{"id":158653,"date":"2026-01-23T08:05:00","date_gmt":"2026-01-23T11:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=158653"},"modified":"2026-01-22T11:41:45","modified_gmt":"2026-01-22T14:41:45","slug":"o-fator-mais-perigoso-para-o-coracao-que-vai-alem-do-peso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2026\/01\/23\/o-fator-mais-perigoso-para-o-coracao-que-vai-alem-do-peso\/","title":{"rendered":"O fator mais perigoso para o cora\u00e7\u00e3o que vai al\u00e9m do peso"},"content":{"rendered":"\n<p>Um estudo recente apresentado no congresso da Sociedade Radiol\u00f3gica da Am\u00e9rica do Norte ressalta que a distribui\u00e7\u00e3o da gordura corporal pode ser mais determinante para a sa\u00fade cardiovascular do que o peso total do corpo. A pesquisa destacou especialmente o impacto do ac\u00famulo de <strong>Gordura abdominal<\/strong>, frequentemente chamado de &#8220;barriga de chope&#8221;, e sua associa\u00e7\u00e3o com altera\u00e7\u00f5es na estrutura do cora\u00e7\u00e3o. Este estudo avaliou homens e mulheres entre 46 e 78 anos, estabelecendo uma rela\u00e7\u00e3o entre a Gordura abdominal e o remodelamento card\u00edaco, que pode ser prejudicial.<\/p>\n\n\n\n<p>Os participantes passaram por exames de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica para an\u00e1lise de altera\u00e7\u00f5es card\u00edacas, comparando o \u00edndice de massa corporal (IMC) com a rela\u00e7\u00e3o cintura-quadril. Este \u00faltimo, que mensura a concentra\u00e7\u00e3o de gordura na regi\u00e3o abdominal, mostrou-se mais associado a mudan\u00e7as estruturais no cora\u00e7\u00e3o do que o IMC, revelando preocupa\u00e7\u00f5es maiores. A gordura visceral \u00e9 destacada por sua a\u00e7\u00e3o metab\u00f3lica ativa, podendo alterar processos inflamat\u00f3rios e afetar a sa\u00fade cardiovascular.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual o impacto da obesidade abdominal sobre o cora\u00e7\u00e3o?<\/h2>\n\n\n\n<p>A obesidade abdominal est\u00e1 intimamente ligada ao ac\u00famulo de gordura visceral, a qual envolve \u00f3rg\u00e3os como o f\u00edgado. Diferentemente da gordura subcut\u00e2nea, a visceral \u00e9 metabolicamente ativa, liberando subst\u00e2ncias inflamat\u00f3rias na circula\u00e7\u00e3o. Esse processo cria um estado de inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica, que pode desencadear resist\u00eancia \u00e0 insulina, altera\u00e7\u00f5es no colesterol e aumentar a press\u00e3o arterial, sobrecarregando o cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme a rela\u00e7\u00e3o cintura-quadril aumenta, ocorre um espessamento do m\u00fasculo card\u00edaco, especialmente no ventr\u00edculo esquerdo, reduzindo o espa\u00e7o interno das cavidades. Isto compromete a capacidade do cora\u00e7\u00e3o de bombear o sangue eficientemente, podendo levar a um tipo de insufici\u00eancia card\u00edaca silenciosa. Na pr\u00e1tica, o cora\u00e7\u00e3o continua a contrair adequadamente, mas n\u00e3o acomoda bem o sangue, prejudicando a circula\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio e nutrientes.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como o IMC e a rela\u00e7\u00e3o cintura-quadril afetam a avalia\u00e7\u00e3o do risco cardiovascular?<\/h2>\n\n\n\n<p>Embora o IMC seja amplamente utilizado para avaliar a obesidade, ele n\u00e3o diferencia entre massa muscular e gordura, nem indica a localiza\u00e7\u00e3o da gordura corporal. Assim, duas pessoas com mesmo peso e IMC podem apresentar riscos cardiovasculares distintos, caso uma possua maior ac\u00famulo de gordura abdominal. O estudo mostrou que indiv\u00edduos com IMC elevado, mas sem significativa gordura abdominal, apresentaram aumento do tamanho das c\u00e2maras card\u00edacas, sem o mesmo espessamento muscular observado em pessoas com alta rela\u00e7\u00e3o cintura-quadril.