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Estado de Minas

O preferido dos turistas


postado em 19/02/2019 05:07

De origem havaiana, a prática de stand up paddle se espalhou para o mundo(foto: Jewel SAMAD/AFP )
De origem havaiana, a prática de stand up paddle se espalhou para o mundo (foto: Jewel SAMAD/AFP )

Oahu é o Havaí como nós conhecemos. A terceira maior ilha do arquipélago abriga Honolulu, a capital, a Praia de Waikiki, centro da vida social; as famosas praias da costa norte, que servem de cenário para uma das etapas do Circuito Mundial de Surfe; e a Base Naval de Pearl Harbour, que foi atacada pelos japoneses na Segunda Guerra e levou os Estados Unidos a entrarem definitivamente no conflito.


A ilha tem 1,54 mil quilômetros quadrados, pouco menos de um terço do Distrito Federal. Abriga um milhão de habitantes, o que faz dela a mais populosa, com dois terços das pessoas que vivem no estado norte-americano. Ainda assim, grande parte do espaço é coberto por vegetação natural ou fazendas, que produzem frutas tropicais, principalmente o abacaxi. Logo que sai do avião, o turista percebe que está nos trópicos. A caminho de pegar a bagagem, passa-se por um corredor completamente aberto, ao lado de um jardim japonês com uma imensa figueira.


A ilha é servida por boas estradas, o que favorece o viajante que pretende alugar um carro. Na parte Sul, onde fica Honolulu, há uma grande via expressa que permite chegar rapidamente a vários lugares. Mas é preciso usar um navegador. A sinalização é aparentemente benfeita, mas desaparece justamente quando mais se precisa dela.


Imperdível visitar Pearl Harbour. Lá se avista o USS Arizona, que sofreu o ataque dos japoneses em 1941, quase completamente submerso, exceto pelos canhões superiores.


Dali ao Norte da ilha é um percurso rápido, de pouco mais de meia hora, a maior parte em uma via expressa que vai até o meio do território. Atravessam-se várias plantações. Em uma delas, é possível parar em um grande centro de visitantes que vende produtos locais, incluindo chocolate com cacau local e café. Nas praias do Norte, o mar é agitado. Mas, em geral, não é possível ver ondas gigantes. A melhor época vai de dezembro a fevereiro, mas as maiores ondas surgem de certa forma longe da praia. É preciso acessá-las por meio de pranchas ou jet-skis.


Não só na natureza, porém, estão os encantos da parte menos habitada. A primeira das praias de quem chega de Honolulu é a da cidezinha histórica de Hale’iwa, com lojas, restaurantes, galerias de arte e uma feira no sábado com apresentações de música e dança. Uma das formas de se refrescar é a famosa raspadinha, tão conhecida dos brasileiros: gelo picado com suco. Há filas para se conseguir uma.


Waikiki é o lugar mais cosmopolita de Honolulu e do arquipélago, uma Copacabana mais organizada e sofisticada. Há poucas opções de hotéis baratos. É bom contar com desembolso de US$ 300 por noite. Os grandes hotéis têm bares que encostam na praia. Mas também é possível dar um mergulho e tomar uma chuveirada na praça pública.


As opções de alimentação são bem variadas, e incluem muitos restaurantes asiáticos. Japoneses e coreanos lotam os hotéis — costumam ir para lá em lua de mel. E, quando estão lá, querem mesmo é comer a boa comida com que estão acostumados. Mas os brasileiros também podem se sentir em casa. Em busca de panquecas para começar o dia, parei em um café. A garçonete disse, simpática: “Infelizmente, não tem. Mas posso te trazer um excelente açaí”.


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