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Estado de Minas

Animadoras robóticas dançam para promover empresa no Japão


postado em 25/09/2014 10:12 / atualizado em 25/09/2014 11:13

Dançarinas formaram uma fila indiana, uma pirâmide, giraram sobre si mesmas e ajustaram continuamente seus movimentos para evitar a queda(foto: REUTERS/Yuya Shino)
Dançarinas formaram uma fila indiana, uma pirâmide, giraram sobre si mesmas e ajustaram continuamente seus movimentos para evitar a queda (foto: REUTERS/Yuya Shino)

TÓQUIO - Um grupo de animadoras-robô perfeitamente sincronizadas apresentaram nesta quinta-feira em Tóquio um breve espetáculo para demonstrar a precisão dos componentes eletrônicos das empresas que as criaram.

As "cheerleaders" da Murata Manufacturing, com curtos vestidos vermelhos, são criaturas meramente promocionais que nunca estarão à venda e que não têm nenhuma outra utilidade.

"Com estes robôs só queremos demonstrar que a eletrônica tem boa utilização e é algo divertido", destacou Yuichi Kojima, diretor adjunto da Murata, uma companhia que conta com 48.000 funcionários e fabrica há 70 anos diferentes tipos de chips, condensadores e outros componentes.

Estas animadoras só se apresentam para mostrar para que servem seus diferentes elementos eletrônicos, cujo aspecto não diz nada e cujo funcionamento é difícil de explicar.
Robôs fazem movimentos com muito sincronismo e seguindo o ritmo da música(foto: REUTERS/Yuya Shino)
Robôs fazem movimentos com muito sincronismo e seguindo o ritmo da música (foto: REUTERS/Yuya Shino)

Ao ritmo da música, as dez dançarinas formaram uma fila indiana, uma pirâmide, giraram sobre si mesmas e ajustaram continuamente seus movimentos para evitar a queda.

Segundo Kojima, uma das grandes dificuldades para a criação destas animadoras foi conseguir com que suas três principais atitudes - estabilidade, sincronização e comunicação - tivessem o mesmo nível de confiabilidade e resultados.

Para os engenheiros da Murata é mais motivador testar as tecnologias com diferentes robôs que com equipamentos experimentais. Além disso, "isso nos ajuda a contratar pessoal", acrescentou Kojima

 

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