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A atriz Christiane Torloni usou as redes sociais para prestar homenagem a Manoel Carlos, autor de novelas que morreu no dia 10 de janeiro de 2026, aos 92 anos.

A atriz Christiane Torloni usou as redes sociais para prestar homenagem a Manoel Carlos, autor de novelas que morreu no dia 10 de janeiro de 2026, aos 92 anos.

Reprodução do Instagram @christorloni
Em um vídeo publicado em seus perfis, ela relembrou a relação profissional com o autor e comentou a importância dele em sua trajetória artística. Torloni interpretou uma das icônicas “Helenas” de Maneco, como o autor era carinhosamente tratado.

Em um vídeo publicado em seus perfis, ela relembrou a relação profissional com o autor e comentou a importância dele em sua trajetória artística. Torloni interpretou uma das icônicas “Helenas” de Maneco, como o autor era carinhosamente tratado.

Reprodução do Instagram @christorloni
Na gravação, Torloni compartilhou recordações dos bastidores da novela “Mulheres Apaixonadas”, exibida em 2003 e um dos maiores sucessos escritos por Manoel Carlos.

Na gravação, Torloni compartilhou recordações dos bastidores da novela “Mulheres Apaixonadas”, exibida em 2003 e um dos maiores sucessos escritos por Manoel Carlos.

Reprodução do Instagram @christorloni
“Maneco foi esse grande gênio da dramaturgia brasileira. Um homem que me presenteou de muitas maneiras. Primeiro com a presença dele, amigo dos meus pais, como ele foi”, declarou Torloni.

“Maneco foi esse grande gênio da dramaturgia brasileira. Um homem que me presenteou de muitas maneiras. Primeiro com a presença dele, amigo dos meus pais, como ele foi”, declarou Torloni.

Reprodução do Instagram @christorloni
“E depois, já na carreira, me oferecendo o papel de filha da Lilian Lemertz, que foi a primeira Helena no rol das grandes Helenas que viriam. Depois, no futuro, me oferecendo um papel definitivo na minha vida, que foi a Helena de ‘Mulheres Apaixonadas’. O Maneco mudou o meu destino”, completou a atriz.

“E depois, já na carreira, me oferecendo o papel de filha da Lilian Lemertz, que foi a primeira Helena no rol das grandes Helenas que viriam. Depois, no futuro, me oferecendo um papel definitivo na minha vida, que foi a Helena de ‘Mulheres Apaixonadas’. O Maneco mudou o meu destino”, completou a atriz.

Reprodução do Instagram @christorloni
Christiane Torloni nasceu em 18 de fevereiro de 1957, em São Paulo, e construiu uma consistente trajetória na televisão, teatro e cinema brasileiros.

Christiane Torloni nasceu em 18 de fevereiro de 1957, em São Paulo, e construiu uma consistente trajetória na televisão, teatro e cinema brasileiros.

Carnaval.com Studios/Wikimédia Commons
Filha dos atores Monah Delacy e Geraldo Matheus, fundadores do Teatro de Arena, ela cresceu em um ambiente artístico que influenciou diretamente sua escolha profissional.

Filha dos atores Monah Delacy e Geraldo Matheus, fundadores do Teatro de Arena, ela cresceu em um ambiente artístico que influenciou diretamente sua escolha profissional.

Reprodução do Instagram @christorloni
Ainda jovem, iniciou os estudos em artes cênicas e estreou nos palcos antes de conquistar espaço na televisão, onde rapidamente se destacou pela intensidade de suas interpretações.

Ainda jovem, iniciou os estudos em artes cênicas e estreou nos palcos antes de conquistar espaço na televisão, onde rapidamente se destacou pela intensidade de suas interpretações.

Reprodução do Facebook
Em 1981, Christiane Torloni integrou o elenco de “Baila Comigo”, trabalho que marcou sua primeira colaboração com o autor Manoel Carlos.

