Termina hoje a primeira parte do evento oficial da folia, que começou na quinta-feira, nos Jardins do Palácio das Artes. Com entrada gratuita, o Palco Aberto, uma iniciativa do Cefart (Centro de Formação Artística e Tecnológica da Fundação Clóvis Salgado), reúne artistas em formação e grandes nomes da música brasileira. Para o presidente da Fundação Clóvis Salgado, Sérgio Rodrigo Reis, abrir a programação do Carnaval da Liberdade com o Palco Aberto Cefart é uma honra para o Palácio das Artes. Também terá o Baile das Artes e uma apresentação do Sinfônica Pop, no dia 12. Hoje, encerrando a primeira etapa da programação terá o projeto Abre a Roda: Mulheres no Choro, a partir das 19h, seguido pela cantora e sambista Giselle Couto. A noite dedicada à valorização da música brasileira, também recebe o DJ Vini Brown.

 

Na Bahia


Lucinha Guedes e Eduardo Dolabela estão na Bahia com os amigos Andrea Dayrell e Maurício Gonçalves. Por sinal, toda a família de Andrea foi: os filhos Renata, Roberta e Mauricio Filho, genro, nora e o neto Guilherme. Segundo a vovó coruja, está sendo a viagem dos sonhos. Um bom momento de união, já que Mauricinho mora em São Paulo e Roberta, no exterior.


Prêmio Bstory


O Instituto de Longevidade MAG, atuante desde 2016, vence o Prêmio Bstory, na categoria “Instituições da Sociedade Civil” por suas iniciativas voltadas ao impacto social e o enfrentamento ao etarismo. O Instituto estuda os impactos do aumento da longevidade na população brasileira, e o gerente Antônio Leitão subiu ao palco representando a organização. O Instituto de Longevidade MAG é uma associação sem fins lucrativos de representação de pessoas idosas e aposentados idealizada pela MAG Seguros, cuja missão é discutir os impactos sociais e econômicos do aumento da expectativa de vida no Brasil, assim como auxiliar o cidadão brasileiro a garantir Longevidade Financeira em todas as fases da vida.

 

Em Paris

A bela, simpática e elegante Juliana Recoder foi comemorar seu aniversário em Paris, onde se encontrou com o amigo Milton Pedrosa. Além de um jantar bacana, a agenda teve uma passada estratégica na Fendi para algumas comprinhas.

 

Leilão de luxo


Para quem acha que moda é coisa fútil, teve leilão de vestidos Dior promovido por cliente fiel da marca, em Paris, com alguns modelos da linha de alta-costura. Um dos lances foi de 700 mil euros para um modelito do tempo em que John Galliano foi estilista da maison. E foram 130 peças leiloadas. Façam as contas. Mais que moda, a alta-costura virou investimento seguro.


MUSEU DAS MINAS E DO METAL


O Museu MM Gerdau divulgou sua programação de fevereiro. Em cartaz até maio de 2026, a exposição “Omar Franco 70//50 – 70 anos de vida e 50 anos de carreira” que celebra a trajetória do artista, com entrada gratuita. A agenda inclui a participação na 15ª Noite Mineira de Museus e Bibliotecas, dia 26, e a realização da Feira Multiverso, dia 28, das 10h às 17h, ação que marca o início do "Circuito de Brechós & Feira Multiverso", uma programação mais ampla voltada à valorização do artesanato, das práticas sustentáveis e da economia criativa, reforçando o papel do Museu como espaço de inovação cultural em Belo Horizonte.

Por aí...

 

O intenso ritmo de demolição de casas no tradicional bairro do Prado está causando transtornos para os moradores, destruindo a memória da cidade e forçando o deslocamento dos showrooms de moda ali instalados. O caso mais recente é um imenso desmonte ocupando quase meio quarteirão a partir das ruas Cura D’Ars e Brumadinho, até a rua Pompéia. Alguns showrooms estão mudando de bairro, outros, apenas de rua.

É o caso da marca Leviza que mudou e acaba de inaugurar novo espaço em uma
área maior e com arquitetura moderníssima. Fica ali pertinho. De quebra, lançou sua coleção Inverno 2026, que ficou muito bonita.

O estilista matogrossense Airon Martins levou sua marca Misci para o Rio, para uma loja em Ipanema. Um sonho do rapaz que é queridinho de celebs nacionais e internacionais. Uma aposta
alta, pois o varejo fashion carioca (quase sempre) não passa de uma miragem – ou
um pesadelo.

O anglicismo que orienta os jargões fashion invadiu até o Carnaval. As toucas de malhas vazadas ou tipo arrastão e enfeitadas com paetês e miçangas, agora são chamadas de headpieces. Isto é, um festivo acessório de cabeça em livre tradução momesca.

Na série sobre animais perigosos invadindo a cidade o caso mais incrível até agora, sem dúvida, foi o aparecimento de uma jiboia entre as engrenagens de um carro, no bairro Santa Tereza. Se
fosse uma cascavel a coisa teria ficado feia.

O Memorial do Bordado (MAO) acaba de receber algumas peças belíssimas doadas por família de bordadeira do interior de Minas. Um tesouro. O acervo com 13 mil peças, merece uma visita. A instituição foi fundada por Maria do Carmo Guimarães que luta pela preservação dessa arte. Funciona na rua Caldas, no bairro do Carmo.

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