{"id":264139,"date":"2026-08-20T21:37:00","date_gmt":"2026-08-21T00:37:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.em.com.br\/emalta\/?p=264139"},"modified":"2026-08-18T15:21:59","modified_gmt":"2026-08-18T18:21:59","slug":"trabalhador-casado-morre-em-acidente-e-empresa-tenta-negar-indenizacao-a-companheira-com-quem-ele-viveu-15-anos-e-teve-tres-filhos-tst-mantem-r-50-mil-e-pensao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.em.com.br\/emalta\/2026\/08\/20\/trabalhador-casado-morre-em-acidente-e-empresa-tenta-negar-indenizacao-a-companheira-com-quem-ele-viveu-15-anos-e-teve-tres-filhos-tst-mantem-r-50-mil-e-pensao\/","title":{"rendered":"Trabalhador casado morre em acidente e empresa tenta negar indeniza\u00e7\u00e3o \u00e0 companheira com quem ele viveu 15 anos e teve tr\u00eas filhos: TST mant\u00e9m R$ 50 mil e pens\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma <strong>companheira<\/strong> que viveu durante <strong>15 anos<\/strong> com um encarregado morto em acidente de trabalho conseguiu manter o direito a R$ 50 mil e pens\u00e3o. Embora ele fosse formalmente casado com outra mulher, testemunhos, depend\u00eancia econ\u00f4mica e os tr\u00eas filhos do relacionamento sustentaram a decis\u00e3o mantida no TST.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como aconteceu o acidente que levou ao processo?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O encarregado trabalhava para uma empreiteira e prestava servi\u00e7os em uma obra de uma construtora em S\u00e3o Paulo. Em dezembro de <strong>2011<\/strong>, um componente de uma laje que estava sendo i\u00e7ada por uma grua se soltou e atingiu o trabalhador.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ap\u00f3s sua morte, a mulher com quem ele mantinha relacionamento h\u00e1 15 anos entrou com pedido de indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais e materiais, afirmando tamb\u00e9m que dependia economicamente dele. <\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emalta\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/fotos1-1-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-264263\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emalta\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/fotos1-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emalta\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/fotos1-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emalta\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/fotos1-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emalta\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/fotos1-1-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emalta\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/fotos1-1-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emalta\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/fotos1-1.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A exist\u00eancia de casamento formal n\u00e3o encerrou a discuss\u00e3o sobre quem dependia do trabalhador<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a empresa tentou excluir a companheira da indeniza\u00e7\u00e3o?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As empresas argumentaram que o trabalhador permanecia oficialmente casado com outra mulher. Sustentaram que seria necess\u00e1rio primeiro obter na Justi\u00e7a Comum o reconhecimento da uni\u00e3o est\u00e1vel e que o casamento existente criaria impedimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m alegaram j\u00e1 ter celebrado acordo em outro processo com a esposa e todos os filhos do falecido. Mesmo assim, o <strong><a href=\"https:\/\/www.tst.jus.br\/-\/companheira-de-trabalhador-casado-com-outra-mulher-tem-direito-%C3%A0-indeniza%C3%A7%C3%A3o-por-morte-em-acidente\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">TST<\/a><\/strong> rejeitou o recurso da construtora.