As idas e vindas na gestão da Vivara continuam. Dez dias depois de anunciar a volta do fundador Nelson Kaufman ao cargo de presidente, a rede de joalherias decidiu cancelar a decisão. Kaufman informou que renunciou ao cargo de CEO, passando a desempenhar agora a função de presidente do conselho de administração da empresa. Com isso, a Vivara será comandada por Otavio Chacon do Amaral Lyra, que continuará a exercer, de forma interina, os cargos de diretor financeiro e de relações com investidores. O que explica o movimento? Para analistas que acompanham a empresa, trata-se sobretudo de uma correção de rota. Após o atabalhoado retorno de Kaufman ao comando da joalheria, o valor das ações da Vivara listadas na bolsa brasileira desabou. O mercado não havia engolido o fato de uma gestão bem-sucedida ser substituída de forma abrupta. Com a mexida no time de comando, a expectativa é resgatar a reputação da companhia.

Fiemg defende urgência no andamento da Reforma Tributária

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais vê com preocupação a possibilidade de a regulamentação da Reforma Tributária não ser votada em 2024. Para o presidente da entidade, Flávio Roscoe, o governo deveria priorizar o envio das leis complementares que vão regulamentar a reforma e dar andamento à proposta. “O Brasil não pode mais esperar”, afirma Roscoe. “Precisamos reduzir o tamanho do Estado, torná-lo mais produtivo e capaz de atender às demandas e necessidades da população.”

Salário das mulheres é 19% inferior ao de homens

A intolerável desigualdade salarial entre homens e mulheres permanece alta no Brasil. Segundo a primeira edição do Relatório Nacional de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, elaborado pelo Ministério do Trabalho, elas recebem 19% menos que eles, mesmo ocupando a mesma função. A diferença de remuneração aumenta a depender do cargo – nos postos de gerência, é de 25%. Pouco tem sido feito para mudar o quadro. Só 33% das empresas têm políticas de incentivo à contratação de mulheres.

Gol teve prejuízo de US$ 135 milhões em janeiro

Dados preliminares repassados pela Gol à Justiça dos Estados Unidos mostram uma situação ainda difícil para a empresa. Em janeiro, a companhia aérea brasileira teve prejuízo líquido de US$ 135 milhões e sua dívida totalizava R$ 20,2 bilhões. Os números fazem parte do relatório operacional que a Gol precisa apresentar, todos os meses, no âmbito do seu processo de recuperação judicial em andamento nos Estados Unidos. A companhia entrou com pedido de RJ no país no início do ano.

“Desejo a vocês amplas doses de dor e sofrimento”

Jensen Huang
Cofundador e presidente da fabricante americana de chips Nvidia, em palestra feita a alunos da Universidade Stanford, da Califórnia. Segundo ele, o enfrentamento de dificuldades forja profissionais melhores


Rapidinhas

  • A Oxygea, braço de Venture Capital da petroquímica Braskem, abriu inscrições para o seu segundo programa de aceleração de startups. A ideia é atrair bons projetos ligados à economia de baixo carbono, além de iniciativas voltadas para a transformação digital. Na primeira edição do programa, três startups foram selecionadas para receber investimentos.
  • A Aena Brasil, concessionária de origem espanhola que administra o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, investirá R$ 2 bilhões na modernização do local. Com a mudança, o aeroporto ampliará a capacidade de passageiros dos atuais 22 milhões por ano para 29,5 milhões. Congonhas é o segundo maior terminal aéreo do país.
  • As empresas listadas na B3, a bolsa de valores de São Paulo, pagaram R$ 76,6 bilhões em proventos no primeiro trimestre de 2024. Segundo levantamento da plataforma Meu Dividendo, é o maior valor da história para o período. Mais uma vez, a Petrobras foi a campeã no pagamento dos recursos, com R$ 17,8 bilhões distribuídos.
  • A Votorantim Cimentos prepara um dos maiores ciclos de investimentos de sua história. Nos próximos 5 anos, pretende desembolsar R$ 10 bilhões em suas operações no Brasil e no exterior. De acordo com a empresa, os valores serão destinados para projetos de descarbonização de suas atividades industriais.
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