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A influenciadora Isabel Veloso, de 19 anos, morreu em 10 de janeiro de 2026 após longa luta contra o linfoma de Hodgkin, um câncer do sistema linfático que marcou sua vida pública.

A influenciadora Isabel Veloso, de 19 anos, morreu em 10 de janeiro de 2026 após longa luta contra o linfoma de Hodgkin, um câncer do sistema linfático que marcou sua vida pública.

Reproduc?a?o/Redes Sociais
Sua história trouxe visibilidade à doença, despertando conversas sobre diagnóstico, tratamento e qualidade de vida para pacientes jovens.

Sua história trouxe visibilidade à doença, despertando conversas sobre diagnóstico, tratamento e qualidade de vida para pacientes jovens.

Reproduc?a?o/Instagram
A mesma doença já havia levado embora a ginasta  Isabelle Marciniak, campeã brasileira de ginástica rítmica, aos 18 anos de idade. Foi no dia 24 de dezembro de 2025, em Curitiba.

A mesma doença já havia levado embora a ginasta Isabelle Marciniak, campeã brasileira de ginástica rítmica, aos 18 anos de idade. Foi no dia 24 de dezembro de 2025, em Curitiba.

O linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer que começa nos linfócitos, células essenciais do sistema imunológico. Afeta principalmente os gânglios linfáticos e pode se espalhar pelo corpo se não for identificado cedo.

O linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer que começa nos linfócitos, células essenciais do sistema imunológico. Afeta principalmente os gânglios linfáticos e pode se espalhar pelo corpo se não for identificado cedo.

imagem gerada por i.a
Entre os sintomas mais comuns está o aumento indolor dos linfonodos no pescoço, axilas ou virilha. Outros sinais incluem febre persistente, sudorese noturna intensa e perda de peso inexplicada.

Entre os sintomas mais comuns está o aumento indolor dos linfonodos no pescoço, axilas ou virilha. Outros sinais incluem febre persistente, sudorese noturna intensa e perda de peso inexplicada.

imagem gerada por i.a
Fadiga constante, coceira na pele e tosse ou falta de ar podem surgir quando a doença afeta áreas próximas ao tórax. Esses sintomas muitas vezes são confundidos com infecções comuns, dificultando um diagnóstico precoce.

Fadiga constante, coceira na pele e tosse ou falta de ar podem surgir quando a doença afeta áreas próximas ao tórax. Esses sintomas muitas vezes são confundidos com infecções comuns, dificultando um diagnóstico precoce.

Anastasia Gepp por Pixabay
Não existe uma forma clara de prevenir o linfoma de Hodgkin, pois suas causas ainda não são totalmente compreendidas. Pesquisas associam fatores como sistema imunológico comprometido e infecções virais ao aumento do risco da doença.

Não existe uma forma clara de prevenir o linfoma de Hodgkin, pois suas causas ainda não são totalmente compreendidas. Pesquisas associam fatores como sistema imunológico comprometido e infecções virais ao aumento do risco da doença.

freepik
Evitar exposição prolongada a substâncias químicas nocivas, como benzeno e pesticidas, é recomendado sempre que possível. Cuidar da imunidade com hábitos saudáveis também é importante, mesmo sem garantia de prevenção direta.

Evitar exposição prolongada a substâncias químicas nocivas, como benzeno e pesticidas, é recomendado sempre que possível. Cuidar da imunidade com hábitos saudáveis também é importante, mesmo sem garantia de prevenção direta.

Imagem de StockSnap por Pixabay
O diagnóstico precoce é um dos maiores aliados na luta contra o linfoma de Hodgkin, pois detectado cedo há maiores chances de cura. A confirmação depende de exame físico, biópsia de linfonodo e exames de imagem detalhados.

O diagnóstico precoce é um dos maiores aliados na luta contra o linfoma de Hodgkin, pois detectado cedo há maiores chances de cura. A confirmação depende de exame físico, biópsia de linfonodo e exames de imagem detalhados.

KKOLOSOY Pixabay
Testes como tomografia, ressonância e PET-CT ajudam a determinar a extensão da doença e o estágio. Estadiar corretamente o linfoma orienta a escolha das terapias mais eficazes para cada paciente.

Testes como tomografia, ressonância e PET-CT ajudam a determinar a extensão da doença e o estágio. Estadiar corretamente o linfoma orienta a escolha das terapias mais eficazes para cada paciente.

Imagem de Michal Jarmoluk por Pixabay
O tratamento tradicional começa com quimioterapia combinada, frequentemente associada à radioterapia local. Regimes como ABVD são usados em muitos casos e têm alta taxa de resposta positiva.

O tratamento tradicional começa com quimioterapia combinada, frequentemente associada à radioterapia local. Regimes como ABVD são usados em muitos casos e têm alta taxa de resposta positiva.

imagem gerada por i.a
Nos casos mais avançados ou resistentes, imunoterapia e transplante de medula óssea podem ser considerados. Isabel Veloso passou por transplante como parte de seu tratamento, mas enfrentou complicações que agravaram seu quadro.

Nos casos mais avançados ou resistentes, imunoterapia e transplante de medula óssea podem ser considerados. Isabel Veloso passou por transplante como parte de seu tratamento, mas enfrentou complicações que agravaram seu quadro.

Sasin Tipchai/Pixabay
Acompanhamento contínuo com equipe multidisciplinar é essencial para manejar efeitos colaterais e manter a qualidade de vida.
Consultas regulares após o tratamento ajudam a detectar recidivas rapidamente, se ocorrerem.

Acompanhamento contínuo com equipe multidisciplinar é essencial para manejar efeitos colaterais e manter a qualidade de vida. Consultas regulares após o tratamento ajudam a detectar recidivas rapidamente, se ocorrerem.

Freepick-Pressfoto
Pacientes em tratamento podem experienciar efeitos como náusea, queda de cabelo, fadiga e alterações na imunidade. Estratégias de suporte, como nutrição adequada e cuidados psicológicos, são parte importante da terapia.

Pacientes em tratamento podem experienciar efeitos como náusea, queda de cabelo, fadiga e alterações na imunidade. Estratégias de suporte, como nutrição adequada e cuidados psicológicos, são parte importante da terapia.

- joduma/ pixabay
Mesmo com tratamento, o linfoma pode recorrer ou ser refratário, exigindo outras abordagens terapêuticas. A pesquisa clínica continua avançando, com novos medicamentos e técnicas de terapia celular em estudo.

Mesmo com tratamento, o linfoma pode recorrer ou ser refratário, exigindo outras abordagens terapêuticas. A pesquisa clínica continua avançando, com novos medicamentos e técnicas de terapia celular em estudo.

Reprodução TV Globo