Até a manhã do dia 25 de fevereiro, não haviam sido registrados casos de óbito.
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A maior concentração está no estado de São Paulo, que soma 63 registros. Na sequência aparecem Rio de Janeiro, com 15 casos,
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Além desses, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e o Distrito Federal também têm casos confirmados — Em 2025, o Brasil registrou 1.045 ocorrências e 3 mortes pela doença.
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A recombinação viral ocorre quando vírus semelhantes infectam a mesma pessoa e trocam material genético, dando origem a novas variantes.
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Dados genéticos mostraram que os dois pacientes foram contaminados pela mesma variante, em momentos distintos, o que indica a possível existência de outros casos ainda não detectados.
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Ainda assim, a entidade informou que não houve mudança na classificação do risco global.
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Os dois pacientes apresentaram manifestações clínicas compatíveis com as registradas em outros casos da doença e evoluíram sem gravidade.
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O monitoramento de pessoas que tiveram contato com eles não detectou novos contágios relacionados.
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De acordo com especialistas, o cenário atual da mpox não apresenta um crescimento atípico e se mantém dentro das expectativas epidemiológicas.
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O infectologista Ralcyon Teixeira, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, afirma que o vírus circula de forma contínua desde a expansão global registrada em 2022, o que caracteriza um quadro endêmico.
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Segundo ele, os maiores picos ocorreram em 2022 e 2023, durante surtos mais intensos. “Hoje não conseguimos falar em novo surto ou epidemia”, pontuou.
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A mpox é uma doença infecciosa zoonótica causada por um vírus da mesma família da varíola.
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A transmissão ocorre prioritariamente pelo contato direto com a pele, lesões, secreções ou objetos contaminados de uma pessoa infectada.
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Os sintomas iniciais da mpox costumam ser gerais, como febre, dores no corpo e mal-estar, surgindo antes das alterações na pele. Em seguida, aparecem erupções na pele que podem ocorrer em diferentes partes do corpo.
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O tratamento disponível é de suporte, voltado ao alívio dos sintomas e à prevenção de complicações; pessoas infectadas devem permanecer isoladas até a completa cicatrização das lesões, o que pode levar de duas a quatro semanas.
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Segundo o infectologista do Hospital Heliópolis, Juvencio Furtado, a principal forma de se prevenir do vírus é evitando o contato corporal pele a pele.
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