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Estado de Minas ANTáRTICA

Prepare-se para embarcar

Destino inóspito requer planejamento para que a experiência na região seja inesquecível


postado em 15/10/2019 04:00

(foto: Istock/divulgação)
(foto: Istock/divulgação)

 
Explorar a Antártica é o sonho de muitos viajantes. No entanto, por ser um local inóspito, esse é um destino que exige planejamento para que a viagem seja uma experiência inesquecível. André Pereira, especialista no roteiro e diretor da Nova Operadora, destaca dicas para se preparar para a viagem, que promete surpreender em todos os detalhes.
 
A temporada de cruzeiros para a Antártica, no verão do hemisfério Norte, ocorre entre outubro e abril. Algumas das saídas ocorrem entre outubro e dezembro, quando os icebergs são maiores e mais majestosos. Já na segunda metade, de janeiro a abril, os grupos de animais são mais numerosos, mas independentemente do início ou fim de temporada, é possível ver geleiras, icebergs, colônias de fauna, estações científicas e militares e ruínas de estações baleeiras.
 
Que tipo de roupa levar? Essa é uma dúvida frequente entre os viajantes. Para permanecer no navio, como todos os ambientes internos são aclimatizados, é indicado levar roupas confortáveis, como camisas de manga comprida, calça jeans longa e sapatos confortáveis. “O ambiente é bem informal e convidativo ao conforto, não exigindo trajes finos para nenhuma circunstância. Para as áreas abertas do navio, blusas e agasalhos são indicados no inverno, além de acessórios, como calça do tipo legging por baixo, luvas e gorros”, afirma André Pereira.
 
Já para os desembarques, roupas esportivas de frio são indispensáveis. “Calçados para caminhada não são necessários, pois botas especificas (e bem confortáveis) são disponibilizadas (uso obrigatório), assim como uma jaqueta especialmente desenhada para o ambiente são oferecidas aos passageiros, o que se torna um suvenir mais do que especial.”
 
Na Antártica, visitam-se em geral quatro pontos distintos:
– Grupos de fauna. Desembarques visitando colônias de pinguins, elefantes marinhos, focas-leopardo, entre outros. Além da observação constante de baleias a partir de vários pontos.
 
– Estações científicas e militares. De acordo com o itinerário e disponibilidade, visitam-se estações científicas de países diferentes, podendo conversar e consumir um bom café com seus integrantes em um ambiente de muita descontração e curiosidade.
 
– Paisagens. Galerias, glaciares, montanhas e icebergs são alguns dos principais itens que compõem a paisagem da Antártica, pois são únicos em suas formações, tamanhos e exuberância.
 
– Estações baleeiras. Antigas estações científicas abandonadas representam a parte mais arqueológica e cultural da jornada. Os turistas têm acesso aos vestígios do passado, com a explicação dos guias locais. É uma verdadeira viagem a uma era em que a caça às baleias era constante, pois o óleo extraído delas era o petróleo do mundo pré-industrialização, um legado para a humanidade.

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