MIAMI – Maior artilheiro da Seleção Brasileira, com 80 gols em 130 jogos, superando Pelé, que tem 77 gols em 92 partidas, Neymar entra para a história do nosso escrete como um dos mais talentosos jogadores que nunca marcou gol contra seleções poderosas ou em mata-matas. Na média, ele perde para Pelé em muito. E nos gols que marcou, foram 46 em amistosos, 16 em Eliminatórias, nove em Copas do Mundo, cinco em Copas América e quatro na Copa das Confederações. São nove gols contra o Japão, seis contra o Peru, cinco nos Estados Unidos e Bolívia, quatro na Coreia, Colômbia, Croácia e Equador, três gols na África do Sul, China, Uruguai e Argentina, dois em Camarões, Chile, Costa Rica, Escócia, México, Paraguai e Turquia e um na Alemanha (sub-20), Austrália, Áustria, El Salvador, Espanha, França, Iraque, Itália, Panamá, Portugal, Tunísia e Venezuela. Está aí a carreira desse “gênio” que os “Neymarzetes” amam na Seleção.


Um leão nos amistosos, um gatinho nos jogos pra valer. Não se discute aqui o talento desse cara. É inegável seu começo de carreira no Santos e sua trajetória como coadjuvante de Messi, Iniesta e Xavi no Barcelona. No PSG foi um fracasso e, de lá para cá, sua carreira acabou. Um cara que não se cuidou fora de campo; que fez festa na Pandemia, quando vizinhos de sua mansão morriam por falta de ar; que foi ao Carnaval, apoiado em muletas; que foi também, amparado, para o “Cruzeiro do Neymar”; que construiu um lago artificial em sua mansão, cometendo crime ambiental; que protagonizou um escândalo com uma garota do Brasil, em Paris, que tentou extorqui-lo; que teria traído a mulher grávida; que deu um soco num torcedor francês que o xingou e que discutiu com um torcedor, na Vila Belmiro, que pedia mais empenho a ele. Não entro na vida particular de ninguém, pois não me compete. Estou aqui relatando fatos publicados e confirmados pela imprensa. É um conjunto de coisas ruins para uma única pessoa. A vida cobra!


Não adianta os “Neymarzetes”, como um tal Bruno Formiga, que se diz repórter, implorar para Neymar não se aposentar na Seleção. Beirou o ridículo o pedido desse cara. Fosse o GE uma empresa com chefes de verdade e ele estaria na rua, assim como repórteres consolando Casemiro em seu choro. O jornalismo virou um circo. Como escrevi na coluna de ontem, pior que ser mulher de jogador que se casa pelo dinheiro e não pelo amor é ser “baba-ovo” do Neymar. Que “profissão” escrota e nojenta. Neymar, pelo talento que Deus lhe deu, poderia ter sido muito mais, porém, optou por ser “celebridade”, estar nas colunas de moda, desfiles e fofocas, e não nas de esportes. Bilionário ele é, e aí seus asseclas dizem que temos inveja porque não temos o dinheiro dele. Pensem bem: ter inveja de um cara com um currículo tão sujo quanto o que apontei acima? Particularmente, não troco o berço, caráter e dignidade que meus pais me deram por nem um centavo desse moço.

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Que o último capítulo de Neymar com a camisa amarela tenha sido escrito na derrota para a Noruega, com a lamentável cena dele provocando o goleiro norueguês, quando ainda tínhamos alguns minutos para tentar o empate. Ele sempre foi uma chacota em Copas do Mundo, e não iria encerrar a novela sem aprontar algo. Seja feliz, Neymar, longe da Seleção Brasileira e perto de seus asseclas.

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