<\/p>\n\n\n\n<div>O TRT havia considerado tr\u00eas elementos centrais:<\/div>\n\n\n\n<style>\n.card-list{box-sizing:border-box;display:flex;flex-direction:column;gap:14px;width:100%;max-width:680px;margin:16px auto;font-family:'Segoe UI',Arial,sans-serif;}\n.card-list .item{box-sizing:border-box;display:grid;grid-template-columns:52px 1fr;gap:14px;align-items:start;background:#fff;border:1px solid #e5e7eb;border-radius:18px;padding:16px;box-shadow:0 8px 22px rgba(0,0,0,.06);}\n.card-list .num{width:42px;height:42px;border-radius:14px;background:#2c3e50;color:#fff;display:flex;align-items:center;justify-content:center;font-size:15px;font-weight:800;line-height:1;}\n.card-list .txt{display:flex;flex-direction:column;gap:4px;}\n.card-list .title{font-size:15px;font-weight:700;color:#1a1a1a;line-height:1.35;}\n.card-list .desc{font-size:13px;color:#6b6b6b;line-height:1.5;}\n@media(max-width:480px){\n  .card-list{gap:12px;margin:14px auto;}\n  .card-list .item{grid-template-columns:1fr;padding:14px;border-radius:16px;}\n  .card-list .num{width:38px;height:38px;border-radius:12px;font-size:14px;}\n}\n<\/style>\n<div class=\"google-auto-ads-ignore card-list\">\n  <div class=\"item\">\n    <div class=\"num\">1<\/div>\n    <div class=\"txt\">\n      <span class=\"title\">Rela\u00e7\u00e3o de 15 anos<\/span>\n      <span class=\"desc\">Testemunhos considerados pelo TRT demonstraram a longa dura\u00e7\u00e3o do relacionamento mantido at\u00e9 a morte.<\/span>\n    <\/div>\n  <\/div>\n  <div class=\"item\">\n    <div class=\"num\">2<\/div>\n    <div class=\"txt\">\n      <span class=\"title\">Tr\u00eas filhos<\/span>\n      <span class=\"desc\">O casal teve tr\u00eas filhos durante a rela\u00e7\u00e3o, outro elemento considerado na an\u00e1lise dos fatos.<\/span>\n    <\/div>\n  <\/div>\n  <div class=\"item\">\n    <div class=\"num\">3<\/div>\n    <div class=\"txt\">\n      <span class=\"title\">Depend\u00eancia econ\u00f4mica<\/span>\n      <span class=\"desc\">A companheira afirmou depender financeiramente do trabalhador, circunst\u00e2ncia reconhecida no processo.<\/span>\n    <\/div>\n  <\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O acordo feito com a esposa e os filhos eliminava o direito dela?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O TRT entendeu que n\u00e3o. A esposa e todos os filhos do trabalhador haviam firmado acordo em outro processo e recebido <strong>R$ 650 mil<\/strong>, mas isso n\u00e3o foi considerado suficiente para excluir a repara\u00e7\u00e3o destinada \u00e0 companheira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A decis\u00e3o regional condenou solidariamente as empresas ao pagamento de R$ 50 mil por danos morais e de pens\u00e3o mensal equivalente ao \u00faltimo sal\u00e1rio do empregado at\u00e9 a companheira completar <strong>75 anos<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<div>O processo considerou informa\u00e7\u00f5es diferentes:<\/div>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O trabalhador continuava oficialmente casado com outra mulher.<\/li>\n\n\n\n<li>Mantinha relacionamento de aproximadamente 15 anos com a autora.<\/li>\n\n\n\n<li>O casal teve tr\u00eas filhos.<\/li>\n\n\n\n<li>Havia depend\u00eancia econ\u00f4mica reconhecida no processo.<\/li>\n\n\n\n<li>A esposa e os filhos j\u00e1 haviam firmado outro acordo indenizat\u00f3rio.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o TRT, o pagamento feito no processo da esposa e dos filhos n\u00e3o apagava o preju\u00edzo pr\u00f3prio reconhecido \u00e0 mulher que mantinha a longa rela\u00e7\u00e3o e dependia economicamente do trabalhador.