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/gordura-visceral_1754589418162-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-88376\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/gordura-visceral_1754589418162-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/gordura-visceral_1754589418162-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/gordura-visceral_1754589418162-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/gordura-visceral_1754589418162-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/gordura-visceral_1754589418162-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/gordura-visceral_1754589418162.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Gordura Visceral &#8211; Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ Milkos<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Em resumo, a rela\u00e7\u00e3o cintura-quadril fornece informa\u00e7\u00f5es mais relevantes sobre o risco cardiovascular, focando na gordura central que est\u00e1 diretamente associada ao remodelamento card\u00edaco delet\u00e9rio. Isso destaca a import\u00e2ncia de incluir medidas b\u00e1sicas, como a circunfer\u00eancia da cintura, no monitoramento da sa\u00fade cardiovascular.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a gordura abdominal representa um risco diferente para homens e mulheres?<\/h2>\n\n\n\n<p>Diferen\u00e7as na distribui\u00e7\u00e3o de gordura entre homens e mulheres podem explicar a variabilidade no risco cardiovascular associado \u00e0 obesidade abdominal. Homens geralmente acumulam mais gordura androide no abd\u00f4men, enquanto mulheres, antes da menopausa, tendem a armazenar gordura ginoide em quadris e coxas, que \u00e9 menos perigosa metabolicamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Os horm\u00f4nios tamb\u00e9m desempenham papel significativo; o estrog\u00eanio nas mulheres oferece prote\u00e7\u00e3o cardiovascular, ao menos at\u00e9 a menopausa. Com sua diminui\u00e7\u00e3o nessa fase, o risco feminino pode se equiparar ao masculino. Adicionalmente, os homens apresentam maior inflama\u00e7\u00e3o sist\u00eamica associada \u00e0 gordura visceral, acelerando as mudan\u00e7as estruturais do cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Refor\u00e7ar a avalia\u00e7\u00e3o do risco cardiovascular e adotar medidas preventivas, incluindo exerc\u00edcios f\u00edsicos regulares e alimenta\u00e7\u00e3o balanceada, pode ajudar a mitigar os efeitos da gordura visceral. Medir a circunfer\u00eancia da cintura e a rela\u00e7\u00e3o cintura-quadril s\u00e3o passos simples, mas eficazes, para se obter uma no\u00e7\u00e3o mais clara do risco cardiovascular, conforme orientam a Sociedade Brasileira de Cardiologia e a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade.<\/p>\n\n\n<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/dra.annaluisabf\/\" target=\"_blank\" style=\"text-decoration: none; color: inherit;\">\n  <span style=\"display:inline-block; border:1px solid #ccc; border-radius:10px; padding:15px; max-width:550px; font-family:sans-serif; box-shadow:0 2px 5px rgba(0,0,0,0.1);\">\n    <span style=\"margin:0 0 15px 0; font-weight:bold; color:#2c3e50; text-align: center;\">Entre em contato:<\/span>\n\n    <span style=\"display:flex; align-items:center;\">\n      <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/cbradar\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/dra_anna_luisa.jpeg\" alt=\"Dra Anna Lu\u00edsa\" style=\"border-radius:50%; width:80px; height:80px; margin-right:15px;\">\n      <span style=\"flex:1;\">\n        <h3 style=\"margin:0 0 5px 0;\">Dra. Anna Lu\u00edsa Barbosa Fernandes<\/h3>\n        <p style=\"margin:0 0 10px 0;\">CRM-GO 33.271<\/p>\n        <span style=\"display:flex; gap:10px;\">\n          <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn-icons-png.flaticon.com\/24\/1384\/1384063.png\" alt=\"Instagram\">\n        <\/span>\n      <\/span>\n    <\/span>\n  <\/span>\n<\/a>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo recente apresentado no congresso da Sociedade Radiol\u00f3gica da Am\u00e9rica do Norte ressalta que a distribui\u00e7\u00e3o da gordura corporal pode ser mais determinante para a sa\u00fade cardiovascular do que o peso total do corpo. 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