Publicidade

Estado de Minas

Favoritismo no handebol


postado em 26/07/2019 04:10

Chance de pódio: a mineira Ana Sátila é um dos destaques na canoagem(foto: Rodrigo Clemente/EM/D.A Press - 8/8/16)
Chance de pódio: a mineira Ana Sátila é um dos destaques na canoagem (foto: Rodrigo Clemente/EM/D.A Press - 8/8/16)


Além do handebol, o Brasil chega com boas chances de medalha no polo aquático, embora a Seleção Brasileira masculina tenha sido eliminada na semana passada no Mundial de Esportes Aquáticos da Coreia do Sul com três derrotas em três jogos na fase de grupos. Enquanto os homens terão os EUA como rivais mais duros, o time feminino precisará ficar de olho em Canadá e Cuba, já que as americanas garantiram com antecedência a vaga nos Jogos de Tóquio’2020.

O atletismo é outra esperança de destaque. Serão 48 atletas (24 homens e 24 mulheres), a maior equipe verde-amarela. É a modalidade na qual o Brasil conquistou o maior número de ouros em Pan-Americanos: 57 até Toronto. Na Ginástica masculina há grande expectativa com relação a Arthur Zanetti, com o ouro olímpico nas argolas em 2012 e a prata em 2016. No nado sincronizado, sem Maria Clara Lobo, flagrada no doping, a aposta é em Laura Micucci, de 18 anos, que brilhou entre 2017 e 2018.

Na canoagem, o astro é o campeão mundial Isaquias Queiroz (duas pratas e um bronze na Rio’2016). Na natação, a projeção é superior a uma dezena de pódios. Irão nomes tradicionais, como Marcelo Chierighini, Bruno Fratus e Etienne Medeiros. E, em águas abertas, Ana Marcela Cunha, maior vencedora da história da maratona aquática em Mundiais, com 11 medalhas (5 ouros). Outra chance de medalhas tanto no masculino como no feminino é o tênis de mesa, com Hugo Calderano e Bruna Takahashi. Há favoritismo ainda no ciclismo, com Henrique Avancini.

Não são poucos os atletas que disputaram a Rio’2016 que estarão em Lima. Serão 109, entre eles astros como o cubano Mijaín López, ouro na luta greco-romana nas três últimas edições olímpicas, o nadador norte-americano Nathan Adrian, que tem oito pódios (cinco ouros), e a velocista jamaicana Shelly-Ann Fraser-Pryce, com três títulos.

CAMPEÕES O Brasil terá seis campeões olímpicos: Arthur Zanetti (ginástica artística), Martine Grael e Kahena Kunze (vela), Thiago Braz (salto com vara, atletismo), Rafaela Silva (judô) e Eder Carbonera (vôlei de quadra). E também outros que foram ao pódio na Rio’2016, como Isaquias Queiroz e Erlon Souza (canoagem velocidade), Arthur Nory (ginástica artística), o mineiro Maicon Andrade (tae kwon do) e Mayra Aguiar (judô).

Mineiros no peru
(29 competidores)
Atleta Naturalidade   Modalidade
Alice Hellen Gomes Ouro Preto Ginástica de trampolim
Ana Sátila Vargas Iturama Canoagem slalom
Anderson Ezequiel Varginha Ciclismo BMX
Angelo Moreira Belo Horizonte Luta greco-romana
Bruna de Paula Campestre Handebol
Bruno Soares Costa Belo Horizonte Boliche
Camila Lins Melo Belo Horizonte Natação
Giovana Stephan Itaú de Minas Nado artístico
Guilherme Müller Monte Sião Ciclismo MTB
Ícaro Miguel Belo Horizonte Tae kwon do
Jaqueline Anastácio Varginha Handebol
Jaqueline Mourão Belo Horizonte Ciclismo MTB
João Menezes Uberaba Tênis
Kácio Freitas Leopoldina Ciclismo pista
Larissa Oliveira Juiz de Fora Natação
Lorrane Ferreira Belo Horizonte Natação
Maicon Andrade Belo Horizonte Tae kwon do
Marco Túlio Machado Viçosa Levantamento de peso
Mariana Nicolau São J. dos Campos Rúgbi
Miguel Leite Valente Belo Horizonte Natação
Núbia A.da Soares Lagoa da Prata Atletismo
Omira Estácia Iturama Canoagem slalom
Raiany Fidelis Belo Horizonte Tae kwon do
Rayan Victor Belo Horizonte Ginástica de trampolim
Tatiele R. Carvalho Poços de Caldas Atletismo
Thaís Moura Belo Horizonte Tiro esportivo
Thiagus Petrus Juiz de Fora Handebol
Uncas Tales Belo Horizonte Remo
Vinicius Lanza Belo Horizonte Natação


Publicidade