A Gerdau encerrou o segundo trimestre de 2026 com Ebitda ajustado de R$ 3,4 bilhões, margem Ebitda ajustada de 19,2%, lucro líquido ajustado de R$ 1,5 bilhão e receita líquida de R$ 17,9 bilhões. No período, a companhia comercializou 2,9 milhões de toneladas de aço. Segundo o CEO Gustavo Werneck, os resultados foram “positivamente influenciados pelo forte desempenho na Operação da América do Norte e por uma leve recuperação do Ebitda da Operação do Brasil”. Ainda de acordo com o executivo, a melhora da operação brasileira reflete “uma estratégia de readequação dos ativos da companhia com foco em maior rentabilidade e produtividade”.

A companhia também destinou R$ 1 bilhão em investimentos Capex entre abril e junho, sendo 56% voltados a projetos de expansão e atualização tecnológica. Para o ano, o plano de investimentos soma R$ 4,7 bilhões. Entre as entregas previstas para o segundo semestre estão a expansão da produção de minério de ferro em Miguel Burnier MG e a entrada em operação do Centro de Reciclagem de Pindamonhangaba SP. Segundo o CFO Rafael Japur, os projetos serão “importantes alavancas para a recuperação nos resultados da Operação do Brasil, com grande foco em competitividade e visão de longo prazo”.

Com 125 anos de história, a Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço, mantém operações em diversos países das Américas e conta com 30 mil colaboradores. A companhia também figura entre as maiores recicladoras da América Latina, utilizando a sucata como matéria-prima para cerca de 70% do aço produzido, além de destacar que possui uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa CO2e do setor e uma linha de produtos de baixa emissão de carbono, denominada Gerdau NewEco.

CMOC leva projeto de cinema itinerante a municípios de Minas Gerais

A CMOC Brasil – Negócio Ouro promove, entre 11 de agosto e 30 de setembro, mais uma edição do Cine CMOC, projeto de cinema itinerante que percorrerá 12 localidades em Minas Gerais, Bahia e Maranhão. Em Minas, a iniciativa passará pelos municípios de Porteirinha (11 a 13 de agosto) e Riacho dos Machados (16 a 18 de agosto), com sessões gratuitas voltadas a estudantes da rede pública e à comunidade.

Realizado pela Cepar Cultural, com patrocínio da CMOC por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), o projeto utiliza uma carreta adaptada como sala de cinema, com capacidade para 77 espectadores por sessão, climatização, telão, poltronas, pipoca e refrigerantes. Segundo o release, a proposta é ampliar o acesso à cultura em comunidades onde a oferta de atividades culturais é mais restrita.

ArcelorMittal lidera ranking de inovação entre produtoras de aço

A ArcelorMittal foi reconhecida como a produtora de aço mais inovadora do Brasil na pesquisa Valor Inovação Brasil 2026, liderando entre as empresas do segmento na categoria de mineração, metalurgia e siderurgia. O levantamento, realizado pelo jornal Valor e pela revista Época Negócios, com metodologia da Strategy&, da PwC, avaliou 270 empresas distribuídas em 26 setores da economia.

A companhia atribui o resultado à sua estratégia voltada à inovação, sustentada por uma rede global de cerca de 1.600 pesquisadores e pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Unidade Tubarão, no Espírito Santo. Entre as iniciativas destacadas estão os programas de inovação aberta iNO.VC e Açolab, além de soluções como o aço Magnelis® e o programa XCarb®, voltado à redução das emissões de carbono na cadeia do aço.

 

 

30%

da futura produção de terras raras do Projeto Caldeira, em Minas Gerais, poderá ser destinada à Posco International por até sete anos, conforme Memorando de Parceria Estratégica (Memorandum of Strategic Partnership) firmado com a Meteoric Resources em 29 de julho de 2026. O instrumento, que inclui uma espécie de offtake da futura produção, também prevê cooperação em financiamento e tecnologia para o desenvolvimento do projeto

 

 

“O Brasil pode escolher não apenas ser um dos maiores produtores, mas também um dos mais confiáveis… É importante mostrar como novas rotas de processamento podem gerar mais valor para o país. A Brazilian Nickel não venderá minério bruto. Produzirá um produto intermediário, pronto para seguir ao refino e abastecer cadeias industriais, como a de baterias e outras aplicações industriais”

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Luciana Gutmann
Diretora de Assuntos Corporativos da Brazilian Nickel

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