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Estado de Minas

Sette Câmara brigará por novo mandato

Presidente do Atlético já se articula para eleições do final de 2020, quando acaba sua gestão. Ele aposta no apoio dos principais dirigentes do clube


postado em 28/06/2019 04:07

Na presidência desde dezembro de 2017, Sette Câmara tenta reestruturar o alvinegro e quebrar jejum de títulos(foto: MARCOS VIEIRA/EM/D.A PRESS - 16/5/19)
Na presidência desde dezembro de 2017, Sette Câmara tenta reestruturar o alvinegro e quebrar jejum de títulos (foto: MARCOS VIEIRA/EM/D.A PRESS - 16/5/19)


O presidente do Atlético, Sérgio Sette Câmara, será candidato à reeleição quando encerrar seu mandato, em dezembro do ano que vem. Segundo apurou o Estado de Minas, Sette Câmara já articula com vários dos seus apoiadores para formalizar a candidatura no próximo pleito, mas não decidiu quem fará parte da futura chapa. Integrantes que compõem a diretoria já sabem do desejo do atual mandatário alvinegro.

Advogado e professor universitário licenciado, Sette Câmara assumiu a presidência em dezembro de 2017 em substituição ao ex-vereador Daniel Nepomuceno. Na eleição passada, ele obteve vitória tranquila sobre o empresário Fabiano Lopes Ferreira por 266 votos a 42. O atual dirigente pertence à mesma base política do atual prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, que comandou o Galo entre 2008 e 2014. A “dinastia” começou com Ricardo Guimarães, presidente entre 2001 e 2006.

No pleito do ano que vem, Sette Câmara não só tem apoio de Kalil e de Guimarães, mas de outros conselheiros importantes do clube, como Rubens Menin, presidente da MRV Engenharia, e de José Salvador, presidente do Grupo Materdei. Para ganhar a eleição, basta que o atual presidente tenha maioria simples dos votos no conselho.

FEITOS E CRÍTICAS Ex-assessor do próprio Kalil e ex-vice-presidente do Conselho Deliberativo, Sette Câmara iniciou o mandato com planos de modificar a estrutura das categorias de base, modernizar o perfil administrativo e buscar soluções para a quitação de dívidas com antigos credores. O dirigente conseguiu reduzir a folha salarial do grupo de jogadores e vem ajudando no processo de construção da Arena MRV, no Bairro Califórnia, Região Noroeste de Belo Horizonte. Entre os desafios numa futura gestão está a necessidade de aumentar o orçamento anual (R$ 304,8 milhões em 2019), que seria potencializado justamente com os recursos arrecadados com novo estádio do clube, que estaria concluído ao fim de 2022.

Apesar do amplo apoio do conselho, ele recebeu críticas da torcida na atual gestão do Atlético devido aos insucessos dentro de campo – com ele o clube não conquistou títulos –, e por ter desprezado a Copa Sul-Americana no ano passado, com declaração polêmica em que chamou a competição de “Segunda Divisão da Libertadores”. Outro aspecto questionado foi a constante troca de comando desde que o advogado assumiu o cargo: passaram pela Cidade do Galo Oswaldo de Oliveira, Thiago Larghi, Levir Culpi e Rodrigo Santana, efetivado no começo da semana.

(*) Estagiário sob supervisão do subeditor Eduardo Murta


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