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Em busca de ânimo

Depois de uma semana complicada dentro e fora de campo, Atlético vai a Chapecó com reservas atrás de vitória que levante o astral do grupo


postado em 14/07/2019 04:07

Ricardo Oliveira vai comandar o ataque alvinegro na Arena Condá hoje, contra a Chapecoense(foto: Bruno Cantini/Atlético)
Ricardo Oliveira vai comandar o ataque alvinegro na Arena Condá hoje, contra a Chapecoense (foto: Bruno Cantini/Atlético)

 

Os últimos dias do Atlético têm sido difíceis. Além da derrota por 3 a 0 no clássico diante do Cruzeiro, pela Copa do Brasil, o clube foi surpreendido com o drama do volante Adílson, titular da equipe, que terá de deixar os gramados em virtude de sério problema cardíaco. Em meio aos abalos emocionais, o Galo escala os reservas diante da Chapecoense hoje, às 19h, na Arena Condá, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro. Um resultado positivo em Santa Catarina contribuiria para apagar a decepção no clássico e daria injeção de ânimo ao grupo na luta pela difícil classificação no jogo de volta contra o Cruzeiro, quarta-feira, no Horto.


A notícia envolvendo Adílson mexeu com ambiente do clube. Titular da posição desde 2016, o volante estava prestes a completar 100 jogos pelo Galo e marcou dois gols. Com contrato até dezembro de 2020, o ex-jogador vai se dedicar ao tratamento a partir de agora a fim de evitar novos sustos. Ele continuará no clube auxiliando na preparação diária dos jogadores na Cidade do Galo – a função ainda vai ser definida pela diretoria.
O diretor de futebol Rui Costa espera que o ex-volante se sinta confortável no Galo depois de deixar os gramados: “Ele vai experimentar na nova fase situações que possam deixá-lo conosco e que possam fazê-lo perceber se ele ficará na comissão técnica, se fará um curso de gestão, se vai querer trabalhar comigo ou ficar no meu lugar. O que não abrimos mão é do Adílson no dia a dia”.


Em meio à notícia triste, o Galo espera voltar de Chapecó com três pontos na bagagem. Neste Brasileiro, a equipe obteve vitórias fora de casa contra Vasco (2 a 1) e Ceará (2 a 1), fator fundamental para que a equipe esteja próxima dos líderes do Brasileiro. O discurso do clube é de que o time alvinegro não desistirá da Copa do Brasil, ainda focará em ficar na parte de cima do Campeonato Brasileiro e brigará para ir o mais longe possível na Copa Sul-Americana – encara o Botafogo no mata-mata neste mês, valendo vaga nas quartas de final.


O certo é que Rodrigo Santana terá de trabalhar muito o emocional dos jogadores, mesmo que o Galo entre com formação reserva. A derrota no clássico não estava nos planos da comissão técnica, que esperava um rendimento melhor e digno no jogo eliminatório pela Copa do Brasil, competição cujo campeão recebe mais de R$ 50 milhões.

EXPERIENTES

Por isso, a aposta nesta noite é de que a formação com muitos atletas experientes possa dar conta do recado. O Galo terá o capitão Leonardo Silva, de 40 anos – de volta depois de incômodo na coxa direita – e o atacante Ricardo Oliveira, de 39, que perdeu espaço entre os titulares para o prata da casa Alerrandro, de 19. A comissão técnica vai observar possíveis reforços que poderão atuar no clássico da semana que vem, casos dos armadores Geuvânio e Otero. Quem tem estreia marcada são os gringos, o lateral uruguaio Hernández e o volante paraguaio Martínez.

O ADVERSÁRIO

Eliminada nas competições de mata-mata da temporada, a Chapecoense se dedicará ao Brasileiro. Sob o comando de Ney Franco, a equipe tenta deixar a zona de rebaixamento e se firmar de vez na zona intermediária, podendo lutar por vaga na Sul-Americana.


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