Uma nova expressão vem chamando a atenção de viajantes e usuários das redes sociais: o chamado “divórcio no aeroporto”. Apesar de o nome assustar, a tendência não tem relação com o fim de um casamento.

Simplesmente, o termo descreve a escolha diferente de casais, familiares ou amigos sobre como passar o tempo no aeroporto logo após o embarque, ou assim que chegam ao aeroporto. Cada um faz o que gosta.


A prática ficou popular porque reduz o estresse comum das viagens. Em vez de permanecerem juntos durante todo o percurso, cada pessoa escolhe como prefere aproveitar o tempo no terminal. Enquanto um visita lojas, faz compras ou explora opções gastronômicas, o outro pode descansar na sala VIP, ler um livro ou trabalhar até o horário do voo.


Segundo especialistas em comportamento, a proposta busca respeitar as diferenças individuais. Viajar pode ser uma experiência cansativa e, muitas vezes, gera conflitos por causa de horários, compras, alimentação ou, pasmem, como passar o tempo antes do embarque. Ao se separarem temporariamente, os viajantes evitam discussões e tornam a experiência mais agradável.


Precisa inventar um termo para uma coisa tão simples e corriqueira? Quantas pessoas já não fazem isso há décadas? Mas, nesse mundo em que as pessoas embarcam em tudo o que sai nas redes sociais, o conceito viralizou em plataformas como TikTok, Instagram e X (antigo Twitter), onde influenciadores compartilham vídeos mostrando como praticam o “airport divorce”. Muitos afirmam que essa pequena pausa fortalece o relacionamento, pois reduz a pressão de agradar o outro durante todo o processo de viagem.


Todo mundo já faz isso. Uns ficam sentados e outros batem perna, mas colocaram especialistas e psicólogos para falar sobre o termo. É para rir. E o mais engraçado é que a “tendência” está dividindo opiniões.

 

Alguns internautas consideram a ideia prática e saudável, defendendo que casais não precisam estar juntos em todos os momentos. Outros acreditam que viajar é justamente uma oportunidade para compartilhar experiências e que a separação diminui o espírito de companheirismo.


Psicólogos afirmam que não existe uma fórmula ideal. O importante é que o casal ou grupo converse previamente sobre suas expectativas e respeite os limites de cada pessoa. Para muitos, alguns minutos de independência antes do voo podem contribuir para uma convivência mais leve ao longo da viagem.


Outro ponto levantado por especialistas é que o “divórcio no aeroporto” exige organização. É essencial combinar o horário e o local de encontro antes do embarque, manter o celular acessível e acompanhar possíveis alterações no portão de embarque para evitar atrasos ou desencontros.


É muita falta do que falar e de coisas para se preocupar. Estão querendo inventar a roda. Realmente me pergunto onde esse mundo vai parar, se as preocupações ou debates ficarem em situações como essas. Será que só eu percebo o grau de imbecilidade?

 

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* Isabela Teixeira da Costa/Interina

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