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Ninguém para os EUA


postado em 03/07/2019 04:09

Os EUA confirmaram o favoritismo e venceram as inglesas por 2 a 1(foto: Jean-Pierre Clatot/AFP)
Os EUA confirmaram o favoritismo e venceram as inglesas por 2 a 1 (foto: Jean-Pierre Clatot/AFP)


Teve pênalti perdido, gol anulado, expulsão, artilheira comemorando aniversário com gol e emoção de sobra em uma semifinal digna de Copa do Mundo. Mas, no fim das contas, prevaleceram a força e o favoritismo dos Estados Unidos, que chegaram à terceira decisão de Mundial consecutiva ao vencer a Inglaterra por 2 a 1, ontem, em Lyon. Donas da melhor campanha da competição, as norte-americanas tentarão o tetracampeonato mundial no domingo, novamente em Lyon, contra quem passar do duelo de hoje entre Holanda e Suécia.

O triunfo dos Estados Unidos foi comandado especialmente por três atletas: a goleira Naeher e as atacantes Christen Press e Alex Morgan. A camisa 1 se transformou em heroína ao defender um pênalti cobrado pela capitã Houghton na reta final do segundo tempo, quando o placar já estava 2 a 1 a favor das americanas. Surpresa na escalação, Press abriu o caminho da vitória na etapa inicial. Ela ocupou o lugar de Rapinoe, uma das artilheiras da competição, que ficou no banco de reservas, embora tenha sido destaque no triunfo sobre a França, ao marcar dois gols. Após a partida diante das francesas, a jogadora, ativista LGBT, fez críticas contundentes ao presidente dos EUA, Donald Trump. Sobre a ausência de ontem, ela alegou que sentiu dor na coxa esquerda.

Alex Morgan também viveu momento especial. No dia em que completou 30 anos, a camisa 13 recebeu a braçadeira de capitã e marcou seu sexto gol na Copa do Mundo, de cabeça, se mantendo na briga pela artilharia. Na comemoração, ela provocou as inglesas ao fingir tomar um chá (uma tradição do país europeu). “Todas as atletas jogaram bem. As reservas entraram no segundo tempo e fizeram sua parte também. No fim, nossas adversárias partiram para o ataque e fomos obrigadas a nos fechar na defesa para consolidar a vitória. Estamos muito orgulhosas desse feito”, afirma a atacante, campeã mundial com as norte-americanas em 2015, no Canadá.

O único gol da Inglaterra foi marcado pela atacante White, uma das surpresas da competição e que, como Morgan, fez seis gols na competição. Ela poderia ter marcado o segundo na etapa complementar, mas a árbitra brasileira Edna Alves invalidou o lance ao alegar corretamente impedimento da jogadora. Na reta final, a zagueira Bright levou o cartão vermelho por falta violenta em Morgan, deixando as inglesas com 10 atletas até o fim.

OUTRA SEMIFINAL A seleção que tentará desbancar as norte-americanas sairá do duelo de azarões entre Holanda e Suécia, hoje, às 16h, em Lyon. A Laranja Mecânica confirmou o favoritismo na fase anterior e conquistou boa vitória sobre a Itália por 2 a 0. Já as suecas tiveram vida mais complicada, mas chegam fortalecidas às semifinais. As escandinavas bateram o forte Canadá por 2 a 0 nas oitavas e eliminaram uma das candidatas ao título, a Alemanha, por 2 a 1, no fim de semana. Na história da Copa do Mundo, a Suécia tem como maior feito o vice-campeonato de 2003, perdendo para as alemãs. Já as holandesas participam pela segunda vez do Mundial.


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