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Reprodução do Youtube
Os vaga-lumes existem desde a Era Mesozoica, quando os dinossauros ainda habitavam a Terra. Fósseis indicam que esses insetos já brilhavam há cerca de 100 milhões de anos, no período Cretáceo. Em 2025, cientistas encontraram uma espécie “brilhante” de vaga-lume daquela época, preservada em âmbar.

Os vaga-lumes existem desde a Era Mesozoica, quando os dinossauros ainda habitavam a Terra. Fósseis indicam que esses insetos já brilhavam há cerca de 100 milhões de anos, no período Cretáceo. Em 2025, cientistas encontraram uma espécie “brilhante” de vaga-lume daquela época, preservada em âmbar.

Cai et al./Biological Sciences
A espécie foi nomeada de Flammarionella heihakuni e descrita na revista científica Biological Sciences.O nome foi uma homenagem ao astrônomo francês Camille Flammarion e ao colecionador amador Haikun He, que doou diversos espécimes preservados em âmbar aos cientistas.

A espécie foi nomeada de Flammarionella heihakuni e descrita na revista científica Biological Sciences.O nome foi uma homenagem ao astrônomo francês Camille Flammarion e ao colecionador amador Haikun He, que doou diversos espécimes preservados em âmbar aos cientistas.

Cai et al./Biological Sciences
Segundo o estudo, o fóssil ajuda a preencher lacunas na compreensão da história evolutiva dos besouros lampyroides [família à qual pertencem os vaga-lumes] e mostra que características importantes, como órgãos abdominais leves, permaneceram consistentes desde meados do Cretáceo.

Segundo o estudo, o fóssil ajuda a preencher lacunas na compreensão da história evolutiva dos besouros lampyroides [família à qual pertencem os vaga-lumes] e mostra que características importantes, como órgãos abdominais leves, permaneceram consistentes desde meados do Cretáceo.

Flickr anchusphotography
Vaga-lume ou pirilampo são denominações comuns de insetos coleópteros dotados por suas emissões de luz bioluminescente.

Vaga-lume ou pirilampo são denominações comuns de insetos coleópteros dotados por suas emissões de luz bioluminescente.

Flickr lwj168
Assim, suas larvas alimentam-se principalmente de vegetais e outros insetos menores. Além disso, há espécies com hábitos terrícolas, que roem raízes e base do caule de plantas.

Assim, suas larvas alimentam-se principalmente de vegetais e outros insetos menores. Além disso, há espécies com hábitos terrícolas, que roem raízes e base do caule de plantas.

Flickr asuka
Uma das espécies mais comuns na Europa é a Lampyris noctiluca, na qual apenas os machos são alados. As suas larvas são predadoras vorazes de caracóis e, por isso, consideradas amigas dos agricultores.

Uma das espécies mais comuns na Europa é a Lampyris noctiluca, na qual apenas os machos são alados. As suas larvas são predadoras vorazes de caracóis e, por isso, consideradas amigas dos agricultores.

- Flickr Mary Rasmussen
Os órgãos bioluminescentes do pirilampo localizam-se na parte inferior dos segmentos abdominais. A luciferina é oxidada pelo oxigênio nuclear, com mediação da enzima luciferase. Algo que resulta em oxiluciferina que perde energia, fazendo assim o inseto emitir luz.

Os órgãos bioluminescentes do pirilampo localizam-se na parte inferior dos segmentos abdominais. A luciferina é oxidada pelo oxigênio nuclear, com mediação da enzima luciferase. Algo que resulta em oxiluciferina que perde energia, fazendo assim o inseto emitir luz.

Flickr James Palazzolo
As fêmeas produzem a luz para atrair parceiros, mas tem uma desvantagem. A sua própria luminosidade pode também atrair predadores, como a lagartixa.

As fêmeas produzem a luz para atrair parceiros, mas tem uma desvantagem. A sua própria luminosidade pode também atrair predadores, como a lagartixa.

Flickr terry priest
Especificamente no Brasil, concentra-se 25% das duas mil espécies de vaga-lumes do mundo. A Mata Atlântica é um dos ecossistemas que possui o maior número desses animais.

Especificamente no Brasil, concentra-se 25% das duas mil espécies de vaga-lumes do mundo. A Mata Atlântica é um dos ecossistemas que possui o maior número desses animais.

Flickr terry priest
Os vaga-lumes adultos medem entre cinco e vinte e cinco milímetros de comprimento, tendo o corpo achatado. A coloração varia entre o marrom-escuro, preto, alaranjado e amarelo.

Os vaga-lumes adultos medem entre cinco e vinte e cinco milímetros de comprimento, tendo o corpo achatado. A coloração varia entre o marrom-escuro, preto, alaranjado e amarelo.

Flickr Our Breathing Planet
Desse modo, os machos apresentam asas, enquanto as fêmeas possuem asas pequenas ou não possuem. Eles também contam com três pares de pernas.

Desse modo, os machos apresentam asas, enquanto as fêmeas possuem asas pequenas ou não possuem. Eles também contam com três pares de pernas.

DKfindout/Reprodução
Os vaga-lumes habitam tanto regiões tropicais quanto temperadas. De maneira geral, eles preferem áreas quentes e úmidas, sendo apenas algumas espécies encontradas em regiões secas.

Os vaga-lumes habitam tanto regiões tropicais quanto temperadas. De maneira geral, eles preferem áreas quentes e úmidas, sendo apenas algumas espécies encontradas em regiões secas.

Visit Jersey/Reprodução.
Os vaga-lumes, geralmente, comem lesmas, caracóis e minhocas. Algumas espécies consomem pólen ou néctar, enquanto somente alguns representantes são predadores, podendo também realizar o canibalismo, quando as fêmeas consomem os machos.

Os vaga-lumes, geralmente, comem lesmas, caracóis e minhocas. Algumas espécies consomem pólen ou néctar, enquanto somente alguns representantes são predadores, podendo também realizar o canibalismo, quando as fêmeas consomem os machos.

Reprodução do Youtube
Esses insetos se reproduzem por meio da deposição dos ovos, feita pelas fêmeas. Quando eles eclodem, pequenas larvas achatadas surgem e também produzem bioluminescência.

Esses insetos se reproduzem por meio da deposição dos ovos, feita pelas fêmeas. Quando eles eclodem, pequenas larvas achatadas surgem e também produzem bioluminescência.

Reprodução do Youtube
No primeiro momento da vida, elas vivem no chão e se alimentam de caracóis e lesmas, injetando um fluido dentro do corpo da presa para fazer a pré-digestão antes do consumo.

No primeiro momento da vida, elas vivem no chão e se alimentam de caracóis e lesmas, injetando um fluido dentro do corpo da presa para fazer a pré-digestão antes do consumo.

Reprodução do Youtube