{"id":137426,"date":"2025-12-08T17:00:00","date_gmt":"2025-12-08T20:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/?p=137426"},"modified":"2025-12-08T15:30:38","modified_gmt":"2025-12-08T18:30:38","slug":"vigia-que-trabalhava-em-local-perigoso-e-sem-condicoes-basicas-recebera-10-mil-de-indenizacao-e-adicional-de-periculosidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/2025\/12\/08\/vigia-que-trabalhava-em-local-perigoso-e-sem-condicoes-basicas-recebera-10-mil-de-indenizacao-e-adicional-de-periculosidade\/","title":{"rendered":"Vigia que trabalhava em local perigoso e sem condi\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas receber\u00e1 10 mil de indeniza\u00e7\u00e3o e adicional de periculosidade"},"content":{"rendered":"\n<p>A rotina de um&nbsp;<strong>vigia noturno em \u00e1rea isolada<\/strong>&nbsp;mostra, de forma bastante clara, como as condi\u00e7\u00f5es reais de trabalho podem ficar bem abaixo do que a lei exige. Em um processo julgado em Minas Gerais, um trabalhador respons\u00e1vel por zelar por torres de r\u00e1dio, em local afastado e sem estrutura b\u00e1sica, conseguiu na Justi\u00e7a o reconhecimento de que exercia atividade perigosa e de que foi submetido a ambiente degradante, permitindo entender como a Justi\u00e7a do Trabalho vem tratando temas como periculosidade, dano moral e responsabilidade das empresas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a Justi\u00e7a define o adicional de periculosidade<\/h2>\n\n\n\n<p>O&nbsp;<strong>adicional de periculosidade<\/strong>&nbsp;\u00e9 um acr\u00e9scimo sobre o sal\u00e1rio que busca compensar a exposi\u00e7\u00e3o permanente ao risco. A Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho (CLT) e a Norma Regulamentadora n\u00ba 16 trazem par\u00e2metros gerais, citando atividades com inflam\u00e1veis, explosivos, energia el\u00e9trica, entre outras, mas o enquadramento depende sempre da an\u00e1lise concreta do caso.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base nessas informa\u00e7\u00f5es, a ju\u00edza entendeu que o vigia trabalhava em situa\u00e7\u00e3o perigosa de forma constante, o que d\u00e1 direito ao adicional de periculosidade de 30% sobre o sal\u00e1rio-base, previsto na Norma Regulamentadora n\u00ba 16 do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Gemini_Generated_Image_rpk8l7rpk8l7rpk8-1-1024x576.png\" alt=\"A hist\u00f3ria que mostra por que dignidade vale mais que sal\u00e1rio\" class=\"wp-image-137427\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Gemini_Generated_Image_rpk8l7rpk8l7rpk8-1-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Gemini_Generated_Image_rpk8l7rpk8l7rpk8-1-300x169.png 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Gemini_Generated_Image_rpk8l7rpk8l7rpk8-1-768x432.png 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Gemini_Generated_Image_rpk8l7rpk8l7rpk8-1-750x422.png 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Gemini_Generated_Image_rpk8l7rpk8l7rpk8-1-1140x641.png 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Gemini_Generated_Image_rpk8l7rpk8l7rpk8-1.png 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A hist\u00f3ria que mostra por que dignidade vale mais que sal\u00e1rio<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando o vigia noturno pode ser equiparado a vigilante<\/h2>\n\n\n\n<p>A discuss\u00e3o sobre&nbsp;<strong>periculosidade para vigia noturno<\/strong>&nbsp;costuma girar em torno de saber se \u00e9 obrigat\u00f3rio portar arma ou ter registro de vigilante para receber o adicional. As decis\u00f5es mais recentes indicam que o ponto central \u00e9 o risco efetivo enfrentado, e n\u00e3o apenas o nome do cargo ou o uso de armamento.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso mineiro, o trabalhador n\u00e3o utilizava arma de fogo, mas o Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais considerou que ele atuava de forma semelhante a um vigilante. O entendimento se baseou na exposi\u00e7\u00e3o cont\u00ednua a invas\u00f5es, na obriga\u00e7\u00e3o de proteger equipamentos de comunica\u00e7\u00e3o e na aus\u00eancia de equipe de apoio em eventuais conflitos, abrindo espa\u00e7o para que outros vigias em situa\u00e7\u00e3o parecida busquem o mesmo reconhecimento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais situa\u00e7\u00f5es configuram dano moral no ambiente de trabalho<\/h2>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da periculosidade, o processo tratou da&nbsp;<strong>indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais<\/strong>, que exige a comprova\u00e7\u00e3o de viola\u00e7\u00e3o \u00e0 dignidade, \u00e0 honra ou \u00e0 integridade f\u00edsica ou ps\u00edquica do trabalhador. No caso, v\u00e1rios fatores simult\u00e2neos foram avaliados como graves, ultrapassando meras irregularidades contratuais.