Em 1981, Christiane Torloni integrou o elenco de “Baila Comigo”, trabalho que marcou sua primeira colaboração com o autor Manoel Carlos.

Reprodução do RFM
No ano seguinte, participou da novela “Elas por Elas”, produção que representou seu encontro profissional com Reginaldo Faria e também abriu caminho para uma presença mais consistente no cinema.

No ano seguinte, participou da novela “Elas por Elas”, produção que representou seu encontro profissional com Reginaldo Faria e também abriu caminho para uma presença mais consistente no cinema.

Jan Ribeiro/Wikimédia Commons
Ao longo da década de 1980, Christiane atuou em mais de dez longas-metragens, entre eles “O Bom Burguês”, “Rio Babilônia”, “Besame Mucho” e "Beijo no Asfalto", adaptação da obra de Nelson Rodrigues, consolidando sua atuação nas telas.

Ao longo da década de 1980, Christiane atuou em mais de dez longas-metragens, entre eles “O Bom Burguês”, “Rio Babilônia”, “Besame Mucho” e "Beijo no Asfalto", adaptação da obra de Nelson Rodrigues, consolidando sua atuação nas telas.

Reprodução do Facebook
Nesses trabalhos, ela demonstrou versatilidade ao transitar entre comédia, drama e romance, construindo personagens femininas fortes e carismáticas.

Nesses trabalhos, ela demonstrou versatilidade ao transitar entre comédia, drama e romance, construindo personagens femininas fortes e carismáticas.

Marcos Oliveira/Agência Senado/Wikimédia Commons
Na década de 1980, ela ainda atuaria em novelas famosas, como "A Gata Comeu" e "Selva de Pedro". Já nos anos 1990, a atriz aprofundou ainda mais sua relação com o drama, assumindo papéis de maior densidade emocional.

Na década de 1980, ela ainda atuaria em novelas famosas, como "A Gata Comeu" e "Selva de Pedro". Já nos anos 1990, a atriz aprofundou ainda mais sua relação com o drama, assumindo papéis de maior densidade emocional.

Divulgação
Um dos marcos desse período foi a novela “A Viagem”, em que interpretou Diná, personagem que se tornou icônica. A atuação consolidou Christiane Torloni como uma intérprete capaz de conduzir histórias intensas e de grande apelo popular.

Um dos marcos desse período foi a novela “A Viagem”, em que interpretou Diná, personagem que se tornou icônica. A atuação consolidou Christiane Torloni como uma intérprete capaz de conduzir histórias intensas e de grande apelo popular.

Divulgação
Em 2003, voltou a alcançar enorme sucesso ao viver Helena em “Mulheres Apaixonadas”, novela escrita por Manoel Carlos.

Em 2003, voltou a alcançar enorme sucesso ao viver Helena em “Mulheres Apaixonadas”, novela escrita por Manoel Carlos.

Divulgação
Paralelamente à televisão, Christiane Torloni manteve uma carreira ativa no teatro. Atuou em montagens de grande repercussão e também assumiu funções como produtora e diretora, demonstrando interesse em diferentes aspectos do fazer teatral.

Paralelamente à televisão, Christiane Torloni manteve uma carreira ativa no teatro. Atuou em montagens de grande repercussão e também assumiu funções como produtora e diretora, demonstrando interesse em diferentes aspectos do fazer teatral.

Reprodução do Facebook
Christiane Torloni foi casada quatro vezes. Da união com o diretor Dennis Carvalho nasceram os filhos gêmeos Leonardo e Guilherme. Em 1992, quando tinha 12 anos, Guilherme morreu em um acidente.

Christiane Torloni foi casada quatro vezes. Da união com o diretor Dennis Carvalho nasceram os filhos gêmeos Leonardo e Guilherme. Em 1992, quando tinha 12 anos, Guilherme morreu em um acidente.

Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr/Wikimédia Commons