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Estado de Minas

Com Tandara de volta, Seleção estreia com vitória


postado em 02/08/2019 04:07

A oposta Tandara ficou cinco meses e meio parada e voltou ontem atuando como ponteira por causa da ausência de Natália(foto: FIVB/Divulgação)
A oposta Tandara ficou cinco meses e meio parada e voltou ontem atuando como ponteira por causa da ausência de Natália (foto: FIVB/Divulgação)
O Brasil estreou bem no Grupo D do Torneio Pré-Olímpico de Vôlei Feminino, disputado no Ginásio Sabiazinho, em Uberlândia. Venceu Camarões com extrema facilidade por 3 a 0 (25/14, 25/13 e 25/16). Hoje, enfrentará o Azerbaidjão – que perdeu para as dominicanas por 3 a 0 (25/15, 25/22 e 25/18) –, às 14h15. O segundo jogo desta sexta-feira será às 16h45, República Dominicana x Camarões.

Mesmo sem realizar seu desejo de contar com Tandara, Gabi e Natália na mesma equipe, uma vez que esta última ainda não está totalmente recuperada de lesão leve na panturrilha direita, o técnico José Roberto Guimarães se mostrou satisfeito com a atuação da Seleção Brasileira na vitória de ontem. “O time teve um bom comportamento, explorando bem o saque, além de um ótimo desempenho da defesa.”

O planejamento de Zé Roberto era usar Tandara como oposta e Gabi e Natália como pontas. Mas sem Natália, o treinador optou por escalar Lorrene, de apenas 23 anos, como oposta, colocando Tandara numa das pontas. “Foi bastante satisfatório” disse o treinador. Para ele, Tandara precisa de ritmo de jogo, uma vez que ela estava há muito tempo sem jogar por causa de uma lesão no tornozelo esquerdo – a jogadora se contundiu em novembro, na China.

A levantadora Macris foi um dos destaques do time brasileiro. “Foi muito importante a atuação de hoje, pois mostramos consistência. Mostramos a força do grupo. O time foi mexido em relação ao que disputou a Liga das Nações, mas mostramos que estamos tendo uma adaptação confortável”, disse a jogadora do Minas sobre a entrada de Tandara.

A oposta, improvisada de ponteira, lembrou que não é a primeira vez que atua nessa posição e que acha importante, mesmo, é estar jogando. “Estou sentindo, ainda, falta de ritmo. Mas estou feliz. Senti antes desse jogo um friozinho na barriga, como se ainda estivesse vestindo a camiseta da Seleção Brasileira pela primeira vez. Jogar de ponta é um desafio. Mas vale a pena.”

Tandara lembrou ainda os cinco meses e meio parada. “Foi um tempo difícil. A recomendação era para que fizesse uma cirurgia, mas eu descartei isso. Acho que fiz a opção certa e hoje (ontem) pude estar em quadra. Muito feliz por jogar e pelo resultado. Vamos atrás do objetivo, a classificação para Tóquio. Quero estar lá.”


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