<\/p>\n\n\n\n<p>As condi\u00e7\u00f5es descritas demonstravam um ambiente claramente degradante, com falhas estruturais e financeiras que afetavam diretamente a vida do empregado. Entre os pontos destacados pela Justi\u00e7a, estiveram:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>aus\u00eancia de banheiro e de \u00e1gua pot\u00e1vel no posto de trabalho;<\/li>\n\n\n\n<li>vegeta\u00e7\u00e3o alta atraindo cobras, aranhas e outros animais pe\u00e7onhentos;<\/li>\n\n\n\n<li>falta de equipamentos de prote\u00e7\u00e3o, como botas e luvas adequadas;<\/li>\n\n\n\n<li>inexist\u00eancia de local apropriado para alimenta\u00e7\u00e3o e descanso m\u00ednimo;<\/li>\n\n\n\n<li>atrasos salariais e falta de dep\u00f3sitos regulares de FGTS;<\/li>\n\n\n\n<li>negativa\u00e7\u00e3o do nome do trabalhador por d\u00edvidas geradas pelos atrasos.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emfoco\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Gemini_Generated_Image_gmwewogmwewogmwe-1-1024x576.png\" alt=\"\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O caso mais forte sobre periculosidade julgado recentemente<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Diante desse conjunto de viola\u00e7\u00f5es, o Judici\u00e1rio concluiu que houve ofensa grave \u00e0 dignidade do empregado, fixando, al\u00e9m do adicional de periculosidade, uma compensa\u00e7\u00e3o financeira espec\u00edfica pelos danos sofridos. Al\u00e9m do adicional de periculosidade, o trabalhador receber\u00e1 <strong>R$ 10 mil de indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 grupo econ\u00f4mico e qual o impacto para o trabalhador<\/h2>\n\n\n\n<p>Outro ponto central da decis\u00e3o foi o reconhecimento de&nbsp;<strong>grupo econ\u00f4mico<\/strong>&nbsp;entre as empresas de comunica\u00e7\u00e3o envolvidas. Ficou demonstrado que r\u00e1dios e empresas ligadas ao setor atuavam de forma articulada, compartilhando representa\u00e7\u00e3o jur\u00eddica, comparecendo \u00e0s audi\u00eancias por meio da mesma pessoa e realizando pagamentos diretamente ao vigia, independentemente do registro formal.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante desses elementos, a Justi\u00e7a concluiu que as empresas formavam uma unidade econ\u00f4mica para fins trabalhistas, respondendo de forma&nbsp;<strong>solid\u00e1ria<\/strong>&nbsp;pelos cr\u00e9ditos reconhecidos. Na pr\u00e1tica, se uma delas n\u00e3o pagar a d\u00edvida, as demais podem ser obrigadas a quitar o valor total, o que aumenta a seguran\u00e7a de recebimento, sobretudo quando h\u00e1 pequenas empresas ligadas a grupos maiores.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais li\u00e7\u00f5es esse caso traz sobre trabalho digno e fiscaliza\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/portal.trt3.jus.br\/internet\/conheca-o-trt\/comunicacao\/noticias-juridicas\/vigia-que-trabalhava-em-local-perigoso-e-sem-condicoes-basicas-recebera-indenizacao-e-adicional-de-periculosidade\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A decis\u00e3o do TRT de Minas Gerais<\/a>, mantida em inst\u00e2ncias superiores, refor\u00e7a a centralidade do\u00a0<strong>trabalho digno<\/strong>\u00a0como par\u00e2metro da Justi\u00e7a do Trabalho. O caso mostra que n\u00e3o basta oferecer um posto de vigil\u00e2ncia e um sal\u00e1rio: \u00e9 essencial garantir estrutura m\u00ednima, respeito \u00e0s normas de sa\u00fade e seguran\u00e7a e pontualidade nos pagamentos, sob pena de reconhecimento de adicional de periculosidade e indeniza\u00e7\u00e3o por dano moral.<\/p>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea trabalha em local isolado, enfrenta riscos constantes ou condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias, n\u00e3o espere a situa\u00e7\u00e3o piorar: re\u00fana provas, registre ocorr\u00eancias e procure ajuda especializada imediatamente. Cada dia em ambiente indigno compromete sua sa\u00fade, seu futuro profissional e sua seguran\u00e7a financeira, e agir agora pode ser decisivo para proteger seus direitos e sua dignidade.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A rotina de um&nbsp;vigia noturno em \u00e1rea isolada&nbsp;mostra, de forma bastante clara, como as condi\u00e7\u00f5es reais de trabalho podem ficar bem abaixo do que a lei exige. 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