Conteúdo para Assinantes

Continue lendo ilimitado o conteúdo para assinantes do Estado de Minas Digital no seu computador e smartphone.

price

Estado de Minas Digital

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Utilizamos tecnologia e segurança do Google para fazer a assinatura.

Assine agora o Estado de Minas digital por R$ 9,90/mês. Experimente 15 dias grátis >>

Estado de Minas

Navio do asfalto

Com dimensões avantajadas, motocicleta tem assistente elétrico para auxiliar as manobras, motor de dois cilindros em V e pacote de comodidades para viagens


postado em 22/06/2019 04:11

(foto: Yamaha/Divulgação)
(foto: Yamaha/Divulgação)

Lançada em 2017, a Yamaha Star Venture Transcontinental ganha sua primeira atualização, apenas nos detalhes, já como modelo 2020. Projetada inicialmente para o mercado americano, a motocicleta segue os padrões ianques de estilo e volume das grandes estradeiras, com muita mordomia, espaço, eletrônica e conforto para longas viagens, incluindo o passageiro. O motor também segue esta receita. Um enorme e veterano dois cilindros em V, herdado da linha Star, tipo OHV (com quatro válvulas por cilindro, acionadas por varetas), com 1.854cm³ de cilindrada e duas velas por cilindro.
A refrigeração é a clássica a ar, auxiliada com radiador de óleo. O torque é de 14,7kgfm, o que garante vigorosas retomadas de velocidade e economia nas trocas de marcha. Mesmo assim, o câmbio tem seis velocidades, com embreagem assistida e deslizante e transmissão final por correia. Para controlar a força, o acelerador eletrônico tem um dispositivo que deixa as respostas mais rápidas ou mais progressivas (YCCT), funcionando como uma espécie de modo de pilotagem com as opções Sport e Touring, além do controle de tração.

MANOBRAS Na hora de manobrar os obesos 434 quilos da Star Venture, um inédito sistema funciona como um “flanelinha mecânico”. O Sure-Park, algo como “estacionamento certo”, traz um motor elétrico, com comandos ao alcance dos dedos, que movimenta a moto em baixa velocidade tanto para trás quanto para a frente, poupando o fôlego e os músculos das pernas do piloto. Para dar conta da demanda extra de energia, o sistema elétrico foi reforçado, incluindo um alternador de maior capacidade.
A parte elétrica também precisa dar conta de várias mordomias, como o sistema de som e entretenimento, com tela tátil de sete polegadas, comando de voz, Bluetooth e tomada USB, bancos e manoplas aquecidas e para-brisa regulável. A versão Transcontinental conta ainda com sistema de navegação por satélite, rádio CB (para comunicação de longa distância), caixas de som adicionais com duas zonas (piloto e garupa), para selecionar músicas ou atender aos celulares de forma distinta, além de intercomunicador, chave inteligente, alarme e comandos para o passageiro também acessar o sistema.

VISUAL O volume e o manequim GG são reforçados pela carenagem dianteira, com inspiração no design dos exagerados e musculosos carrões ianques com motores V8 das décadas de 1960 e 1970. O conjunto óptico tem quatro faróis e outros dois auxiliares. Na traseira, uma profusão de luzes com quatro conjuntos de lanternas estão distribuídas nas malas e rabeta. Os LEDs também estão presentes nas setas, incorporadas aos retrovisores. As malas, com capacidade somada de 172 litros, também contam com abertura por controle remoto.
A ergonomia agradece pelas plataformas para os pés e banco ajustável em altura. Para as estradas, a Star Venture conta com piloto automático e tanque de combustível de 25 litros. O quadro tem componentes em aço e alumínio. A suspensão dianteira, convencional, tem 46mm de diâmetro e 130mm de curso. A traseira, mono, tem 109mm de curso. Os freios, com duplo disco de 298mm na dianteira, têm sistema ABS e distribuição de frenagem. O disco simples na traseira é maior, com 320mm, para suportar maior capacidade de carga.



Publicidade