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Estado de Minas

Com três titulares poupados


postado em 01/07/2019 04:09

O Chile, do atacante Vidal, treinou em Porto Alegre, onde encara os peruanos na quarta(foto: RICARDO MOERIRA/ESTADÃO CONTEÚDO)
O Chile, do atacante Vidal, treinou em Porto Alegre, onde encara os peruanos na quarta (foto: RICARDO MOERIRA/ESTADÃO CONTEÚDO)
O primeiro treino da Seleção Chilena em Porto Alegre, ontem à tarde, ocorreu sob intensa chuva e não contou com a participação de três titulares. O goleiro Arias, o lateral-direito Mauricio Isla e o atacante Eduardo Vargas alegaram cansaço muscular e ficaram na academia para fazer exercícios de força. O trio jogou os 90 minutos da partida contra a Colômbia, sexta-feira, no Itaquerão, que terminou com vitória chilena na disputa por pênaltis. A imprensa pôde acompanhar somente os 15 minutos iniciais da atividade, limitadas ao período de aquecimento. O treinamento foi fechado.

Segundo a comissão técnica da seleção, o trio deve estar apto para encarar o Peru, quarta-feira, às 21h30, no duelo de semifinal, na Arena Grêmio. A equipe dirigida por Reinaldo Rueda segue na briga pelo tricampeonato consecutivo da Copa América, podendo igualar o feito da Argentina conquistado em 1945, 1946 e 1947, quando o torneio não tinha o formato e nem o prestígio atual.  O vencedor do confronto na capital gaúcha terá pela frente Brasil ou Argentina na final.

O triunfo sobre a Colômbia, única com 100% de aproveitamento até então, deu mais confiança ao trabalho do treinador colombiano, que assumiu o cargo no ano passado em busca de levar o país de volta à Copa do Mundo. Rueda tece elogios à base chilena, que vem se dando bem nas últimas edições da competição: “O Chile consolidou esse grupo de jogadores que valorizam e sabem como ser vencedores. Eles construíram esse processo histórico, alguns sabem que estão em um estágio maduro de sua carreira e entenderam bem”.

Para Arias, a boa campanha do Chile em território brasileiro o ajuda a ser mais aceito pela torcida. Ele sofre rejeição por ter nascido em Neuquén, na Argentina, mas, principalmente, por ter tomado o lugar do ídolo Claudio Bravo, não convocado por Rueda. “Há muita conversa sobre a sombra (de Bravo), mas tento não me concentrar nisso. Recebo muitas críticas nas redes sociais. É feio porque atingem a pessoa. Minha família, que está mais próxima, é mais afetada que eu. O importante é estar bem”.


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