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/www.em.com.br\/emalta\/2026\/08\/13\/dois-vizinhos-transformaram-uma-janela-em-porta-para-o-patio-comum-sem-permissao-e-colocaram-maquina-de-lavar-e-vasos-de-plantas-justica-mandou-fechar-o-acesso\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Dois vizinhos transformaram uma janela em porta para o p\u00e1tio comum sem permiss\u00e3o e colocaram m\u00e1quina de lavar e vasos de plantas: Justi\u00e7a mandou fechar o acesso<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.em.com.br\/emalta\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/dpeendecia-1-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-264265\" srcset=\"https:\/\/www.em.com.br\/emalta\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/dpeendecia-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.em.com.br\/emalta\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/dpeendecia-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.em.com.br\/emalta\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/dpeendecia-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.em.com.br\/emalta\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/dpeendecia-1-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.em.com.br\/emalta\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/dpeendecia-1-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.em.com.br\/emalta\/wp-content\/uploads\/2026\/08\/dpeendecia-1.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O caso envolveu indeniza\u00e7\u00e3o pela morte e tamb\u00e9m pagamento de pens\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O TST declarou que existia uma uni\u00e3o est\u00e1vel?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esse cuidado \u00e9 importante. A construtora tentou levar ao TST a discuss\u00e3o sobre a compet\u00eancia da Justi\u00e7a do Trabalho para reconhecer uni\u00e3o est\u00e1vel ou concubinato. A Segunda Turma n\u00e3o refez toda a an\u00e1lise das provas sobre o relacionamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A relatora, ministra Dela\u00edde Miranda Arantes, destacou que aceitar a tese pretendida pela empresa exigiria reexaminar o conjunto probat\u00f3rio, procedimento vedado nessa fase do processo. O recurso foi rejeitado e a condena\u00e7\u00e3o regional permaneceu.<\/p>\n\n\n\n<div>O resultado mantido foi:<\/div>\n\n\n\n<style>\n.premium-tbl{box-sizing:border-box;display:flex;flex-direction:column;width:100%;max-width:720px;margin:16px auto;border:1px solid #e5e7eb;border-radius:20px;overflow:hidden;background:#fff;box-shadow:0 10px 26px rgba(0,0,0,.07);font-family:'Segoe UI',Arial,sans-serif;}\n.premium-tbl table{width:100%;border-collapse:collapse;font-size:13px;}\n.premium-tbl thead tr{background:#2c3e50;color:#fff;}\n.premium-tbl th{padding:14px 16px;text-align:left;font-size:11px;text-transform:uppercase;letter-spacing:.06em;font-weight:700;}\n.premium-tbl td{padding:14px 16px;border-bottom:1px solid #edf0f2;font-size:13px;color:#1a1a1a;vertical-align:top;}\n.premium-tbl tbody tr:nth-child(odd){background:#fafafa;}\n.premium-tbl tbody tr:nth-child(even){background:#fff;}\n.premium-tbl tbody tr:hover{background:#f3f7fb;}\n.premium-tbl tbody tr:last-child td{border-bottom:none;}\n.premium-tbl .main{display:block;font-weight:700;color:#1a1a1a;margin-bottom:2px;}\n.premium-tbl .sub{display:block;font-size:11px;color:#6b6b6b;line-height:1.4;}\n.premium-tbl .badge{display:inline-flex;align-items:center;border-radius:99px;padding:3px 9px;font-size:11px;font-weight:700;line-height:1.3;}\n.premium-tbl .ok{background:#e1f5ee;color:#0f6e56;}\n.premium-tbl .alerta{background:#faeeda;color:#854f0b;}\n.premium-tbl .neutro{background:#e6f1fb;color:#185fa5;}\n@media(max-width:640px){\n  .premium-tbl{border-radius:0;border:0;background:transparent;box-shadow:none;gap:12px;overflow:visible;}\n  .premium-tbl table{display:block;width:100%;}\n  .premium-tbl thead{display:none;}\n  .premium-tbl tbody{display:flex;flex-direction:column;gap:12px;width:100%;}\n  .premium-tbl tr{display:block;width:100%;background:#fff!important;border:1px solid #e5e7eb;border-radius:18px;box-shadow:0 8px 22px