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Estado de Minas

Um show de fotos

Não basta fotografar, tem que editar. Internet oferece programas rápidos e fáceis de usar


postado em 25/12/2008 09:56 / atualizado em 08/01/2010 03:54

Tem gente que gasta uma fortuna ao planejar aquela viagem dos sonhos durante um mês pela Europa e esquece de uma coisa básica. Como armazenar as 200 fotos da Torre Eiffel, as mil fotos de Veneza e, de quebra, ainda garantir espaço para os registros de última hora dos Alpes Suíços vistos de cima, no avião, na volta para o Brasil? Por favor, não cometa a loucura de trabalhar com uma resolução muito baixa para ganhar espaço. Pois, se depois quiser ampliar as fotos para dar de presente para a tia ou o chefe, vai morrer de raiva.

Fácil, então. Basta ter um drive externo. Ops, mas ele custa mais que a própria máquina e você quer é torrar o dinheiro da viagem em compras na Harrods. Tá bom! Existem soluções mais baratas. Uma delas é comprar mais cartões de memória com 2 a 4 gigabites de espaço. A outra é levar um pen drive de 8 a 16Gb na bolsa. Basta ir até uma lan house e transferir as fotos para eles. E se a grana ficar mais curta ainda, pois, você inventou de beber todas em Berlim, aí só tem uma solução: pedir para o funcionário da lan house gravar um CD ou DVD para você.

Garantida esta parte, quando chegar ao Brasil é hora de editar as fotos e, se possível, bolar uma apresentação que seja divertida. Afinal, a pior coisa quando alguém chega de viagem é querer mostrar as 5.893 fotos que tirou. Ninguém merece. Com tantos editores legais na internet não há por que fazer tanta maldade com os seus amigos! Vamos ser francos, é um porre ver pela trigésima vez a mesma foto do passarinho sem foco que você registrou na praia de Búzios. Edite, selecione o que você fez de melhor. Descarte as repetidas e elimine as totalmente desfocadas. (Veja os melhores sites no quadro ao lado).

UM CLIQUE A MAIS

Indispensáveis em viagens, as câmeras digitais se mostram cada vez mais eficientes. Depois de disputarem espaço para ver quem apresentava o maior número de megapixels, a corrida entre os fabricantes agora é para ver quem oferece mais qualidade em outros quesitos. Um deles é o zoom óptico. Para quem ainda não domina o segmento profissional, mas quer uma máquina com recursos além dos existentes em uma básica, uma boa alternativa podem ser os modelos intermediários, que oferecem alcance de até 18x.

Mas se a intenção for ficar com um equipamento compacto, é bom ficar atento a aspectos fundamentais para não errar na compra. Um deles é o próprio zoom: dê preferência aos modelos que ofereçam mais de 3x. Outro recurso importante para o usuário doméstico é o de estabilização de imagem, que – se não elimina – minimiza os tremores habituais em fotos. Outro requisito fundamental são os cartões de memória. Enquanto as máquinas profissionais utilizam o padrão CompactFlash, a maioria das amadoras (com exceção da Sony que adota o Memory Stick) usa o padrão MMC/SD/SDHC. (Veja Programas espertos)

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