Não adiantou nada a CBF anunciar que os árbitros são, a partir de agora, profissionais e que estarão à disposição da entidade, sem poder exercer outra atividade, pois os erros crassos continuam acontecendo. Bastou a primeira rodada do Brasileirão, disputada na quarta-feira, para a gente perceber que trocaram a “merda”, mas mantiveram os “mosquitos” como Wilton Pereira Sampaio e Bruno Arleu, que erraram de forma vergonhosa nos jogos de Flamengo e Atlético. Sampaio não deu uma penalidade clara em cima de Arrascaeta, no último lance de São Paulo x Flamengo, e Bruno Arleu anulou um gol legítimo de Cuellar e deixou de marcar uma penalidade para o time mineiro na partida contra o Palmeiras.
Esse negócio de traçar as linhas não me convence. Quem traça tais linhas é humano, torce para um time e pode muito bem mudar 1 milímetro para lá ou para cá para favorecer uma equipe e prejudicar a outra. A CBF diz que vai adotar o impedimento automático, mas a partir de março. Até lá, as equipes continuarão a ser prejudicadas, perdendo pontos por erros milimétricos.
Não vamos moralizar a arbitragem enquanto tivermos nomes como Wilton Pereira Sampaio, Ramon “Ajuda” Abel, Marcelo de Lima Henrique, Edna Batista, Raphael Klein e Rafael Klauss, só para citar os piores entre os considerados melhores do país. Realmente num país onde não se cumpre as leis, até que há uma coerência.
Pior é saber que os citados estão cotados para apitar na Copa do Mundo deste ano. É bom ter cuidado, pois aqui nos Estados Unidos, país sério, roubos são crimes que colocam o delinquente por décadas atrás das grades.
Além disso, há árbitros que não gostam de determinados times. Esse Wilton Pereira Sampaio só pode odiar o Flamengo. Todo jogo que ele apita do time carioca, prejudica o rubro-negro. É bom a gente dizer que o Flamengo não jogou absolutamente nada e não merecia vencer ou empatar, mas quem decidiu o placar foi o péssimo Sampaio. Já o Galo merecia ter vencido o Palmeiras, mas Bruno Arleu também não deixou.
A arbitragem brasileira é caso de polícia. Mas assim como o Supremo Tribunal Federal (STF) está desmoralizado perante a sociedade pelas denúncias contra alguns de seus ministros, principalmente no caso Master, não seria a CBF que faria algo diferente, já que notícias do site UOL dão conta de que “quem manda na entidade é Francisco Mendes, filho de Gilmar Mendes, e Gustavo Dias Henrique, vice-presidente”. O tal Samir Xaud seria apenas um “fantoche” nas mãos deles, ganhando R$ 400 mil mensais, viajando o mundo em primeira classe e ficando nos melhores hotéis do planeta. Quem não gostaria de ser “fantoche” assim?
Infelizmente, o Brasil é um país sem solução. A corrupção está em todos os setores da sociedade e no futebol não seria diferente.
Não se iludam com o hexa mundial. Carlo Ancelotti pode ter as melhores das intenções, mas quando a gente o assiste sendo recebido pelo ex-presidiário Lula, percebe que nada vai mudar.
Foi constrangedor vê-lo dizer que Ancelotti “deveria dirigir o Corinthians”. Será que o atual presidente não sabe que seu time tem um técnico que merece respeito?
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Não adianta, torcedor, a arbitragem no Brasil segue o mesmo caminho da política: é suja, sórdida e péssima. Não podemos dizer que é venal, pois não temos provas, mas que o torcedor desconfia, ah, disso não temos dúvidas.