rgba(0,0,0,.06);overflow:hidden;}\n  .premium-tbl td{box-sizing:border-box;display:flex;justify-content:space-between;align-items:flex-start;gap:14px;width:100%;border-bottom:1px solid #edf0f2;padding:11px 14px;text-align:right;}\n  .premium-tbl td:last-child{border-bottom:none;}\n  .premium-tbl td::before{content:attr(data-label);min-width:88px;font-size:10px;font-weight:800;color:#6b6b6b;text-transform:uppercase;letter-spacing:.04em;text-align:left;}\n  .premium-tbl .main,.premium-tbl .sub{max-width:190px;text-align:right;}\n}\n<\/style>\n<div class=\"google-auto-ads-ignore premium-tbl\">\n  <table>\n    <thead>\n      <tr>\n        <th>Repara\u00e7\u00e3o<\/th>\n        <th>Valor ou dura\u00e7\u00e3o<\/th>\n        <th>Situa\u00e7\u00e3o<\/th>\n      <\/tr>\n    <\/thead>\n    <tbody>\n      <tr>\n        <td data-label=\"Repara\u00e7\u00e3o\">\n          <span class=\"main\">Dano moral<\/span>\n          <span class=\"sub\">Morte em acidente<\/span>\n        <\/td>\n        <td data-label=\"Valor ou dura\u00e7\u00e3o\">R$ 50 mil<\/td>\n        <td data-label=\"Situa\u00e7\u00e3o\"><span class=\"badge ok\">Mantido<\/span><\/td>\n      <\/tr>\n      <tr>\n        <td data-label=\"Repara\u00e7\u00e3o\">\n          <span class=\"main\">Pens\u00e3o mensal<\/span>\n          <span class=\"sub\">Depend\u00eancia econ\u00f4mica<\/span>\n        <\/td>\n        <td data-label=\"Valor ou dura\u00e7\u00e3o\">\u00daltimo sal\u00e1rio do trabalhador<\/td>\n        <td data-label=\"Situa\u00e7\u00e3o\"><span class=\"badge ok\">At\u00e9 75 anos<\/span><\/td>\n      <\/tr>\n      <tr>\n        <td data-label=\"Repara\u00e7\u00e3o\">\n          <span class=\"main\">Acordo anterior<\/span>\n          <span class=\"sub\">Esposa e filhos<\/span>\n        <\/td>\n        <td data-label=\"Valor ou dura\u00e7\u00e3o\">R$ 650 mil<\/td>\n        <td data-label=\"Situa\u00e7\u00e3o\"><span class=\"badge alerta\">N\u00e3o excluiu a companheira<\/span><\/td>\n      <\/tr>\n    <\/tbody>\n  <\/table>\n<\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Esse julgamento vale automaticamente para qualquer relacionamento paralelo?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o. O resultado dependeu das provas produzidas naquele processo e do est\u00e1gio em que o recurso chegou ao TST. Dura\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o, depend\u00eancia econ\u00f4mica, filhos e depoimentos foram elementos espec\u00edficos j\u00e1 reconhecidos pelo Tribunal Regional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O ponto central da decis\u00e3o foi manter a legitimidade da companheira para buscar a repara\u00e7\u00e3o decorrente da morte no acidente de trabalho. O casamento formal com outra pessoa, naquele conjunto concreto de fatos, n\u00e3o foi suficiente para apagar o preju\u00edzo econ\u00f4mico e pessoal reconhecido a ela.<\/p>\n\n\n\n<style>\n.curio-box{box-sizing:border-box;display:flex;flex-direction:column;gap:6px;width:100%;max-width:680px;margin:20px auto 4px;background:#f5f7fa;border:1px solid #e5e7eb;border-radius:16px;padding:16px 18px;box-shadow:0 6px 18px rgba(0,0,0,.05);font-family:'Segoe UI',Arial,sans-serif;}\n.curio-box .tag{display:flex;align-items:center;gap:6px;font-size:11px;font-weight:800;text-transform:uppercase;letter-spacing:.05em;color:#2c3e50;}\n.curio-box .txt{font-size:13px;color:#333;line-height:1.6;}\n<\/style>\n<div class=\"google-auto-ads-ignore curio-box\">\n  <span class=\"tag\">\ud83d\udca1 Curiosidade<\/span>\n  <span class=\"txt\">O acidente ocorreu em dezembro de 2011, quando um componente de uma laje se soltou durante o i\u00e7amento por uma grua e atingiu o encarregado.<\/span>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma companheira que viveu durante 15 anos com um encarregado morto em acidente de trabalho conseguiu manter o direito a R$ 50 mil e pens\u00e3o. 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