u00e9rebro e o prazer no fracasso do outro<\/h2>\n\n\n\n<p>Estudos de neuroimagem apontam que, quando sentimos <b>inveja<\/b>, \u00e1reas do c\u00e9rebro ligadas ao desconforto e \u00e0 dor emocional s\u00e3o ativadas. Se essa mesma pessoa invejada passa por um rev\u00e9s, outras regi\u00f5es associadas \u00e0 <b>recompensa<\/b> entram em a\u00e7\u00e3o, gerando uma sensa\u00e7\u00e3o de al\u00edvio ou at\u00e9 prazer.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse padr\u00e3o sugere que, em alguns casos, a schadenfreude funciona como uma compensa\u00e7\u00e3o diante de sentimentos negativos anteriores. Quanto maior a sensa\u00e7\u00e3o de <b>injusti\u00e7a<\/b> ou inferioridade, maior tende a ser a descarga de satisfa\u00e7\u00e3o quando o outro erra, cai ou perde. Separamos esse v\u00eddeo da <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@Mverzaro\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Neuralmente<\/a> falando com mais detalhes sobre esse tema:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Por que sentimos prazer ao ver o outro se dar mal?\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/awub1fAOpnU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o os principais tipos de schadenfreude descritos pela psicologia<\/h2>\n\n\n\n<p>Pesquisadores costumam agrupar essa emo\u00e7\u00e3o em alguns tipos para facilitar a compreens\u00e3o. Essa divis\u00e3o ajuda a perceber de onde vem esse prazer e como ele se manifesta em situa\u00e7\u00f5es do dia a dia, incluindo intera\u00e7\u00f5es <b>online<\/b> e conflitos em <b>grupos<\/b> sociais.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Ligada \u00e0 justi\u00e7a<\/strong> quando algu\u00e9m visto como injusto, agressivo ou desonesto enfrenta uma consequ\u00eancia negativa.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Por avers\u00e3o<\/strong> quando sentimos antipatia por algu\u00e9m, mesmo sem um motivo claro, e reagimos com satisfa\u00e7\u00e3o ao seu erro.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Por competi\u00e7\u00e3o<\/strong> quando a queda de algu\u00e9m considerado mais bem-sucedido alivia a press\u00e3o da compara\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como transformar a schadenfreude em algo mais consciente e construtivo<\/h2>\n\n\n\n<p>Em alguns contextos, esse prazer simb\u00f3lico diante do \u201cdesconforto\u201d de figuras de autoridade pode ser usado de forma leve e controlada, como em eventos solid\u00e1rios em que l\u00edderes topam brincadeiras p\u00fablicas para arrecadar fundos. Assim, o grupo vive uma <b>catarse<\/b> coletiva sem causar dano <b>real<\/b>.<\/p>\n\n\n\n<p>Reconhecer quando sentimos schadenfreude, dar nome a essa emo\u00e7\u00e3o e escolher respostas mais emp\u00e1ticas reduz a chance de que ela vire crueldade. Evitar compartilhar conte\u00fados <b>humilhantes<\/b>, interromper piadas cru\u00e9is e preferir conversas privadas em vez de exposi\u00e7\u00f5es p\u00fablicas s\u00e3o atitudes simples que ajudam a manter essa emo\u00e7\u00e3o dentro de limites <b>saud\u00e1veis<\/b>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem nunca riu, mesmo sem querer, quando algu\u00e9m trope\u00e7a na rua ou erra em p\u00fablico? Esse misto de vergonha alheia com al\u00edvio pr\u00f3prio \u00e9 mais comum do que parece e, embora possa causar culpa depois, faz parte da experi\u00eancia humana em diferentes idades e culturas. 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