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Estado de Minas

'Não consigo me calar'


postado em 23/06/2019 04:09

Kim (Monica Iozzi) e Virgínia (Paolla Oliveira) contracenam em A dona do pedaço, na Globo(foto: João Miguel Júnior/Globo)
Kim (Monica Iozzi) e Virgínia (Paolla Oliveira) contracenam em A dona do pedaço, na Globo (foto: João Miguel Júnior/Globo)


Toda vez que Monica Iozzi entra em cena, chama a atenção como a Kim de A dona do pedaço, na Globo. Seja por conta do cabelo louro platinado ou pela atuação, a atriz se destaca nas cenas em que a personagem está com Vivi (Paolla Oliveira) ou Josiane (Agatha Moreira). E também pela forma obcecada como se relaciona com Márcio (Anderson Di Rizzi). Nesta entrevista, a atriz de 37 anos comenta a mudança radical no visual para o papel e revela se acha que as louras são mais fatais. Fala ainda sobre o desejo de voltar a ser apresentadora e se já pensou em se candidatar a algum cargo político, pois sempre se posiciona publicamente sobre questões sociais.

Você ficou loura para A dona do pedaço. Acha que as louras são mesmo mais fatais?
Prefiro as morenas. Mas, brincadeiras à parte, tem uma coisa que achei interessante: quando fui tingir o cabelo, era a única morena do salão. Isso me chamou um pouco a atenção. É uma coisa do Brasil! Isso me fez pensar também que relação é essa que as mulheres brasileiras têm com essa coisa nórdica. Comecei a reparar nisso e acho que chama mais a atenção. Fazia muito tempo que não ouvia um "psiu" na rua e, agora, está quase insuportável. Outro dia, um moço parou o carro e falou: "Ô, loura!". Morena nunca tinha acontecido uma cena dessas. Bonita eu sempre fui. Mas, agora, chamo a atenção de outro jeito. É uma loucura!

Pensa em voltar a apresentar um programa?
Sim! Sempre pensei em voltar a apresentar. Mas tem de ser uma coisa que tenha a minha cara. No Vídeo show, a gente brincava muito com um conteúdo que já existia há 30 anos. Quando eu fizer um programa de novo, será para falar de coisas que são importantes para mim. Acho que não vai demorar.

Os "haters" deram uma trégua nas redes sociais?
Está tão tranquilo! Você pode não se colocar, pois é uma escolha sua, mas eu não consigo. Se fosse professora, maquiadora, uma pessoa com milhões de seguidores ou com 10, falaria as mesmas coisas. Realmente, não consigo me calar. Tenho um interesse grande pela vida em sociedade e por política.

Já pensou em se candidatar?
Não. Acho que o meu papel é como artista. Como comunicadora, dá para fazer bastante coisa. Admiro muita gente que vai fazer política, porque a engrenagem é viciada há muitos anos. É fácil falar que nenhum presta, mas tem muita gente boa ali, que são verdadeiros heróis. Eu, pelo menos por enquanto, acho que não tenho essa pretensão para os próximos anos. (Estadão Conteúdo)


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